Enquete sobre liberação de armas
sobre aquisição, posse, porte e circulação de armas de fogo e munições
e que revoga o atual estatuto do desarmamento. Participação do deputado
Peninha, autor do projeto; presidente do Movimento Viva Brasil, Bené
Barbosa; relator deputado Cláudio Cajado; Coronel Achiles do Ministério
da Defesa; Almir Laureano do Conasp; SALÉSIO NUHS da Associação
Nacional da Indústria de Armas e Munições; deputado Jair Bolsonaro,
deputado Alberto Fraga.
São 98 min que resumem um pouco da história dessa empulhação desarmamentista e o relator do projeto se mostrou favorável ao PL, afinal o baiano Cláudio Cajado teve sua fazenda assaltada e mesmo sendo uma "otoridade" encontrou dificuldades para adquirir uma arma. Ótima intervenção de Bolsonaro, que calou a boca do defensor do direito dos manos presente na audiência: Almir Laureano do Conasp. Além disso Bolsonaro e Alberto Fraga contaram alguns bastidores da campanha contra o desarmamento na época do referendo.
http://www.youtube.com/watch?v=Seh_W4MlLVQ
Campanha quer reduzir elevado número de homicídios por motivos banais no Brasil
Homicídios cometidos por impulso ou por motivos fúteis representaram 100% do total de assassinatos com causas identificadas registradas no Acre em 2011 e 2012. Em outros estados, o índice supera os 80%, como em São Paulo (83%, nos últimos dois anos) e em Santa Catarina (82,13%, em 2012). Os dados foram divulgados hoje (8) pelo Conselho Nacional do Ministério Público durante lançamento da campanha Conte até 10. Paz. Essa É a Atitude.
De acordo com o levantamento, a taxa de homicídios cometidos por impulso ou por motivos fúteis chegou a 63,77%, em Goiás,em 2012; a 50,66%, em Pernambuco, em 2011; a 43,13%, no Rio Grande do Sul, em 2011; e a 26,85%, no Rio de Janeiro, no período de janeiro de 2011 a setembro de 2012.
http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2012-11-08/c…is-no-brasil
Campanha busca reduzir os crimes por motivos banais no Brasil
Média nacional é de uma morte por motivo banal a cada quatro assassinatos.
Atletas do MMA e do judô participam de campanha contra a violência.
Em Belém, uma discussão de trânsito quase terminou em tragédia. Tudo isso por uma causa do alarme da moto que disparou. Imagens feitas por um cinegrafista amador mostram que o agente de trânsito pega um pedaço de pau no chão. O motociclista consegue tirar o porrete das mãos do agente, mas as agressões não param. Depois de muita pancada enfim, um homem separa os dois.
Em Cinelândia, a 30 quilômetros de Brasília, uma discussão entre vizinhos custou a vida de um motoboy de 40 anos de idade. O homem levou cinco tiros porque o volume da música que ele ouvia em casa estava muito alto.
No Distrito Federal, os assassinatos cometidos por impulso, por uma ação impensada já representam 23% dos homicídios.
Em São Paulo, de janeiro de 2011 a setembro de 2012, 83% dos homicídios foram por motivos banais. “Todos nós podemos em algum momento extrapolar as dimensões da sociabilidade e avançarmos na direção do outro”, comenta Cyntia Ciarallo, psicóloga.
Perder a cabeça e partir para agressão é um comportamento que se repete em quase todo o país. O levantamento do Conselho Nacional do Ministério Público feito em 16 estados mostra que a média nacional é de uma morte por motivo banal em cada quatro assassinatos, por isso é importante aprender a contar até dez.
Esse é o tema da campanha lançada hoje em Brasília. Nos vídeos, os atletas do MMA e do judô transmitem a principal mensagem: “Lutas só no tatame ou no ringue”.
A campanha ‘Conte até 10’ não tem prazo para acabar. “Temos que preservar a tolerância, a paz porque isso modifica completamente os nossos índices de violência. O Brasil é um dos países mais violentos do mundo os nossos índices são muito impressionantes”, declara Taís Ferraz, coordenadora da campanha.
A campanha ‘Conte até 10’ será divulgada principalmente nas escolas. Serão exibidos vídeos e distribuídas cartilhas, que foram feitas em parceria com o Ministério da Educação.
Jornal Hoje
[url]/Main#Profile?uid=16914853910049856981[/url]:Esses crimes ''banais'' são do mesmo nível que diziam na época do referendo.
Campanha busca reduzir os crimes por motivos banais no Brasil
Média nacional é de uma morte por motivo banal a cada quatro assassinatos.
Atletas do MMA e do judô participam de campanha contra a violência.
Em Belém, uma discussão de trânsito quase terminou em tragédia. Tudo isso por uma causa do alarme da moto que disparou. Imagens feitas por um cinegrafista amador mostram que o agente de trânsito pega um pedaço de pau no chão. O motociclista consegue tirar o porrete das mãos do agente, mas as agressões não param. Depois de muita pancada enfim, um homem separa os dois.
Em Cinelândia, a 30 quilômetros de Brasília, uma discussão entre vizinhos custou a vida de um motoboy de 40 anos de idade. O homem levou cinco tiros porque o volume da música que ele ouvia em casa estava muito alto.
No Distrito Federal, os assassinatos cometidos por impulso, por uma ação impensada já representam 23% dos homicídios.
Quando a Angélica afirmava que 90 e poucos por cento dos crimes com armas de fogo eram rixas pessoais.
Claro que ai dentro tava acerto de conta entre gangues,assassinato de bandidos por outros e etc.
[url]/Main#Profile?uid=16914853910049856981[/url]:A cultura de violência contra a mulher está diminuindo após a Maria da Penha. E se a lei for dura, não só contra os agressores da mulher, mas também contra os assassinos em geral, com certeza esta cultura irá diminuir.
O que eu postei acima mostra quão violenta é a cultura brasileira.
[url]/Main#Profile?uid=4750913714703223831[/url]:Falou tudo. Essa real probabilidade de execução imediata por conduta imprudente é o X da questão.
Mas uma vez que a população esteja acostumada a presença de armas, elas terão mais receio de enfrentar outra pessoa, mesmo de cabeça quente, pois presumirá que ela também poderá estar armada ou alguém ao redor. A impunidade é o principal fator agravante da criminalidade, inclusive as provocadas por motivos fúteis, e uma vez que houver real probabilidade de sofrer execução imediata por uma conduta imprudente, a tendência é que se sintam mais inibidas a realizá-las.
Vamos comparar os seguintes dados entre Brasil e EUA: número de habitantes, como ocorre o porte de armas em cada país e o total de homicídios por ano.
Vejamos então:
EUA - 300 milhões de habitantes > diversos lares possuem armas legais e as pessoas podem conseguir armas tranquilamente (embora o Bostama esteja prestes a acabar com isso pra beneficiar a bandidagem) > ocorrem entre 10 e 20 mil homicídios por ano
Brasil - 190 milhões de habitantes > porte de armas ALTAMENTE burocrático e fiscalizado pelo governo, e somente 4% dos lares possuem armas legais > 50 mil homicídios por ano.
Se fosse como você falou, que quanto mais armas a coisa seria ainda pior, então era pros EUA ter mais índices de violência que o Brasil e não o inverso. E era pros índices de homicídios do Brasil terem caído a partir de 1997 (ano em que foi trazido as campanhas desarmamentistas pra cá) e não aumentado como aumentaram.
Quem prefere o estado dando segurança do que si próprio não poderia estar na comunidade do Olavo!
