Uma ONG de judeus que colabora com prisões de nazistas que se esconderam
após a Segunda Guerra, colocou o cartunista brasileiro Carlos Latuff,
como o terceiro mais antissemita do mundo, só perde para a Irmanda
Muçulmanda do Egito e o Regime Iraniano.
Recebo
com tranquilidade a citação de meu nome numa lista dos "10 mais
antissemitas" pelo Centro Simon Wiesenthal. A organização, que leva o
nome de um célebre caçador de nazistas, sob o argumento da proteção aos
direitos humanos e combate ao antissemitismo, promove a agenda da
política israelense.
A minha charge que acompanha o relatório
mostra o primeiro-ministro de Israel Benjamin Netanyahu tirando proveito
eleitoral dos recentes bombardeios a faixa de Gaza (o ataque foi
realizado a 2 meses das eleições em Israel). Em novembro desse ano, o
rabino Marvin Hiers, fundador do Centro Simon Wiesenthal, me acusou
publicamente na Internet de ser "pior que antissemita" por fazer tal
crítica através do desenho.
Não é por acaso que meu nome foi
citado junto com o de diversos extremistas e racistas. É uma estratégia
do lobby pró-Israel associar de maneira maliciosa críticas ao estado de
Israel com ódio racial/religioso, numa tentativa de criminalizar a
dissidência.
Crítica ou mesmo ataque a entidade política
chamada Israel não é ódio aos judeus porque o governo israelense NÃO
representa o povo judeu, assim como nenhum governo representa a
totalidade de seu povo. Essa não foi a primeira e nem será a última vez
que tal incidente acontece, e por entender que tais acusações são
orquestradas por quem apoia a colonização da Palestina, seguirei com
minha solidariedade ao povo palestino.
Foi esse bundão que usou sua "arte" para promover a ‘primavera árabe’. Mas, afinal, o quê esperar de uma bichona esquerdosa, antissemita e antiamericana?
É o típico idiota útil, chupador de trola de terrorista. O cara ganhou premio no Irã, no concurso de cartoon sobre Holocausto. Ele devia ir morar lá, experimentar a vida boa dos gays por aquelas bandas, já que Israel é o cão.
Esse bosta seria tratado como uma doença - coisa que, no fundo, ele não deixa de ser; não por sua homossexualidade, mas por sua calamitosa abdicação moral.