será que o O. de C. tem acompanhado as discussões nessa comunidade e na outra sobre o "sexo" anal, seus riscos à saúde em comparação ao tabagismo e Clodovil? (seria interessante se num próximo artigo dele mencionasse a oposição esquerdista à tortura policial constrastada com a empolgação esquerdista pelo BDSM e pelo Marquês de Sade):
"O sexo anal pode dar câncer no reto; o oral, câncer na garganta. Excluída a masturbação, que não exige parceiros, eis aí esgotado, com riscos incomparavelmente mais altos que os do abominado tabaco, o rol dos contatos sexuais possíveis numa relação gay. Que haverá nisso de tão excelso para que toda crítica a essas atividades seja proibida por lei? (...)
Não posso crer que meu pai teria agido melhor se em vez de depositar seu esperma no ventre da minha mãe ele o injetasse no conduto retal do vizinho, de onde o referido líquido iria para a privada na primeira oportunidade. Nem há como imaginar que essas duas hipóteses sejam tão nobres e respeitáveis uma quanto a outra. Por mais que à luz da doutrina gay isto soe até presunçoso, não posso admitir que eu e um cocô sejamos resultados igualmente desejáveis e valiosos de uma relação sexual. Nem suponho que os próprios senhores parlamentares mereçam esse radical nivelamento, ainda que muitos se esforcem para alcançá-lo.
Tudo isso é bastante evidente, e o deputado Clodovil Hernandes é a prova de que não é preciso ser heterossexual para admiti-lo.
(...)
Murilo
Essa sua frase, num tópico sobre gays, pegou mal... o pessoal da "Olavo de Carvalho Não Nos Telefona Nem Nos Manda Flores" vai adorar Nota de pé de página ao Pedro
Theodore Kaczinsky = Unabomber. Eu sei que ninguém aqui é burro, mas nem todo mundo sabe o nome verdadeiro da figura...
O intelectual ,dr. Olavo tem todos os créditos do mundo ,pelos milhares de textos produzidos, seus livros etc....É sem duvida uma referencia definitiva dos assuntos por ele abordados. Não fico dois dias sem ler seus textos.
Embora entendo perfeitamente o objetivo do texto , qual seja, a demonstração da incoerência de “certa elite“,especialmente ,quando assume posições radicais contra aqueles(especialmente quando querem limitar o direito individual das pessoas),que por razões religiosas não aceitam a distribuição de preservativos nas escolas ,acusam de estarem contribuindo pra o aumento de doenças DST... Mas são absolutamente complacentes e nada fazem ,sabe lá as razões, com aqueles que divulgam e estimulam o sexo oral,lesbianismo etc... como o ideal da boa realização sexual (há ate receituários...)etc....Aqui está a incoerência :e aí ,com estas preliminares, as doenças DSTcomo AIDS , também,não são meios transmissíveis ???.
Mas, sem duvida o texto “ Ódio a Realidade “de 17/05,não pela intenção/objetivo,mas pelos es termos utilizados julgo incompatível com a inteligência brilhante do dr. Olavo.Realmente ,ele teria mil formas,profundo conhecedor da “’flor do Lacio” ,de explicitar seu pensamento sem recorrer a termos pouco que chocam ....Mas ,como disse antes ,ele tem muitos créditos... Por conta de dezenas,centenas de seus escritos.,mas ,este texto sem duvida foi muito infeliz ,os termos utilizados não são um primor da língua pátria!(Nos acostumamos admirar os belos textos do autor)Não se espera daquele que é referencia para milhões de jovens ,num mar de mediocridades e de falsos entendidos, algo que não tenha a qualidade literária de um texto como:A Autoridade Religiosa do mal -29/01/07;A tragédia do Estudante serio no Brasil- 12/02;....) .Isso para falar apenas dos textos recentes!
Acho ,portanto, que o Pedro tem razão quando expõem sua divergência ,mas também acho que o Silvio e o Glenwood têm razão quando procura defender a integridade intelectual do Prof Olavº
Do mais ,não devemos esquecer o drama de um Homem que ,embora considerado um dos maiores intelectuais contemporâneo ,é o único “exilado “ do País,por conta exatamente de suas opiniões....Não é difícil imaginar a pressão emocional e psicológica vivida pelo DR. Olavo..., sabe-se lá o momento em que foi levado pela profunda emoção à redifir o referido texto! .Como disse ,ele tem milhões de créditos!
