Rio - No lugar de Julieta, um Romeu ao quadrado. Substituindo a eterna
mocinha de William Shakespeare por um rapaz chamado Romeu, na peça ‘Romeu &
Romeu’ — escrita por Ronaldo Ciambroni, que estreia no dia 28 de dezembro, no
Solar de Botafogo —, o diretor Ignácio Coqueiro pretende inovar ao contar a
história de um casal gay [sic] com muitos conflitos. “Apesar de estarmos num
tempo moderno, o tema ainda é cheio de rótulos e preconceitos. Falamos da
relação de amor de dois homens que têm problemas como qualquer outra pessoa”,
esclarece Ignácio, que também é diretor de novelas da Record.
Assim como
no clássico de Shakespeare, ‘Romeu & Romeu’ também leva aos palcos uma
tragédia. Ao sofrer bullying, um dos mocinhos empurra o agressor, que acaba
batendo a cabeça e morrendo em seguida. “O cara chama um deles de veado no meio
da rua, na frente de todo mundo”, adianta Ignácio.
Os atores escolhidos,
Adriano DiCarvalho e Iuri Saraiva, não são gays. “Fiz questão de chamar dois
atores heterossexuais. Falo para eles que todo mundo tem um lado gay dentro de
si e peço para colocarem para fora. A química dos dois é muito boa”, elogia o
diretor, que foge da polêmica do beijo gay. Segundo ele, não será apenas um.
Serão vários beijos durante todo o espetáculo de 60 minutos. “É uma peça 100%
gay, mas abordamos as questões de uma forma sensível e delicada. São vários
beijos e abraços que acontecem naturalmente, sem aquela coisa forçada”,
explica.
Apesar do tema e do título polêmicos, o diretor espera todo tipo
de público, do conservador ao moderninho. “Fizemos questão de fazer algo para
qualquer público, do A ao Z. Não é um espetáculo apenas para o público gay.
Contamos uma história de amor, a diferença é que o casal de protagonistas é
gay”, simplifica. (*)
(*) Não fossem os
beijos gays, que convertem a peça de teatro num palco de obscenidades, este
espetáculo seria uma verdadeira comédia; uma verdadeira sátira do romance de
Shakespeare, considerando que aquilo a que os gays melhor se dedicam é fazer os
outros rirem mediante seus particulares trejeitos. Tirando os repugnantes
beijos gays, seria, pois, digno de riso dois marmanjos protagonizando cenas
românticas. Com efeito, é falsa, enganosa e risível a idéia de romantismo no
universo gay, ainda que a mídia e os esquerdistas tentem propagá-la. Gays não
amam nem a si mesmos, o que dirá o próximo. O relacionamento homossexual é
marcado por pruridos de pulsões luxuriantes que são saciados por meio de
qualquer instrumento cilíndrico, podendo até dispensar pessoas. Os http://diariodebanheirao.blogspot.com.br/ da vida que o
digam. Romantismo gay é um embuste! É falsear a realidade de um mundo marcado
pela promiscuidade como regra número 1. Não é incomum, outrossim, nos
depararmos com homossexuais se entalando com objetos e até animais no reto.
Amor gay? Romantismo shakespereano gay? Puff...Rio - No lugar de Julieta, um Romeu ao quadrado. Substituindo a eterna
mocinha de William Shakespeare por um rapaz chamado Romeu, na peça ‘Romeu &
Romeu’ — escrita por Ronaldo Ciambroni, que estreia no dia 28 de dezembro, no
Solar de Botafogo —, o diretor Ignácio Coqueiro pretende inovar ao contar a
história de um casal gay [sic] com muitos conflitos. “Apesar de estarmos num
tempo moderno, o tema ainda é cheio de rótulos e preconceitos. Falamos da
relação de amor de dois homens que têm problemas como qualquer outra pessoa”,
esclarece Ignácio, que também é diretor de novelas da Record.
Assim como
no clássico de Shakespeare, ‘Romeu & Romeu’ também leva aos palcos uma
tragédia. Ao sofrer bullying, um dos mocinhos empurra o agressor, que acaba
batendo a cabeça e morrendo em seguida. “O cara chama um deles de veado no meio
da rua, na frente de todo mundo”, adianta Ignácio.
