Fórum Olavo de CarvalhoArquivo da comunidade do Orkut · 2004–2013

P Correto faz gafe virar "crime contra humanidade"

Iniciado por jcarlos em 23/01/2013 · 25 mensagens

jcarlos#1
Um vendedor de uma loja da BMW deu uma baita de uma mancada, confundiu o
filho de um casal com alguns meninos que mendigavam no local e o mandou
sair da loja.

Uma baita de uma mancada, mas pela ótica dos
politicamente corretos é quase como se fosse um "crime contra a
humanidade", . As reações são tão histéricas que o gerente é exposto na
mídia, ridicularizado, ameaçado de perder o emprego e não será surpresa
se estiver recebendo ameaças de morte.

E a Globo adora tacar uma gasolina, como sempre, acompanhem:

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===============

http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2013/01/c…-no-rio.html
rafael_2#2
Eu estava lendo a notícia mais cedo e realmente a coisa tá feia.  O curioso é que atualmente o crime de racismo se "prova" por mera asserção: Se alguém é acusado de ser racista, está provado que é, pouco importando suas intenções. Com isto o dolo - a vontade consciente de cometer um crime - é abolido e o crime passa a ser um fato presumido. Ainda que o vendedor em nenhum momento tenha tido a vontade deliberada de ser racista não importa, ele é racista porque o menino era negro. E pelos comentários dos internautas do site de O Globo, se você tenta simplesmente argumentar que o vendedor não foi racista, é porque você também é racista e está defendendo o crime.

Há um caso muito semelhante narrado no Imbecil Coletivo I, o nome do texto é Anti-racismo postiço.
rafael_2#3
— Nossa ideia não é processar a empresa. Queremos, sim, uma retratação
pública. Não foi um mal-entendido. Se fosse uma criança branca não teria
sido confundida.


Não foi um mal-entendido? Por este argumento, o vendedor sabia que o menino era filho do casal e foi racista porque não queria um negro na loja, preferindo perder a comissão de um carro caríssimo e ainda ser acusado de racismo. Obviamente a afirmação de que não foi um mal-entendido é absurda.

Se fosse uma criança branca não teria
sido confundida.


Óbvio que não, pelo singelo motivo de que ao ver uma criança branca e um casal de brancos, o vendedor imediatamente iria supor que o menino era filho do casal.
priscila#4
A massa de manobra é tão imbecilizada que é  induzida a ver TODOS os negros como "pobres, oprimidos e sem condições" - tanto assim que, pelo mero fato de ser negros,  já lhes são dadas cotas em universidadese, empregos e até no funcionalismo público, segundo está sendo programado - mas CONCOMITANTEMENTE esta mesma massa de manobra é induzida a  TAXAR quem inadvertidamente fez isso, ou seja, VIU o menino negro como "pobre, oprimido e sem condições" - de "racista"...

País SURREAL e absurdamente IMBECIL.
emerson_5#5
Mas não podemos negar que embora o Brasil, país sui generis neste caso, não seja racista, é uma país onde tem racismo. Tem aquela velha história do negro que mora em uma boa casa e sempre lhe perguntam pelo seu patrão. Mas o problema aí é da lei imperfeita. Uma imperfeição que vem do positivismo com a sua sanha de remodelar a própria realidade combinada com o mau caratismo do politicamente correto.
arthurmc#6

A esquerda progressista e a consagração da culpa - (Mises)

Hoje, toda a cultura progressista é caracterizada por um maciço sentimento de culpa coletiva.

Um indivíduo tem a obrigação de ter sentimento de culpa por séculos de escravidão, pela opressão de mulheres, pela existência de aleijados, de cegos, de anões e de deficientes mentais, por matar e comer animais, por estar gordo, por fumar, por não reciclar o lixo, por se locomover de carro e gerar poluição, por haver pessoas negras com renda menor que a sua, e por aí vai.

Alguns grupos já adquiriram o status de "vítimas oficiais" — são aqueles que têm direito a tudo, principalmente ao bolso dos outros cidadãos, os quais, justamente por não estarem no grupo oficial das vítimas, estão consequentemente no grupo dos criminosos, e são os "vitimadores oficiais", normalmente homens brancos, heterossexuais e bem-sucedidos.