Vamos discutir ,algo muito mais importante , este estado dentro do estado ou seja o Estado da comunidade USPiana dentro do Estado de Direito!.Afinal todos nós somos contribuinte em torno de 9,23% (acho que é este numero) do total de ICMS que pagamos. (segundo estudos da Sec.Fazenda ,um cidadão que tem uma renda de R$ 1,000,00 , paga em media 19% de ICMS- exatos R$ 190,00 .Portanto ,um cidadão com renda media de 1000,00,paga-se R$ 17,53 /mensal , para manter as três Universidades Estaduais).
"Pedro ...
Eu já passei por essa experiência de que, para alguns aqui, o verbete contestação é maculado e odioso."
Foi assim que lhe "transpareceu"? rs
De qualquer modo, tenha um bom retorno, faça suas "contestações" à vontade, mas não perca as estribeiras, tá? Sempre haverá alguém para assumir sua "defensoria".
Muito bem, estou de volta. Só, por enquanto, tomando conhecimento dos debates!
E, claro, eu gosto de debater com o Pedro - já disse antes. Ainda não entendi exatamente qual é o debate, mas estou tão ansiosa pra voltar que arrisco deixar a minha opinião aqui: eu não "não gosto" de homossexuais, mas definitivamente considero o homossexualismo uma perversão - um desvio de comportamento, na maioria absoluta dos casos forçado por uma sutil imposição cultural. Pronto, falei!
Se considerasse o homossexualismo uma doença orgânica, minha abordagem não seria esta. Portanto, fica explicado que não o considero assim - não na imensa maioria dos casos, repito. Considero uma imposição cultural: e portanto, uma ação que VITIMIZA. A palavra "imposição" é excessiva? Talvez - podem trocar por "convencimento". "Sugestão" seria fraca demais.
O fato é que, por todo o tipo de análise que já fiz, por todo tipo de conversa que já tive, por inúmeros fatores que seria longo detalhar, cheguei a esta conclusão. O homossexualismo, hoje, é uma cooptação. Não sou expert em teorias da conspiração, como o nosso amigo Uriel - sou ingênua demais, e velha demais, pra isso: mas esta me parece evidente.
O que você acha, Pedro? Concorda comigo que pessoas estão sendo cooptadas para essa alteração de comportamento, como se arregimenta gente para um exército, através de uma propaganda (que me parece eficiente, aliás - levando-se em conta a idiotização e a desmoralização concomitantes)? Naturalmente, essa abordagem explica toda uma postura pessoal que me faz não "odiar" homossexuais, mas sim odiar a idéia de endossar ou ser indiferente ao que, antes de mais nada, seria uma ação que visa à perversão alheia - ou seja, que não "amplia" escolhas, mas sim as reduz drasticamente.
TRANSPARECERAcepções■ verbo
transitivo indireto1 aparecer, total ou parcialmente, através de; transluzir
Ex.: recifes de coral transpareciam sob a água límpidatransitivo indireto e intransitivo2 Derivação: sentido figurado.
fazer-se conhecido; revelar-se, manifestar-se
Ex.: Etimologia
trans- + aparecer, prov. infl. do fr. transparaître (1671) 'aparecer como através de um véu', este der. de transparent 'transparente' pelo modelo de paraître 'aparecer'; ver par(e)-
In Olavo de Carvalho:
"Analfabetismo funcional é impossibilidade de produzir a representação imaginativa da coisa lida ou ouvida.(...) O analfabeto funcional não pode alcançar a representação imaginativa: ou permanece insensível à mensagem verbal ou tem de projetar sobre ela algum conteúdo da memória, escolhido ao acaso das associações de idéias e embebido de conotações valorativas deslocadas do assunto."
Não é chavão, é conceito: a incapacidade de compreender um texto mesmo sabendo ler é sintoma de analfabetismo funcional. Por exemplo, na definição do verbo "transparecer" se denota que sua natureza é a de um verbo reflexivo, sendo portanto impróprio semanticamente utilizá-lo ao lado de um pronome oblíquo. As coisas transparecem por si mesmas, nunca "me transparecem", "lhe transparecem", etc.
Da mesma forma, é brutal incompreensão achar que o tema critica o homossexualismo em si, ou defende o tabagismo: ele aponta para a distorção ideológica que se estabelece entre as duas práticas, distorção esta que não é acidental. Então, no caso, referências ao homossexualismo feminino, ou a outras práticas que provocam doenças, é fugir ao escopo do artigo, o que só se faz por malícia ou analfabetismo funcional.