Os atores escolhidos,
Adriano DiCarvalho e Iuri Saraiva, não são gays. “Fiz questão de chamar dois
atores heterossexuais. Falo para eles que todo mundo tem um lado gay dentro de
si e peço para colocarem para fora. A química dos dois é muito boa”, elogia o
diretor, que foge da polêmica do beijo gay. Segundo ele, não será apenas um.
Serão vários beijos durante todo o espetáculo de 60 minutos. “É uma peça 100%
gay, mas abordamos as questões de uma forma sensível e delicada. São vários
beijos e abraços que acontecem naturalmente, sem aquela coisa forçada”,
explica.
Apesar do tema e do título polêmicos, o diretor espera todo tipo
de público, do conservador ao moderninho. “Fizemos questão de fazer algo para
qualquer público, do A ao Z. Não é um espetáculo apenas para o público gay.
Contamos uma história de amor, a diferença é que o casal de protagonistas é
gay”, simplifica. (*)
(*) Não fossem os
beijos gays, que convertem a peça de teatro num palco de obscenidades, este
espetáculo seria uma verdadeira comédia; uma verdadeira sátira do romance de
Shakespeare, considerando que aquilo a que os gays melhor se dedicam é fazer os
outros rirem mediante seus particulares trejeitos. Tirando os repugnantes
beijos gays, seria, pois, digno de riso dois marmanjos protagonizando cenas
românticas. Com efeito, é falsa, enganosa e risível a idéia de romantismo no
universo gay, ainda que a mídia e os esquerdistas tentem propagá-la. Gays não
amam nem a si mesmos, o que dirá o próximo. O relacionamento homossexual é
marcado por pruridos de pulsões luxuriantes que são saciados por meio de
qualquer instrumento cilíndrico, podendo até dispensar pessoas. Os http://diariodebanheirao.blogspot.com.br/ da vida que o
digam. Romantismo gay é um embuste! É falsear a realidade de um mundo marcado
pela promiscuidade como regra número 1. Não é incomum, outrossim, nos
depararmos com homossexuais se entalando com objetos e até animais no reto.
Amor gay? Romantismo shakespereano gay? Puff...
mocinha de William Shakespeare por um rapaz chamado Romeu, na peça ‘Romeu &
Romeu’ — escrita por Ronaldo Ciambroni, que estreia no dia 28 de dezembro, no
Solar de Botafogo —, o diretor Ignácio Coqueiro pretende inovar ao contar a
história de um casal gay [sic] com muitos conflitos. “Apesar de estarmos num
tempo moderno, o tema ainda é cheio de rótulos e preconceitos. Falamos da
relação de amor de dois homens que têm problemas como qualquer outra pessoa”,
esclarece Ignácio, que também é diretor de novelas da Record.
Assim como
no clássico de Shakespeare, ‘Romeu & Romeu’ também leva aos palcos uma
tragédia. Ao sofrer bullying, um dos mocinhos empurra o agressor, que acaba
batendo a cabeça e morrendo em seguida. “O cara chama um deles de veado no meio
da rua, na frente de todo mundo”, adianta Ignácio.
Os atores escolhidos,
Adriano DiCarvalho e Iuri Saraiva, não são gays. “Fiz questão de chamar dois
atores heterossexuais. Falo para eles que todo mundo tem um lado gay dentro de
si e peço para colocarem para fora. A química dos dois é muito boa”, elogia o
diretor, que foge da polêmica do beijo gay. Segundo ele, não será apenas um.
Serão vários beijos durante todo o espetáculo de 60 minutos. “É uma peça 100%
gay, mas abordamos as questões de uma forma sensível e delicada. São vários
beijos e abraços que acontecem naturalmente, sem aquela coisa forçada”,
explica.
Apesar do tema e do título polêmicos, o diretor espera todo tipo
de público, do conservador ao moderninho. “Fizemos questão de fazer algo para
qualquer público, do A ao Z. Não é um espetáculo apenas para o público gay.
