re-lembrando: esse artigo ( http://www.midiasemmascara.com.br/artigo.php?sid=4387 ) do Janer Cristaldo fez com o que o editor Olavo de Carvalho tivesse de pedir longas desculpas ( http://www.midiasemmascara.com.br/artigo.php?sid=4456 ) à comunidade judaica (e isso após inúmeros artigos anti-cristãos e anti-judaicos do Cristaldo publicados pelo MSM que não renderam nenhum pedido de desculpas à comunidade muçulmana tampouco a cristãos).
O Olavo de Carvalho também não precisou pedir desculpa por esse artigo: http://www.midiasemmascara.com.br/artigo.php?sid=357 Farsas sobre o Oriente Médio (leia-se-o inteiro: Maomé é assassino, estuprador etc). Agora compare esse artigo anti-Islam com o artigo anti-judaísmo do Cristaldo
veja esses outros artigos, por exemplo (nenhum pedido de desculpa do O. de C. aos muçulmanos):
"O Islã é a expressão mais completa, cabal e paroxística de totalitarismo que a Humanidade jamais viu. Para início de conversa Islam significa submissão, e muslim “aquele que se submete”" (...) "Nem Stalin, nem Hitler, nem Mao ou qualquer outro ditador ou rei absolutista, jamais conseguiu totalitarismo tão cabal e completo como o Islã"
em vários artigos publicados pelo MSM, o profeta Maomé já foi chamado de pedófilo, o Islam de religião primitiva, os muçulmanos de bárbaros (sem contar os vários artigos anti-cristãos do Cristaldo) etc etc
Mas o artigo que causou um "alvoroço" foi o artigo do Cristaldo sobre leis talmúdicas judaicas e Maimonides.
um traço irritante da cultura judaica é a hipersensibilidade.
A direita conservadora não precisa ser composta de shabat goyim que ficam "pisando em ovos" e seguindo o politicamente correto o todo tempo mas só no que diz respeito a judeus, enquanto não dispensam o mesmo tratamento educadinho e especial a muçulmanos
(criei esse tópico como desdobramento do outro tópico aqui "judeus ofendem cristãos" e como crítica construtiva)
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http://www.olavodecarvalho.org/textos/bravo_2004_abr.htm
"Tenho sido, na mídia brasileira, o único colunista persistentemente pró-judeu, o que já me valeu ser chamado até de “agente do Mossad”. Mas tudo tem um limite. Estou com Israel, mas não estou com a srta. Bernard, o rabino Boteach, o dr. Goldberg e sua quadrilha de intrigantes empenhados em humilhar a Igreja sob o manto da falsa amizade. Sua afetação de zelo judaico também não me convence. Na mesma semana em que se reuniam para destruir um inocente, o beautiful people de Hollywood prestava homenagem a Leni Riefensthal, cineasta oficial do III Reich, e eles não disseram uma palavra contra. Por que? Porque o beautiful people não é cristão, e aqueles zelotes não têm coragem bastante para comprar uma briga contra o secularismo moderno. Mais prudente, no entender deles, era voltar a ira da assembléia contra o cristão Mel Gibson."
Uma suscetibilidade exagerada no que toca à honra de uma determinada nação ou raça é um sinal óbvio de racismo, ainda que inconsciente.
Neste sentido, a ideologia anti-racista de nossos dias fomenta os ódios e preconceitos que professa extirpar.
Certa vez, escrevi um artigo sobre as causas da ascensão do nazismo, e recebi cartas de judeus indignados por eu não ter mencionado o holocausto. Tive de lembrar aos nervosinhos que o holocausto não fôra uma causa, e sim uma conseqüência...
Reconheço que para um povo tão atormentado por perseguidores pode ser difícil conservar a calma ao falar de certos assuntos. Mas os intelectuais têm um dever para com a verdade que deve ser posto acima do amor à pátria.
E os intelectuais judeus nunca pararam para pensar o que aconteceria se cada raça, se cada nação ofendida se pusesse a compulsar minuciosamente todas as palavras que alguém disse contra ela, para denunciá-las como odiosas manifestações de discriminação.