São uma espécie de punks, uma nova "tribo" ou modismo entre adolescentes, que se tem se espalhada nas metrópoles como praga.
O termo vem de emocore, que por sua vez deriva de emotional hardcore, e trata-se de um estilo musical variante do Rock que se caracteriza pela histeria emocional, letras emotivas repletas de alusões a suicídio e sentimentos de rejeição, agudos vocais exagerados etc.
Os emos usam freanjinhas escorridas (parecidas com a de Hitler), pintam os olhos com lápis preto simulando olheiras escuras (inclusive os garotos).. são em suma uma espécie de neo-Românticos ou góticos.
(antes que me corrijam: eu sei que a dupla Tatu não é emo. Por que então as mencionei?
É que os emos glamourizaram e popularizaram o homossexualismo masculino - entre adolescentes de classe média - de uma maneira que poucos anos atrás seria impensável no Brasil.
Já dupla musical pop Tatu fez com que garotas de classe média que supostamente não são lésbicas adotassem a prática de se beijarem na boca de língua de forma sexy quando estão na pista de dança em boites - supostamente para mostrarem que são cool, que não têm preconceitos ou para chamar a atenção dos garotos e excitá-los.
Isso (o beijo na boca entre garotas) se tornou socialmente aceitável e um modismo - e foi visto até no carnaval da Bahia quando a esposa do novo governador beijou na boca demoradamente uma outra mulher - http://www.olavodecarvalho.org/semana/070312Bdc.html
Tanto os emos quanto a dupla Tatu receberam amplo destaque e divulgação pela MTV, e a MTV Brasil hoje é canal aberto.
Pedro, eu conheço as variações cromossomiais - e garanto a você que são raras. Naturalmente, a propagação de uma variação cromossomial que se traduz na incapacidade de gerar descendentes não faria com que essa variante genética aumentasse - mas sim, evidentemente, a manteria em patamares estáveis e mínimos, constantes na população como um todo. O chamado "acaso genético", mesmo à primeira olhada, não pode - pelo mais elementar bom-senso - justificar um aumento de um fenômeno, que, per se, praticamente eliminaria (ou pelo menos diminuiria drasticamente) a probabilidade de sua propagação genética. O fenômeno se enquadra, portanto, por todas as análises lógicas, como predominantemente adquirido, não como herdado: a proporção de variantes genéticas é, como se pode confirmar, constante e mínima - o que aumenta é a proporção de portadores de comportamento adquirido.
Eu já comentei o assunto aqui e em outros lugares do orkut, e tive muita alegria em receber emails de pessoas (quatro pessoas, para ser exata) que, tendo manifestado em algum ponto de sua vida comportamento homossexual, se sentiam desconfortáveis com isso, infelizes, e gostariam de ouvir mais comentários. Fiquei extremamente grata às pessoas pela confiança depositada em mim, e também por me darem a confirmação de que o que penso não está longe da Verdade, essa amiga querida.
O que me incomoda não é exatamente que alguém siga este ou aquele caminho: o que me incomoda (mais do que tudo) é que alguém seja empurrado pra seguir um caminho infeliz, e que nem é o seu!!!!! Minha disputa é com o Mal, esse sórdido carreador! É difícil, porque ele não tem cara, e se esconde atrás de outras coisas, e mimetiza o Bem sempre que pode, e falseia a Verdade, induz, persegue, captura! Suponho que seja isto o que se chama "tentação", e considero meu dever pelo menos tentar ajudar a quem se vê tão fragilizado a ponto de sucumbir, ou ser tragado para uma vida que não deveria ser a sua - quando existe a hipótese de seguir outra melhor.
Bem, o que fica claro nos relatos é que, em primeiro lugar, juntam-se diversos fatores para a fragilização. A dissolução da família seria a primeira. A simplicidade tem uma força de vendaval, e há coisas que, por verdadeiras, não admitem contestações. A Verdade tem esse costume: não adianta negá-la, porque ela te pega ali na frente e te derruba de cara no chão! TODA criança precisa de um pai e de uma mãe bons e presentes. Não há racionalização possível, e esse papo idiota de "qualidade de tempo" em vez de "quantidade" é conversa de bullshiteiro. Criança precisa de atenção e de cuidado, porque amor se traduz exatamente nisso, não nessa hipocrisia abstrata de que o trabalho da mamãe está tornando a mamãe "realizada" e é portanto ótimo, mesmo que a criança fique largadinha seja lá nas mãos de quem for que esteja sendo pago pra ficar com ela.