Contamos uma história de amor, a diferença é que o casal de protagonistas é
gay”, simplifica. (*)
(*) Não fossem os
beijos gays, que convertem a peça de teatro num palco de obscenidades, este
espetáculo seria uma verdadeira comédia; uma verdadeira sátira do romance de
Shakespeare, considerando que aquilo a que os gays melhor se dedicam é fazer os
outros rirem mediante seus particulares trejeitos. Tirando os repugnantes
beijos gays, seria, pois, digno de riso dois marmanjos protagonizando cenas
românticas. Com efeito, é falsa, enganosa e risível a idéia de romantismo no
universo gay, ainda que a mídia e os esquerdistas tentem propagá-la. Gays não
amam nem a si mesmos, o que dirá o próximo. O relacionamento homossexual é
marcado por pruridos de pulsões luxuriantes que são saciados por meio de
qualquer instrumento cilíndrico, podendo até dispensar pessoas. Os http://diariodebanheirao.blogspot.com.br/ da vida que o
digam. Romantismo gay é um embuste! É falsear a realidade de um mundo marcado
pela promiscuidade como regra número 1. Não é incomum, outrossim, nos
depararmos com homossexuais se entalando com objetos e até animais no reto.
Amor gay? Romantismo shakespereano gay? Puff...Rio - No lugar de Julieta, um Romeu ao quadrado. Substituindo a eterna
mocinha de William Shakespeare por um rapaz chamado Romeu, na peça ‘Romeu &
Romeu’ — escrita por Ronaldo Ciambroni, que estreia no dia 28 de dezembro, no
Solar de Botafogo —, o diretor Ignácio Coqueiro pretende inovar ao contar a
história de um casal gay [sic] com muitos conflitos. “Apesar de estarmos num
tempo moderno, o tema ainda é cheio de rótulos e preconceitos. Falamos da
relação de amor de dois homens que têm problemas como qualquer outra pessoa”,
esclarece Ignácio, que também é diretor de novelas da Record.
Assim como
no clássico de Shakespeare, ‘Romeu & Romeu’ também leva aos palcos uma
tragédia. Ao sofrer bullying, um dos mocinhos empurra o agressor, que acaba
batendo a cabeça e morrendo em seguida. “O cara chama um deles de veado no meio
da rua, na frente de todo mundo”, adianta Ignácio.
Os atores escolhidos,
Adriano DiCarvalho e Iuri Saraiva, não são gays. “Fiz questão de chamar dois
atores heterossexuais. Falo para eles que todo mundo tem um lado gay dentro de
si e peço para colocarem para fora. A química dos dois é muito boa”, elogia o
diretor, que foge da polêmica do beijo gay. Segundo ele, não será apenas um.
Serão vários beijos durante todo o espetáculo de 60 minutos. “É uma peça 100%
gay, mas abordamos as questões de uma forma sensível e delicada. São vários
beijos e abraços que acontecem naturalmente, sem aquela coisa forçada”,
explica.
Apesar do tema e do título polêmicos, o diretor espera todo tipo
de público, do conservador ao moderninho. “Fizemos questão de fazer algo para
qualquer público, do A ao Z. Não é um espetáculo apenas para o público gay.
Contamos uma história de amor, a diferença é que o casal de protagonistas é
gay”, simplifica. (*)
(*) Não fossem os
beijos gays, que convertem a peça de teatro num palco de obscenidades, este
espetáculo seria uma verdadeira comédia; uma verdadeira sátira do romance de
Shakespeare, considerando que aquilo a que os gays melhor se dedicam é fazer os
outros rirem mediante seus particulares trejeitos. Tirando os repugnantes
beijos gays, seria, pois, digno de riso dois marmanjos protagonizando cenas
românticas. Com efeito, é falsa, enganosa e risível a idéia de romantismo no
universo gay, ainda que a mídia e os esquerdistas tentem propagá-la. Gays não
amam nem a si mesmos, o que dirá o próximo. O relacionamento homossexual é
marcado por pruridos de pulsões luxuriantes que são saciados por meio de
qualquer instrumento cilíndrico, podendo até dispensar pessoas. Os http://diariodebanheirao.blogspot.com.br/ da vida que o
digam. Romantismo gay é um embuste! É falsear a realidade de um mundo marcado
pela promiscuidade como regra número 1. Não é incomum, outrossim, nos
depararmos com homossexuais se entalando com objetos e até animais no reto.
Amor gay? Romantismo shakespereano gay? Puff...