Os italianos escreveriam enciclopédias inteiras de expressões pejorativas anti-itálicas; outro tanto, os chineses e os irlandeses, isto para não falar dos índios e dos muçulmanos.
Apenas, eles não têm tempo a perder e sabem que o risco do empreendimento (alimentar um renouveau mussoliniano, por exemplo, ou pôr lenha na fogueira fundamentalista) é superior ao hipotético benefício.
Esse tipo de compulsão neurótica e masoquista afeta principalmente os intelectuais judeus, e ela é uma desonra para um grande povo.
"O sr. Jeffrey Lesser, por exemplo (entrevista no Caderno Idéias do Jornal do Brasil de 24 de junho de 1995), rotula como anti-semitismo qualquer restrição que um homem faça a este ou àquele aspecto da ação judaica no mundo. Imita, nisto, o senador Joe McCarthy, para quem qualquer crítica aos Estados Unidos era intolerável anti-americanismo.
É também absurdo rotular indiscriminadamente como “preconceito” qualquer opinião contra os judeus. Preconceito é opinião pré-conceitual, impensada, irracional. Um homem pode perfeitamente chegar a conclusões desfavoráveis aos judeus por meio de reflexão, de pensamento conceitual, mesmo que falhe e se afaste da verdade (...)
"Anti-semitismo, no rigor da palavra, não é qualquer opinião contrária a este ou àquele procedimento da comunidade judaica, muito menos uma vaga antipatia que não se traduza em atos discriminatórios, mas sim uma ideologia que, formal e explicitamente, combata a nação judaica como tal, visando ao seu enfraquecimento ou mesmo à sua extinção (...)
"A extensão indevida do rótulo “preconceito” a toda e qualquer opinião que se possa emitir contra os judeus – mesmo àquelas que, como a do Gen. De Gaulle sobre o orgulho judaico, repitam ipsis litteris palavras da Bíblia – é baseada no pressuposto de que eles estão acima da crítica racional, de que são perfeitos e inatacáveis.
Alguns intelectuais judeus chegaram a declarar o anti-semitismo, mesmo em suas formas indiretas e brandas, como um grave sintoma psicopatológico – o que é abusar do prestígio que a comunidade judaica tem nos círculos psiquiátricos e psicanalíticos.
Desde que não se expresse em atos danosos e envilecedores, mesmo a opinião anti-semita professa não pode ser mais patológica nem menos patológica do que o anti-islamismo, por exemplo (...)
(...)
Só posso concluir que, na metodologia do sr. Lesser [intelectual judeu que denuncia o anti-semitismo], anti-semitismo é qualquer palavra ou modo de dizer que, intencionalmente ou não, possa magoar uma hipersensibilidade doentia. Um pouco de humor judaico não faria nada mal a esse atrabiliário. Mas provavelmente o sr. Lesser acha que as piadas judaicas sobre judeus – de Scholem Aleichem a Woody Allen, passando por Groucho Marx – são uma forma inconsciente de anti-semitismo interno (...)
Nós, brasileiros, falamos menos mal dos judeus do que Yaveh fala na Bíblia (...)
"Quando vejo um intelectual judeu verberar o anti-semitismo no mundo ao mesmo tempo que corrói pela crítica malévola ou pela indiferença patológica as tradições religiosas em que seu povo funda sua unidade milenar, pergunto-me se não há hipocrisia em tanto ódio ao mal desacompanhado do correspondente amor ao bem. A mania investigatória que busca sinais de anti-semitismo por toda a parte é, no fundo, um sinal de má-consciência, daquela má-consciência que, para ocultar suas culpas, sai acusando o mundo. E a culpa dos judeus é clara e inequívoca: eles abandonaram o espírito da sua religião, tornaram-se interiormente divididos e inseguros (...)
Um verdadeiro amigo dos judeus não deve lisonjear as suscetibilidades neuróticas do seu patriotismo exasperado, mas ajudar a defender os valores eternos e universais do judaísmo, que tanto foram vilipendiados no passado pelo anti-semitismo militante, como hoje pelo cinismo blasé dos intelectuais materialistas, judeus ou não, e pelos que, do outro lado, prostituem sua religião ao fanatismo nacionalista (...)
