Hoje, lendo notícias sobre política, me lembrei de um daqueles poucos que sempre valorizaram meu voto!
Lembrei de Demóstenes Lázaro Xavier Torres!
Alguns irão perguntar: Mas como assim? Valorizou seu voto?
Sim, sempre valorizou meu voto. Demóstenes foi em seu tempo, um dos parlamentares que mais trabalharam por seu estado e principalmente pelo Brasil, sendo o político brasileiro que mas teve projetos de lei apresentados em seus mandatos.
Antes de se tornar um senador da república, Demóstenes se destacou como um Secretário de Segurança Pública forte, incisivo e principalmente correto em suas atitudes. Na gestão de Demóstenes, à frente da SSP, a classe policial teve reconhecimento financeiro, com aumentos salariais e treinamento especializado, além de melhoria nos equipamentos e instalações de trabalho. Com esse tratamento dado aos policiais, a sensação de segurança da população aumentava consideravelmente, sendo considerado por muitos, o melhor secretário da pasta de todos os tempos.
Foi com essa credencial, que Marconi Perillo, governador com auto índice de aprovação na época, o trouxe para a sua coligação em 2002, o elegendo Senador por Goiás.
Para aqueles que não se lembram, o senador goiano foi um dos responsáveis pelo aumento das penas em crimes cuja a tipificação era hediondo. Graças ao trabalho incansável de Demóstenes a legislação endureceu contra os bandidos e deu maior conforto aos familiares das vítimas.
Se destacando em suas ações voltadas para a segurança pública e a defesa do cidadão, Demóstenes rapidamente foi sendo alçado ao posto de representante da oposição no congresso nacional, por seu conhecimento legal e principalmente por sua capacidade de composição com todos os setores oposicionistas.
Além disso, foi Demóstenes que trouxe a maior visibilidade política que Goiás já experimentou em nível nacional, pois o parlamentar sempre esteve à frente das principais comissões e protagonizou cenas históricas, como as perguntas feitas a José Dirceu e Roberto Jefferson, em pleno olho do furacão na CPMI dos Correios, que mais tarde serviu como embrião para a peça acusatória do Ministério Público da União e da Procuradoria Geral da República contra os mensaleiros, e que, atualmente, faz parte do julgamento da ação penal 470, realizado na suprema corte brasileira.
Durante anos, coube a Demóstenes ser a voz forte da oposição que não se curvava ao poderio econômico e as delinquências do governo. Talvez por isso, trouxe para si uma força eleitoral gigantesca, que causava ciúmes entre seus pares e uma pulga atrás da orelha na situação.
Em 2012, especulações ditavam que Demóstenes, o mais bem cotado nas pesquisas de intenção de votos para a Prefeitura de Goiânia, não seria candidato por orientação da executiva nacional do Democratas, que o reservava para o embate de 2014. Ouviu-se dizer que Aécio Neves fazia gosto em uma aliança entre os dois para derrotar os arroubos palacianos na preferência da população.
Não contavam com uma carta na manga de Brasília!
Não contavam com a necessidade do Planalto de gerar algum fato novo às portas do julgamento do mensalão em pleno um ano eleitoral.
A mídia que sempre o promoveu, se via obrigada a propagar ecos surdos que diziam justamente o contrário de toda aquela imagem que se construiu ao seu redor durante anos.
O defensor da ética e da moral pública, se via entregue a gravações desconexas lançadas de forma homeopática em jornais, revistas e principalmente pelas organizações globo, que a serviço das vontades do poder constituído, manchava a imagem do senador de forma irreversível!
E de repente, de um sério candidato a salvador dos milhões de eleitores que assistem ao desgoverno petista, o goiano mais cortejado da política nacional se viu sozinho, sem amigos e abandonado por aqueles que se diziam seus pares.
O senador foi execrado pela mídia e jogado as hienas do congresso (Conselho de Ética) por grampos telefônicos ilegais, que por vontade do Planalto se tornaram passíveis de investigação, sem que contudo, conseguissem o recurso probatório de nenhum ilícito de sua parte.