O preço disso - e não me interessa aqui e agora debater se a mãe precisa ou não precisa fazer isso, mas apenas analisar friamente - é o mais brutal handicap que pode cair sobre alguém, e vai marcar essa pessoa para sempre. Se não tem outro jeito, eu lamento: mas o handicap não diminui por causa disso.
Anulou-se a preciosa, a inestimável ajuda da família estendida, direta ou colateral: e foram expulsos do cenário avós e bisavós, tios e parentes, porque a noção do clã, que é a extensão natural da família, foi despedaçada no "cada um por si" da estupidez. Mamãe e papai precisam de dinheiro, dinheiro, dinheiro, pra comprar a consciência do pobre abandonadinho, que aos poucos é engolido pela voracidade do esquema, e passa a fazer parte dele, querendo mais e mais daquelas "coisas" que jamais o satisfarão, porque o cuidado e a atenção não podem ser substituídos. O resultado, é claro, é ou a crescente tirania - inaplacável - ou a perda progressiva da auto-estima e a triste desistência do pequenino ser confuso que não pertence a nenhuma família, a nenhum grupo, a ninguém - e por cuja vida passam pessoas estranhas e diversas, como folhas no vento.
Fragilizado, longe do conforto de Deus, porque a ponte está bloqueada (e este é o ponto importante), eis a presa pronta, por tornada vulnerável.
Esta é, guardadas as devidas proporções, também a estratégia das leoas na caçada: separar, portanto fragilizar, e pronto. Tudo fica fácil, e o Mal não tem lá maiores recursos criativos, e nem precisa ter. É muito simples, e sempre eficaz.
Bom, continuando, é essa fragilização, então, o primeiro passo: o segundo, naturalmente, é oferecer ao não-pertencente o simulacro do pertencimento.
"Will you walk into my parlor?" said the Spider to the Fly,
"'Tis the prettiest little parlor that ever you did spy;
The way into my parlor is up a winding stair,
And I have many curious things to show you when you are there."
"Oh no, no," said the Fly, "to ask me is in vain;
For who goes up your winding stair can ne'er come down again."
"I'm sure you must be weary, dear, with soaring up so high;
Will you rest upon my little bed?" said the Spider to the Fly.
"There are pretty curtains drawn around, the sheets are fine and thin;
And if you like to rest awhile, I'll snugly tuck you in!"
"Oh no, no," said the little Fly, "for I've often heard it said
They never, never wake again, who sleep upon your bed!"
Said the cunning Spider to the Fly, "Dear friend, what can I do
To prove that warm affection I've always felt for you?
I have within my pantry, good store of all that's nice;
I'm sure you're very welcome - will you please take a slice?"
"Oh no, no," said the little Fly, "kind sir, that cannot be,
I've heard what's in your pantry, and I do not wish to see!"
"Sweet creature," said the Spider, "you're witty and you're wise;
How handsome are your gauzy wings, how brilliant are your eyes!
I have a little looking-glass upon my parlor shelf;
If you step in one moment, dear, you shall behold yourself."
"I thank you, gentle sir," she said, "for what you're pleased to say;
And bidding good morning now, I'll call another day."
The Spider turned him round about, and went into his den,
For well he knew the silly Fly would soon come back again;
So he wove a subtle web in a little corner sly,
And set his table ready to dine upon the Fly.
then he came out to his door again, and merrily did sing,
"Come hither, hither, pretty Fly, with the pearl and silver wing;
Your robes are green and purple, there's a crest upon your head;
Your eyes are like the diamond bright, but mine are as dull as lead."
Alas, alas! how very soon this silly little Fly,
Hearing his wily, flattering words, came slowly flitting by;
With buzzing wings she hung aloft, then near and nearer drew, -
Thinking only of her brilliant eyes, and green and purple hue;
Thinking only of her crested head - poor foolish thing! At last,
Up jumped the cunning Spider, and fiercely held her fast.
He dragged her up his winding stair, into his dismal den
Within his little parlor - but she ne'er came out again!
And now, dear little children, who may this story read,
To idle, silly, flattering words, I pray you ne'er heed;
Unto an evil counsellor close heart, and ear, and eye,
And take a lesson from this tale of the Spider and the Fly.
Pois é, a gente pensa que é mais uma coisinha idiotinha - que é, é claro - e aí se percebe que a coisinha idiotinha morde, e é venenosa pra caramba. Por aí.