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FONTE: http://www.geh.com.br/artigos/judaismo.html (OLAVO DE CARVALHO)
Texto publicado na obra O Imbecil Coletivo (págs. 216-223)
Rio de Janeiro, Faculdade da Cidade Editora, 1996.
pras olavetes (judias, gentias, filo-semitas, half-jews ou cripto-judias) fica então o recado do próprio O. de C. (citado por mim, gentio de ascendência vasco-sefardita, aqui).
"A extensão indevida do rótulo “preconceito” a toda e qualquer opinião que se possa emitir contra os judeus – mesmo àquelas que, como a do Gen. De Gaulle sobre o orgulho judaico, repitam ipsis litteris palavras da Bíblia – é baseada no pressuposto de que eles estão acima da crítica racional, de que são perfeitos e inatacáveis" ...
É bastante coisa para ler, então, antes de ler tudo, vou fazer um comentários geral: anti-semitismo e islamofobia são duas idiotices que visam julgar povos inteiros, culturas milenares inteiras segundo sentimentalismos inócuos e subjetivos.
Em outras palavras: se fala o que não se sabe, e pior, se julga aquilo que está anos-luz de distância do pretenso julgamento. São sentimentos característicos de imbecis.
Bom, eu sou simples até o limite do simplório, e pra mim é Bem contra o Mal, e está de bom tamanho. Os bons e os maus se espalham por muitos lugares, e a casa do diabo, como a de Deus, tem muitos quartos.
O comentário de que é hipócrita o ódio ao Mal desacompanhado do correspondente amor ao Bem é absolutamente pertinente. Também acho!
João Paulo II assistiu à Paixão de Cristo e disse que o filme mostrava como as coisas realmente foram.
Essa notícia saiu na imprensa, mas muito rapidamente a própria imprensa tirou sei lá de onde supostas críticas do Vaticano ao filme!!! Pqp!!
E reparem que, assim que saiu A Paixão de Cristo nos cinemas, todas as críticas a ele (sobre anti-semitismo, ultra-conservadorismo e coisas do gênero)desapareceram!!
Sinceramente, não sei de pedido de retratação do Papa. Lembro de ter lido sobre ele ter dito que o filme era bem realista e que a mídia tratou de (quase) ignorar o comentário.
O próprio Olavo comentou sobre isso num de seus artigos.
Nunca soube de pedido de retratação. Ele adorou o filme. Aliás, é uma obra-prima mesmo! Nem um anti-semitismo nem nada do que foi tão falado antes. Um belíssimo filme.
Arte em cada enquadramento, com uma fotografia magnífica (toda inspirada em Caravaggio), e uma sensibilidade rara de um grande diretor. Pra mim, o retrato perfeito da Paixão, que é o único objetivo do filme!
Um filme que me fez sair e ficar uns 20 minutos sem conseguir emitir um som ao final. Uma experiência maior do que apenas cinematográfica. Assim são obras-primas, pra mim.
Mas este princípio tosco de condenar os judeus pela morte de Jesus, é somente uma das tantas "lendas" criadas na Idade Média para justificar a Inquisição.
Eu li isso mesmo??????????????????????
Os ânimos se inflamaram porque acusaram sistematicamente Mel Gibson de ser ultra-reacionário, anti-semita, extrema-direita, enfim, de louco. Polemizaram em cima do filme porque ele retrataria uma visão pessoal - ou seja: louca - de Gibson, que financiou a própria produção.
Eu assisti à Paixão de Cristo e o que vi nada mais foi do que a luta das forças satânicas transfiguradas de diversas formas contra Jesus Cristo. Um exemplo?? Quando Caifás diz que serve, acima de tudo, à Cesar, seu verdadeiro rei.
Se o filme não for compreendido pelo sentido metafísico, ele perderá totalmente sua validade. Será mais uma discussão "deste mundo".
E eu só disse que não sabia de qualquer pedido de retratação de JP II porque, nessa saraivada de distorções da mídia, pode ter passado algo que eu não li ou simplesmente não acreditei. Como disse, o Papa elogiou o filme e o Olavo, inclusive, escreveu sobre isso.
Seu motivo referido foi secundário .
Não leia, interprete.
Porque estou cansado para te mandar outras fontes, e porque todo mundo da orkut só sabe colar.