Demóstenes, que sempre acusou, viu o seu futuro político ser decidido por ninguém mais, ninguém menos, que Humberto Costa, Ex Ministro do Governo Lula, envolvido em vários casos de corrupção (Máfia das Ambulâncias, Vampiroduto e desvios no Ministério com compras sem licitação) e que se apressou para pegar a relatoria de seu processo, com uma voracidade perspicaz.
Mesmo assim, essa história pinçada por Dilma, a mando de Lula, conseguiu levar a sua cassação, o que para o PT foi providencial, uma vez que o senador goiano seria um provável adversário.
Demóstenes foi cassado, não pelo que foi encontrado contra si, mas sim pelo que encontrou contra os outros!
Em nossa política atual é extremamente difícil encontrar algum representante que tenha realizado a sua função de forma tão brilhante como Demóstenes Torres, e apesar de todo o ocorrido em relação a Operação Monte Carlo, tenho plena convicção que ele sempre honrou o meu voto.
Estamos em tempo de STF, Joaquim Barbosa e as sentenças condenando os mensaleiros. Todos estão vendo que aquelas investigações feitas na época da CPI dos Correios geraram realmente provas cabais de que houveram vários ilícitos durante o governo petista.
Ao mesmo tempo, a CPMI que investiga as supostas ligações do empresário Carlos Augusto Ramos com personalidade políticas e com o poder público, está com os seus dias contados por iniciativa do PT e do PMDB, que estão preocupados com a proporção que essas investigações podem tomar e com o envolvimento de nomes governistas.
Agora, logo após a decisão do STF que condenou José Genoíno, o PT lança-se a pleitear a posse de seu ex-presidente a uma vaga de Deputado Federal por São Paulo. Gostaria imensamente de entender, como um cidadão sem condenação pela justiça é cassado de seu mandato e um outro que obteve sua condenação há poucos dias, pode se tornar um membro deste mesmo congresso?
Eu devo estar ficando maluco!
Lembrei de Demóstenes Lázaro Xavier Torres!
Alguns irão perguntar: Mas como assim? Valorizou seu voto?
Sim, sempre valorizou meu voto. Demóstenes foi em seu tempo, um dos parlamentares que mais trabalharam por seu estado e principalmente pelo Brasil, sendo o político brasileiro que mas teve projetos de lei apresentados em seus mandatos.
Antes de se tornar um senador da república, Demóstenes se destacou como um Secretário de Segurança Pública forte, incisivo e principalmente correto em suas atitudes. Na gestão de Demóstenes, à frente da SSP, a classe policial teve reconhecimento financeiro, com aumentos salariais e treinamento especializado, além de melhoria nos equipamentos e instalações de trabalho. Com esse tratamento dado aos policiais, a sensação de segurança da população aumentava consideravelmente, sendo considerado por muitos, o melhor secretário da pasta de todos os tempos.
Foi com essa credencial, que Marconi Perillo, governador com auto índice de aprovação na época, o trouxe para a sua coligação em 2002, o elegendo Senador por Goiás.
Para aqueles que não se lembram, o senador goiano foi um dos responsáveis pelo aumento das penas em crimes cuja a tipificação era hediondo. Graças ao trabalho incansável de Demóstenes a legislação endureceu contra os bandidos e deu maior conforto aos familiares das vítimas.
Se destacando em suas ações voltadas para a segurança pública e a defesa do cidadão, Demóstenes rapidamente foi sendo alçado ao posto de representante da oposição no congresso nacional, por seu conhecimento legal e principalmente por sua capacidade de composição com todos os setores oposicionistas.
Além disso, foi Demóstenes que trouxe a maior visibilidade política que Goiás já experimentou em nível nacional, pois o parlamentar sempre esteve à frente das principais comissões e protagonizou cenas históricas, como as perguntas feitas a José Dirceu e Roberto Jefferson, em pleno olho do furacão na CPMI dos Correios, que mais tarde serviu como embrião para a peça acusatória do Ministério Público da União e da Procuradoria Geral da República contra os mensaleiros, e que, atualmente, faz parte do julgamento da ação penal 470, realizado na suprema corte brasileira.