Destes vitimadores exige-se que sintam culpa e remorso pelas vítimas, e consequentemente — uma vez que não faz sentido se sentir culpado sem pagar por isso — assumam vários deveres e concedam infindáveis privilégios às vítimas, seja por meio de vagas de trabalho ou em universidades, ou por meio de salários sem nenhuma relação com a produtividade, para negros, mulheres, gays, deficientes, índios, cegos, surdos, mudos etc

Como em todos os outros aspectos da nossa pútrida cultura, a única maneira de remediar a situação é oferecer resistência e partir para o ataque frontal e total contra esses progressistas de esquerda indutores de culpa. É nesse ataque que jaz a única esperança de reassumirmos o controle de nossas vidas e retomarmos nossa cultura do controle destes tiranos maliciosos.

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Mais triste é vermos supostos direitistas se alistando em causas que validam esta percepção distorcida, e ajudando deliberadamente as forças que têm como objetivo desmantelar a ordem existente Indiscutivelmente, a variante mais perigosa do idiota útil é o "politicamente correto". Tamos é fodidos!

jcarlos#7
É de perder a paciência,

Tem que ligar na editoria de um jornaleco desses e exigir que demitam quem escreveu uma porcaria dessas. Isso ai é incitação de ódio racial.

Um delegado passou para abordarem um grupo jovens de 18 a 25
anos, que estejam em grupos de três a cinco pessoas e tenham a pele
escura.


São as características de uma quadrilha que está atuando no bairro, mas para os politicamente corretos histéricos é racismo.

http://institutoluizgama.org.br/portal/index.php?opt…la&Itemid=38




Escrito por Diário de SP

Qua, 23 de Janeiro de 2013 17:29

Ampliar / reduzir -

Desde
o dia 21 de dezembro do ano passado, policiais militares do bairro
Taquaral, um dos mais nobres de Campinas, cumprem a ordem de abordar
“indivíduos em atitude suspeita, em especial os de cor parda e negra”. A
orientação foi dada pelo oficial que chefia a companhia responsável
pela região, mas o Comando da PM nega teor racista na determinação.

 
O
documento assinado pelo capitão Ubiratan de Carvalho Góes Beneducci
orienta a tropa a agir com rigor, caso se depare com jovens de 18 a 25
anos, que estejam em grupos de três a cinco pessoas e tenham a pele
escura. Essas seriam as características de um suposto grupo que comete
assaltos a residências no bairro.

Foto Reprodução
 
A
ordem do oficial foi motivada por uma carta de dois moradores. Um deles
foi vítima de um roubo e descreveu os criminosos dessa maneira. Nenhum
deles, entretanto, foi identificado pela Polícia Militar para que as
abordagens fossem direcionadas nesse sentido.

 
Para
o frei Galvão, da Educafro, a ordem de serviço dá a entender que, caso
os policiais cruzem com um grupo de brancos, não há perigo. Na manhã de
hoje, ele pretende enviar um pedido de explicações ao governador Geraldo
Alckmin e ao secretário da Segurança Pública, Fernando Grella.

 
O
DIÁRIO solicitou entrevista com o capitão Beneducci, sem sucesso. A
reportagem também  pediu outro ofício semelhante, em que o alvo das
abordagens fosse um grupo de jovens brancos, mas não obteve resposta até
o fim desta edição. 

A
Polícia Militar lamenta que um grupo historicamente discriminado pela
sociedade, que são os negros, seja usado para fazer sensacionalismo.

 
O
caso concreto trata de ordem escrita de uma autoridade policial
militar, atendendo aos pedidos da comunidade local, no sentido de
reforçar o policiamento com vistas a um grupo de criminosos, com
características específicas, que por acaso era formado por negros e
pardos. A ordem é clara quanto à referência a esse grupo: “focando
abordagens a transeuntes e em veículos em atitude suspeita,
especialmente indivíduos de cor parda e negra com idade aparentemente de
18 a 25 anos, os quais sempre estão em grupo de 3 a 5 indivíduos na
prática de roubo a residência naquela localidade”.

 
A
ordem descreve ainda os locais (quatro ruas) e horário em que os crimes
ocorrem. Logo, não há o que se falar em discriminação ou em atitude
racista, tendo o capitão responsável emitido a ordem com base em
indicadores concretos e reais.
Discriminação e racismo é o fato de explorar essa situação de maneira irresponsável e fora de contextualização.

arthurmc#8
Como bem disse o Reinaldo:

“O politicamente correto — e estúpido — dita a pauta. De agora em diante, quando a polícia tiver de caracterizar um eventual suspeito pardo ou negro, terá de dizer: “Suspeito não é branco, não é amarelo nem é vermelho”.
calro#9
O politicamente correto é tão idiota que ele exige que se chame de pardo ou negro, quando o correto seria pardo ou preto, já que negro é, pela definição jurídica desse governo bosta, o conjunto de pretos e pardos (e equivalentes).