Ah, pelamordeDeus... a pessoa gritou, xingou e disse o diabo sem nem ter visto o filme??? Se for verdade, terá sido um dos maiores papelões que eu já vi!!!
Explique isso, Dona Regina, pra não ficar um completo ridículo! Amanhã venho aqui de novo pra ver se a senhora já disse se viu ou não.
Olha, se não viu, vou recomendar tratamento pra senhora! Por ficar brigando com o que não vê!!!
Estou ressuscitando este tópico porque achei muito interessante - tirando a parte da Regina....
Eu acho que os judeus são realmente mais sensíveis do que cristãos e muçulmanos, mas a diferença não é tão grande assim. O negócio é que eles são mais bem organizados e são geralmente mais ricos,.
A minha reclamação com os judeus é que seu coitadismo impede uma maior divulgação do que foi o comunismo, que - embora tenha sido mais assassino -, acaba sendo ofuscado pelo nazismo.
O comunismo só começou as suas perseguições políticas (em quantidade apreciável) no século XX.
Foi. O nazismo também. E o nazismo perseguiu menos. Mas, graças também aos judeus, os comunistas são ofuscados pelo nazismo.
Não é o dinheiro que os "torna" sensíveis.
Leia o que eu escrevi com atenção e você vai ver que eu não disse que o dinheiro os tornava sensíveis. Eu disse que eles eram mais sensíveis que os cristãos e muçulmanos, mas nem tanto quanto pareciam. Aí eu expliquei essa impressão errada lembrando que eles são mais ricos (influentes) e bem organizados.
Quanto ao anti-semitismo cristão, eu vou deixar as outras pessoas mais bem entendidas em religião falarem....
Os judeus são culpados por terem sido vítimas do nazismo? Eles pediram para ser?
Não. Não. E eu nunca disse nada disso.
Há judeus ricos e não-ricos. Eles são mais organizados? São (Motivo: se não forem, não sobrevivem como grupo). Há pessoas ricas dentre eles? Há. Mas, no geral, são pessoas comuns, que ganham tanto quanto as outras pessoas.
Sim, é verdade. Há judeus ricos e não ricos - e eu não disso o contrário. Não, os judeus são mais ricos do que os cristãos.
Os judeus são mais bem-organizados porque procuram viver em comunidades judaicas, pois facilita a sobrevivência e a vivência de acordo com seus costumes
Ex.: Minha prof. tava me contando de uma família de judeus paulista que ela conhece. Aí ela perguntou como foi a viagem pro Rio de Janeiro. A menina disse que não gostou porque não comeu o dia inteiro, pois lá não tinha aquela comida deles.
"The main avodah of this generation is to go out to the final war of the golus, to conquer and to purify all the gentile countries"
sem contar as várias seitas judaizantes e infiltrações protestantes, jesuíticas (o fenómeno do marranismo e do agente judaizante), o apoio dado por organizações religiosas judaicas ao Concílio Vaticano II e a mudanças "modernizantes" na Igreja Ortodoxa etc etc.
portanto é falso dizer que o judaísmo não faz proselitismo.
Jeová, judeu que só come comida kosher é uma cousa cada vez mais rara. Trata-se de um povo cada vez mais secularizado, que está abandonando sua religião. Nos EUA a maioria dos judeus parece ser atéia ou agnóstica. A identidade judia permanece com uma base mais na etnia e na cultura iidishe secular e tal (lá quase não há sefarditas). No Brasil por outro lado parece haver mais judeus religiosos. Mas a maioria "reformados".
Eu suponho que sou desprovida da capacidade de agrupar as pessoas segundo etnias para efeito de julgamento. E olha que eu julgo! Mas tenho que ter algum dado mais concreto, alguma escolha pessoal do indivíduo, pra poder agrupar. Ou seja: "os traficantes", "os terroristas", "os membros de tal ou qual organização", "os políticos brasileiros", essas coisas. Vou até "os católicos", "os judeus" (no sentido religioso) ou "os islamitas". Aí dá, porque a classificação representa uma escolha pessoal de cada Fulano daquele grupo.