Durante anos, coube a Demóstenes ser a voz forte da oposição que não se curvava ao poderio econômico e as delinquências do governo. Talvez por isso, trouxe para si uma força eleitoral gigantesca, que causava ciúmes entre seus pares e uma pulga atrás da orelha na situação.
Em 2012, especulações ditavam que Demóstenes, o mais bem cotado nas pesquisas de intenção de votos para a Prefeitura de Goiânia, não seria candidato por orientação da executiva nacional do Democratas, que o reservava para o embate de 2014. Ouviu-se dizer que Aécio Neves fazia gosto em uma aliança entre os dois para derrotar os arroubos palacianos na preferência da população.
Não contavam com uma carta na manga de Brasília!
Não contavam com a necessidade do Planalto de gerar algum fato novo às portas do julgamento do mensalão em pleno um ano eleitoral.
A mídia que sempre o promoveu, se via obrigada a propagar ecos surdos que diziam justamente o contrário de toda aquela imagem que se construiu ao seu redor durante anos.
O defensor da ética e da moral pública, se via entregue a gravações desconexas lançadas de forma homeopática em jornais, revistas e principalmente pelas organizações globo, que a serviço das vontades do poder constituído, manchava a imagem do senador de forma irreversível!
E de repente, de um sério candidato a salvador dos milhões de eleitores que assistem ao desgoverno petista, o goiano mais cortejado da política nacional se viu sozinho, sem amigos e abandonado por aqueles que se diziam seus pares.
O senador foi execrado pela mídia e jogado as hienas do congresso (Conselho de Ética) por grampos telefônicos ilegais, que por vontade do Planalto se tornaram passíveis de investigação, sem que contudo, conseguissem o recurso probatório de nenhum ilícito de sua parte.
Demóstenes, que sempre acusou, viu o seu futuro político ser decidido por ninguém mais, ninguém menos, que Humberto Costa, Ex Ministro do Governo Lula, envolvido em vários casos de corrupção (Máfia das Ambulâncias, Vampiroduto e desvios no Ministério com compras sem licitação) e que se apressou para pegar a relatoria de seu processo, com uma voracidade perspicaz.
Mesmo assim, essa história pinçada por Dilma, a mando de Lula, conseguiu levar a sua cassação, o que para o PT foi providencial, uma vez que o senador goiano seria um provável adversário.
Demóstenes foi cassado, não pelo que foi encontrado contra si, mas sim pelo que encontrou contra os outros!
Em nossa política atual é extremamente difícil encontrar algum representante que tenha realizado a sua função de forma tão brilhante como Demóstenes Torres, e apesar de todo o ocorrido em relação a Operação Monte Carlo, tenho plena convicção que ele sempre honrou o meu voto.
Estamos em tempo de STF, Joaquim Barbosa e as sentenças condenando os mensaleiros. Todos estão vendo que aquelas investigações feitas na época da CPI dos Correios geraram realmente provas cabais de que houveram vários ilícitos durante o governo petista.
Ao mesmo tempo, a CPMI que investiga as supostas ligações do empresário Carlos Augusto Ramos com personalidade políticas e com o poder público, está com os seus dias contados por iniciativa do PT e do PMDB, que estão preocupados com a proporção que essas investigações podem tomar e com o envolvimento de nomes governistas.
Agora, logo após a decisão do STF que condenou José Genoíno, o PT lança-se a pleitear a posse de seu ex-presidente a uma vaga de Deputado Federal por São Paulo. Gostaria imensamente de entender, como um cidadão sem condenação pela justiça é cassado de seu mandato e um outro que obteve sua condenação há poucos dias, pode se tornar um membro deste mesmo congresso?
Eu devo estar ficando maluco!