Seria como ser necessário dizer paulistas e brasileiros, ou esquerdistas e burros, petistas e ladrões...
rafael_2#10

Está
havendo um linchamento. Um crime não se presume, se prova, mas no caso
em questão está ocorrendo uma presunção absoluta de que o empregado da
concessionária agiu movido por racismo. Acusações de discriminação
racial parece que são autoprobantes e ninguém mais tem o benefício da
dúvida. A conduta dele admite outras explicações, mas estas ficam
afastadas ab initio porque é assim e ponto final. Um acusado de racismo é
tratado como culpado e poucas pessoas estão se dando conta da gravidade
disto, porque a acusação já traz embutida em si a sentença
condenatória.


Exagero? Acho que não, basta ver que a Secretaria de
Estado de Assistência Social e Direitos Humanos já vai pedir a
instauração de um inquérito policial. Até aí ocorre uma conduta lícita,
que é buscar a apuração de um fato possivelmente criminoso. Ocorre
porém que a Secretaria já parte da premissa de que houve crime, como se
depreende deste parágrafo:


“Com
o fim de apurar a efetiva prática do delito pelo funcionário da
referida concessionária, a SEASDH enviará ofício à chefe de Polícia
Civil do Estado do Rio de Janeiro, solicitando a deflagração do
inquérito policial,
no
âmbito do qual serão colhidas as provas que eventualmente poderão
embasar o oferecimento de denúncia pelo Ministério Público”.


A
vontade de condenar o funcionário já é indisfarçável. O desejo de
instaurar o inquérito não é para apurar se houve racismo ou não, mas
para colher provas que poderão embasar o oferecimento de denúncia pelo
MP. Ora, de um inquérito pode se concluir a falta de elementos
comprobatórios da ocorrência de um crime ou elementos conclusivos de
inocência do indiciado. Mas não. A manifestação da Secretaria não é no
sentido de apuração de inocência ou prática de crime, mas sim no sentido de vislumbrar elementos para uma denúncia.

rafael_2#11
arthurmc#12
GENTE PERIGOSA
Uma criança negra adotada por pais brancos teria - teria - sido expulsa de uma concessionária de carros BMW no Rio de Janeiro. Deste fato, não relatado com clareza em nenhum noticiário, especialmente no distribuído pela estatal Agência Brasil, elaborado a partir de entidade de direitos humanos oficiais e ongues, surge a possiilidade de injustiça com os envolvidos. A partir dessa "corrente" moldada numa campanha adminstrada também pela mãe do garotinho, surge um "movimento" fazendo furor entre o zebuzal politicamente correto das redes sociais: 80 mil "seguidores", afirmam.

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[url]/orkut/photos/QQAAAL6N_EG4TSviVRH2jlCw82swNCRiqEJEzOr3oPpscJILyGDKbzAE0XCeSTMcx5ggDQNei0SmJYiUvxdYO1jjbPVov7xhhDps_s3LZGg9353uAJtU9VAPWty0hBwz6PYaZtV-6x_g4_MwXQ.jpg[/url]
A mãe do garotinho agita as redes sociais

O acontecido pode ter sido mal entendido ou ato discriminatório racista. O que se tem até agora no noticiário não permite julgar. O menino, sozinho no saguão da concessionária teria sido abordado por um funcionário dizendo que não podia ficar ali. E depois os pais se apresentaram, criando o conflito.

Primeiro: criança de 7 anos pode ficar desacompanhada dos pais em dependências, saguões, páteos, estacionamentos e quetais? Não pode. E se for criança negra filha de pais brancos? Também não pode. E asiático? Também não.

Esse fato, a criança estar ou não sob cuidado ou atenção dos pais no local do incidente está claro pelo noticiário? Não está. Mas a criança, de qualquer cor, teria que estar sob a atenção dos pais? Teria.

O funcionário teria se dirigido à criança mesmo tendo condição de saber que ela estava acompanhada do casal adulto? Não se sabe. E se tivesse percebido os pais ou acompanhantes da criança, tanto faz? Não. Teria que se dirigir a eles e não à criança.