Mas confesso que "os judeus" (no sentido étnico), ou "os negros", "os brancos", "os americanos", essas coisas - estão acima da minha capacidade de perceber moralmente, e portanto de conseguir julgar assim ou assado.
Acho simplesmente impossível. Nada disso me diz absolutamente nada sobre escolhas de qualquer um dos membros desses grupos, embora eu entenda que formem grupos. Mas não porque querem, e sim porque sim. Como é que vocês conseguem fazer isso?
Eu só percebo "aquele" Fulano, ou "um" Fulano, e preciso primeiro saber como é que ele é através de pelo menos UMA escolha dele pra emitir a minha opinião, e somente sobre esse, sem estender pra mais nenhum do mesmo grupo, que pode ter escolhas completamente diferentes.
Eu devo ser um primor de limitação, mas é isso aí.
Jeová, judeu que só come comida kosher é uma cousa cada vez mais rara. Trata-se de um povo cada vez mais secularizado, que está abandonando sua religião. Nos EUA a maioria dos judeus parece ser atéia ou agnóstica.
Então, há uma tendência de que eles deixem de ser tão bem organizados na defesa de sua religião.
o judaísmo é só pra judeu (duh!). o proselitismo que eles fazem pra gentio é o proselitismo "noaísta". que não deixa de ser um proselitismo judeu evidentemente.
Não me referi a você não.
Me referi à postagem inicial do Uriel, que afirma haver uma notória hipersensibilidade por parte do povo judeu. E eu questiono essa afirmação por não concordar que seja o caso, uma vez que há 3.000 o povo é perseguido. E pra quem acha que isso é exagero eu sequer tenho resposta.
Esse chamado 'proselitismo' não traz nada que as religiões monoteístas já não sigam. Vejamos:
The Seven Laws of Noah are:
Shefichat damim - Do not murder or commit suicide.
Avodah zarah – Pray and offer sacrifices only to G-d. Do not worship false gods/idols.
Gilui arayot - Do not be sexually immoral (no incest, sodomy, bestiality, castration and adultery), crossbreed animals or perform castration.
Ever Min HaChai - Do not eat a part of a live animal or consume blood.
Birkat Hashem - Do not utter G-d's name in vain, curse G-d or pursue the occult. Honor your parents.
Gezel - Do not steal or kidnap.
Dinim - Set up righteous and honest courts and apply fair justice in judging offenders and uphold the principles of the last five.
Já tratamos desse assunto em /CommMsgs.aspx?cmm=44668&tid=2544782347854153822&kw=proselitismo&na=4&nst=41&nid=44668-2544782347854153822-2545396403634986865
Nesse tópico, até chamaram as Leis de Noah de jihad do Lubawitch.
Segundo a tradição judaica, os gentis que seguirem as Leis de Noah serão considerados justos. É uma Lei para a humanidade, pois entende que se for seguida, o mundo será melhor. Onde está o proselitismo nisso? Comparem isso com a campanha do Jews for Jesus em frente as sinagogas, teatros e locais judaicos de um modo geral, no mundo inteiro.
Esse trecho pareceu-me confuso. Você está querendo dizer que a MÉDIA dos judeus ganha MAIS que a média dos cristãos? É isso? Em um determinado lugar, os judeus, em média, são mais ricos que os cristãos. Os judeus brasileiros são mais ricos que os cristãos brasileiros e os judeus americanos são mais ricos que os cristãos americanos.
Como colocou o Uriel, os judeus estão largando sua religião e adotando os costumes dos gentios com os quais vivem. Eles não vivem em comunidades completamente isoladas do mundo exterior.
Graças a essa colocação do Uriel, pude concluir que os judeus tendem a deixar de ser bem organizados. Os de hoje podem se organizar bem porque os de ontem, tradicionalistas, acabavam vivendo em comunidades judaicas (e eu nunca disse que elas eram isoladas), o que facilita a mobilização em prol de uma causa. Os de amanhã, por causa desse abandono das tradições, provavelmente viverão longes uns dos outros. Os judeus tendem a perder influência.
Comunidades Judaicas
Causas: Os judeus tem costumes bastante diferentes dos demais habitantes de qualquer país - com exceção de Israel. Para mantê-los, é melhor se aglomerar.
