1) Prepare escrupulosa e antecipadamente cada visita ou viagem apostólica de Bento XVI:
a) crie uma bela polêmica sobre os custos da viagem;
b) selecione acuradamente as possíveis temáticas (padres pedófilos,
declínio de fiéis, desobediência dos bispos [exceto no Brasil, onde
isto não existe!]; eventuais contrastes com Protestantes, Judeus e
Muçulmanos);
declínio de fiéis, desobediência dos bispos [exceto no Brasil, onde
isto não existe!]; eventuais contrastes com Protestantes, Judeus e
Muçulmanos);
c) faça de forma que a viagem seja precedida de uma crescente
escalada de polêmicas. Eventualmente e no último minuto, finja estar
chocado com o comportamento da mídia [se você quiser parecer
“independente” e imparcial];
escalada de polêmicas. Eventualmente e no último minuto, finja estar
chocado com o comportamento da mídia [se você quiser parecer
“independente” e imparcial];
d) apresente a viagem como “a mais difícil do Pontificado”;
e) dê a máxima ressonância às manifestações de protesto que estão
sendo organizadas. Inflacione as cifras que os organizadores lhe
fornecem e insinue que os manifestantes serão mais numerosos que os
fiéis;
sendo organizadas. Inflacione as cifras que os organizadores lhe
fornecem e insinue que os manifestantes serão mais numerosos que os
fiéis;
f) avise aos seus leitores que as Missas e as Vigílias presididas pelo Papa Bento ficarão certamente desertas;
g) evidencie o fato de que o Papa Bento não conhece a realidade dos
vários países que visita porque vive fechado no Vaticano (acariciando
gatinhos, escrevendo livros e tocando piano);
vários países que visita porque vive fechado no Vaticano (acariciando
gatinhos, escrevendo livros e tocando piano);
h) entreviste sempre Hans Küng [no Brasil serve o genérico, Leonardo Boff], uma verdadeira garantia;
i) pergunte sempre ao Padre Lombardi se, durante a viagem, o Papa encontrará vítimas de padres pedófilos;