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| Sígno principal da Francomaçonaria, ou Maçonaria (forma abreviada) |
Experimente gastar alguns passos diante de uma loja maçônica e
tente de relance ver seu interior – estranho interior. Se estiver com
sorte neste dia provavelmente verá os Guardiães nos portões ulteriores,
senão, verá somente a porta exterior aberta e, dependendo da loja, a
ostentação de símbolos que mais aparenta uma salada cultural de Egipto,
Roma e Brasil. Os frontispícios das lojas mais abastadas (já que existem várias divisões entre segmentos em seu interior, algumas mais ricas e tradicionais que outras)
remetem a fachada do antigo Templo do Rei Salomão, revelando-se a
partir deste momento a adição de um tempero do Antigo Testamento. Mas o
mau desta heresia ultrapassa todas os seus estranhos símbolos…
tente de relance ver seu interior – estranho interior. Se estiver com
sorte neste dia provavelmente verá os Guardiães nos portões ulteriores,
senão, verá somente a porta exterior aberta e, dependendo da loja, a
ostentação de símbolos que mais aparenta uma salada cultural de Egipto,
Roma e Brasil. Os frontispícios das lojas mais abastadas (já que existem várias divisões entre segmentos em seu interior, algumas mais ricas e tradicionais que outras)
remetem a fachada do antigo Templo do Rei Salomão, revelando-se a
partir deste momento a adição de um tempero do Antigo Testamento. Mas o
mau desta heresia ultrapassa todas os seus estranhos símbolos…
Não é mister se aprofundar muito na história para tomar ciência da
lepra social que é a Franco-maçonaria, extinta do Brasil por D. Pedro I à
tempo de causar mais uma revolução (tão famosas revoluções Maçônicas),
mas voltando com mais força quando da impossibilidade do pequeno D.
Pedro II de proibir sua re-instalação, ficando a cargo de José
Bonifácio, benemérito do anátema, trazer à tona novamente a face do
Grande Oriente. As relações de D. Pedro II com a Maçonaria não eram das
melhores, alias, com nenhuma instituição de cunho religioso, tal qual a
Igreja Católica; dado que seu exagerado paternalismo chegava a
contrariar ordens do papado, e em relação a maçonaria, este sabia da
força de seus integrantes que dominavam o parlamento e por isso vivia
obstante a mesma.
lepra social que é a Franco-maçonaria, extinta do Brasil por D. Pedro I à
tempo de causar mais uma revolução (tão famosas revoluções Maçônicas),
mas voltando com mais força quando da impossibilidade do pequeno D.
Pedro II de proibir sua re-instalação, ficando a cargo de José
Bonifácio, benemérito do anátema, trazer à tona novamente a face do
Grande Oriente. As relações de D. Pedro II com a Maçonaria não eram das
melhores, alias, com nenhuma instituição de cunho religioso, tal qual a
Igreja Católica; dado que seu exagerado paternalismo chegava a
contrariar ordens do papado, e em relação a maçonaria, este sabia da
força de seus integrantes que dominavam o parlamento e por isso vivia
obstante a mesma.
Surgida na Idade Média, e que fique bem claro, sem o aval da
Igreja, esta sociedade de pedreiros queria proteger sua técnicas
e metodologia de construção de Catedrais e Basílicas a fim de manter o
monopólio e os privilégios concedidos pelos nobres à casta. Não demorou
muito para que logo se organizassem e se rebelassem da igreja, acolhendo
em sua estrutura a ala herege dos Cavaleiros Templários, todos
partilhando do mesmo amor pelo Diabo. Após a estruturação final, que se
dá em meados do século XVIII e expansão na França, que invés de moldar a
Maçonaria por via da Liberdade, Igualdade e Fraternidade, será moldada
por ela e chegará a miséria social e moral com ela, a última reinante
até o presente momento.
http://afeexplicada.wordpress.com/2012/11/29/estudan…comaconaria/
Igreja, esta sociedade de pedreiros queria proteger sua técnicas
e metodologia de construção de Catedrais e Basílicas a fim de manter o
monopólio e os privilégios concedidos pelos nobres à casta. Não demorou
muito para que logo se organizassem e se rebelassem da igreja, acolhendo
em sua estrutura a ala herege dos Cavaleiros Templários, todos
partilhando do mesmo amor pelo Diabo. Após a estruturação final, que se
dá em meados do século XVIII e expansão na França, que invés de moldar a
Maçonaria por via da Liberdade, Igualdade e Fraternidade, será moldada
por ela e chegará a miséria social e moral com ela, a última reinante
até o presente momento.
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