Conseqüências: Fica mais fácil se mobilizarem para combater um(a) filme/peça de teatro/programa de TV/causa política etc.
Se o Foro de São Paulo fosse expressamente anti-semita o quanto é expressamente anti-comunista, não teria durado três meses.
Simples observação. Você pode debochar disso, mas o fato é que ninguém ficaria alegando conspirações judaicas sem a melhor verossimilhança. E há boas razões culturais para os judeus serem mais ricos. Eles valorizam o estudo e tem um senso moral impressionante. Como disse certa vez alguém aqui nesta comunidade, basta um aperto de mão e um acordo está selado. É a tal da sociedade de confiança funcionando perfeitamente. Palmas pra eles !
Não sei se é pouco educado recomendar leituras, mas a respeito desse último assunto tem um livro interessante do Jacques Attali, Os Judeus, O dinheiro e o Mundo, se bem me lembro. Ele taça um panorama geral da história judaica e sua relaçao com os bens materiais a fim de esclarecer essa história de judeu ser sempre rico, etc. Ele mostra, em geral, que os judeus sempre levaram consigo prosperidade para onde foram, não somente para si, mas para o lugar onde habitavam.
Quem falou algo interessante a esse respeito e nesse sentido foi o Pastor George Mason, da Willshire Baptist Church a umas duas semanas atrás. Ele explicou que os judeus influenciaram o mundo de forma muito positiva quando atenderam o chamado de Deus de preservar a fé e procurar o bem de seus vizinhos por ocasião da primeira diáspora.
Com relação a hipersensibilidade, eu acho que esse mal acomete muito mais gente do que se imagina. Negros, hispanicos, gays, lésbicas, tudo quanto é minoria acaba, mais cedo ou mais tarde reclamando. Os judeus de Hollyood por outro lado, logo antes da segunda guerra, jamais deram alarma contra o anti-semitismo com medo de serem perseguidos pelos americanos. O único filme anti-Hitler na época foi do Chaplin, que não era judeu.
Ele taça um panorama geral da história judaica e sua relaçao com os bens materiais a fim de esclarecer essa história de judeu ser sempre rico, etc. Ele mostra, em geral, que os judeus sempre levaram consigo prosperidade para onde foram, não somente para si, mas para o lugar onde habitavam.
E está corretíssimo, pois os judeus nunca foram saquear nem pilhar a riqueza dos outros. Eles sempre foram produzir riqueza na terra dos outros.
Com relação a hipersensibilidade, eu acho que esse mal acomete muito mais gente do que se imagina. Negros, hispanicos, gays, lésbicas, tudo quanto é minoria acaba, mais cedo ou mais tarde reclamando.
E eles, embora tenham sofrido menos (e talvez sofram menos), fazem muito mais barulho.
Qual foi a primeira e qual foi a segunda ? Por favor, leia o que eu leio umas três vezes. Você já disse que eu afirmei que os judeus eram culpados por terem sido vítimas de Hitler, que eu afirmei que eles só eram sensíveis porque tinham dinheiro...
Li sim, mas não refuta minha afirmação - já que eu não quis dizer que os judeus eram mais ricos que os cristãos.
Eu já expliquei que o que eu afirmei é que, em determinado lugar (País, Estado ou Cidade), os judeus, na média, são mais ricos que os cristãos.
Aí você retrucou, com relação ao primeiro parágrafo:
Não???
Aí eu falei:
Não, pois eu afirmei foi outra coisa - embora eu reconheça que não estava claro.
Agora, vou traduzir essa última mensagem. A tradução estará entre colchetes.
Não, pois eu afirmei foi outra coisa ["que, em determinado lugar (País, Estado ou Cidade), os judeus, na média, são mais ricos que os cristãos."]- embora eu reconheça que não estava claro [pois ficou parecendo que eu havia dito que "os judeus eram mais ricos que os cristãos" mundialmente].
Então, o que você realmente quis dizer é que EM DETERMINADOS LUGARES (não em todos) os judeus são, na média, mais ricos que os cristãos? É isso?
Você quis comparar os judeus de Israel com os cristãos dos Estados Unidos e da Europa. Por causa dessa sua tentativa de refutação, eu vi que você não havia entendido o que eu havia tentado dizer e notei que era culpa minha.
Aí eu reformulei o que eu falei e coloquei o "em determinados lugares", que significava (culpa minha de novo) em qualquer lugar, fosse ele um país, estado ou cidade - excluindo o mundo e os continentes.
Portanto, o que eu quis dizer - desde o começo - é que, em qualquer país, estado ou cidade, os judeus, em média, são mais ricos que os cristãos.
é justamente por terem historicamente sido tão perseguidos (e por terem espírito histórico e grupal) que os judeus se tornaram como resultado disso "hiper-sensíveis". mas às vezes essa "hiper-sensibilidade" é mal direcionada e atrapalha ao invés de ajudar (ou seja, eles às vezes pensam que o inimgo é o Mel Gibson e não o Hamas ou o http://moveon.org/
1) Eu acho que Israel, a pátria dos judeus, sabe muito bem quem são os inimigos.
2) É patético crer que os judeus querem converter alguém a alguma coisa, especialmente se esse alguém já pratica todos os mandamentos previstos por essa alguma coisa. Não se pode falar em "noaísmo", já que as sete leis são claras em valerem para todas as outras religiões, o que implica que não cria uma religião nova, por conseqüência.
3) A política de cotas foi implantada no meu estado porque os negros foram escravos, e aí não puderam juntar dinheiro, e aí tiveram que trabalhar, e aí não puderam estudar, e aí não puderam estudar, que justamente lhes garantirá a possibilidade de juntar dinheiro - tudo isso por culpa do branco escravizador. A idéia de engenharia social permanece até hoje para prejudicar que não tem nada a ver com a história...
3.1) Os judeus, que sempre foram mais ricos que o resto da Humanidade, infelizmente, não conseguiram evitar o Holocausto. Das duas uma: ou suas hiper-sensibilidades não estavam tão 'hiper' ainda, e aí eles não se importaram, ou então ter grana não foi capaz de lhes garantir absolutamente nada diferente da morte certa.
4) Os judeus não ficam se juntando porque querem ficar exaltando suas "hiper-sensibilidades" contra e contra todos, mas exatamente porque precisam ir à Sinagoga rezar.
"As sete leis para os "filhos de Noé" são diferentes das leis para os judeus, que são em maior quantidade e complexidade."
Sim, claro. Ninguém está discutindo isso.
Non sequitur e truísmo seu.
Os judeus religiosos não querem converter nenhum gentio pra religião judaica (mosaica) deles. Porém os judeus religiosos querem que gentios no mundo todo adotem as Leis de Noé. E eles querem isso por razões religiosas. É portanto a religião judaica que determina que os gentios devem seguir as leis de Noé.
Porém pra um gentio budista, hindu, pagão ou sei lá o quê, essas "Leis de Noé" não significam nada.
Em outras palavras, as Leis de Noé obviamente fazem parte da religião judaica. É que a religião judaica impõe uma Lei (mais dura) pros judeus e outra (as Leis de Noé) pros gentios.
O gentio que optar por seguir essas Leis de Noé estará portando obedecendo a um preceito da religião judaica - justamente o preceito da religião judaica que se destina aos não-judeus. Pois não existe uma religião chamada "noaísmo".
As Leis de Noé não são leis islâmicas. Nem budistas. Nem taoístas. São leis judaicas (destinadas a gentios).
Porém os gentios pagãos não acreditavam em Noé nem em suas leis. Para que os gentios as seguissem seria preciso que passassem a acreditar em Noé, na Aliança pós-Dilúvio do Deus hebreu com toda a humanidade relatada nas Escrituras judaicas e que passassem portanto a acreditar no Deus dos hebreus. Ou seja, seria preciso que se "convertessem" (isto é, que passassem a acreditar que o Deus dos hebreus é o verdadeiro Deus e abandonassem seus deuses e ídolos pagãos).
e é isso portanto que os judeus religiosos querem? acabar com a idolatria (isto é, com as religiões pagãs) no mundo.
será que isso é tão difícil assim de se entender?
ora, é evidente que o Adriano está se fazendo de desentendido. Tá de sacanagem comigo.
O sr. é um fanfarrão, Adriano.