Se funcionário vir uma criança desacompanhada das dependências da empresa, tem que tomar providência em relação ao fato? Tem sim. E se a criança for negra? Também. Eu, por exemplo, se vir uma criança sozinha, chique que seja o lugar, aciono a segurança.

E voltando, os fatos estão esclarecidos a partir do noticiário? Não, não estão.

O problema é que olhando para a ação da imprensa temos uma cobertura descuidada e direcionada para justificar um crime racista.

Assim, começando pelos despachos da Agência Brasil, reverberados em centenas de jornais e emissoras, são citadas várias entidades de direitos humanos e suas posições sobre crimes raciais - e sem clareza e sequer menção ao acontecido na agência da BNMW. Não contam nada do que aconteceu lá.

Citam a SEASDH, de diteitos humanos, citam a "Convenção Internacional sobre Eliminação de todas as Formas de Discriminação Racial", A SEPPIR, federal de direitos humanos e muitas outras, dissertando sobre crimes raciais.

Mas sobre o fato, só injunções e palpites. De efetivo só que o gerente da concessionária vai depor terça-feira e os pais também. Aliás, o tal do SEPPIR, estrovenga de direitos humanos da Presidência, publicou uma nota no seu saite parabenizando os pais da criança, lembrando que racismo é m crime grave. Ora vejam. São uns folgados. Houve crime? Os fatos foram apurados, ou o serão na terça-feira quando começa o inquérito policial? Parabéns para os pais que deixaram a criança solta na agência? É mesmo? E o funcionário que agiu como tinha que agir, pelo menos no caso de tomar conhecimento e abordar? O órgão da Presidência já o lança no rol dos culpados, pois parabeniza as "vítimas". Não? São ou não são folgados?

Essa mobilização da escumalha politicamente correta vai longe. Pode prejudicar inocentes. O funcionário não devia agir diante duma criança, para ele tida como desacompanhada? Devia. Se fossem mais crianças e ele com medo não as abordasse mas chamasse a segurança, com medo de levar um tiro, seria ato racista na dependência da cor das crianças? Vejam ao que pode chegar essa mobilização politicamente correta nas redes sociais, sem informação sobre o acontecido. Podem criar problemas, porque essa trempa, anotem, é perigosa. Essa gente esteve na gênese do que houve de pior no século passado, como a eugenia, o facismo e o nazismo. Por Thomaz Magalhães® do Blog TremAzul

priscila#13
Muito bom texto! Parabéns ao Thomaz (o autor) e ao Arthur, que o divulgou aqui para nós.
jcarlos#14
Bom, se forçarem a barra poderão ganhar um BMW de graça.

O que estão ensinando para o fillho?

Que um possível mal entendido deve ser resolvido com gritaria, polícia, estado, imprensa, exposição e vigilância?

Tenho pena dessa criança, está sendo criada por pessoas que não vão lhe ensinar o que é o perdão.
rafael_2#15
O que me deixa mais impressionado é a reação do público que se vê nos comentários dos sites de notícia. Qualquer pessoa que se manifeste a favor da possibilidade de não ter ocorrido racismo é imediatamente chamada de "racista". Ou seja, quem se atrever a sequer imaginar a possibilidade do gerente da concessionária não ter sido movido por racismo, já é igualmente racista.

Um outro aspecto que confirma o fenômeno do imbecil coletivo é o seguinte: a página no Facebook já tem dezenas de milhares de manifestações de apoio contra o "racismo", assim como as áreas de comentários dos jornais online trazem textos denunciando que isto é a prova de que o Brasil é um país racista. Como o Olavo já chamou a atenção uma vez, é curioso como milhares e milhares de pessoas denunciando o racismo, assim como ONGs, secretarias de Estado e outros órgãos fazendo o mesmo, servem para as pessoas concluirem que o Brasil é de fato racista.

Bem, mas se milhares de pessoas, ONGs e órgãos governamentais estão denunciando o racismo, é precisamente porque tal conduta é rejeitada violentamente no país. Assim, a demonstração de que o país não tolera racismo é interpretada como prova de que o país é racista.
priscila#16
Sim, correto: a tática é a da INVERSÃO.
arthurmc#17
Teve tbém aquele outro caso ocorrido no ano passado, no Nonno Paolo, em Sampa. Um casal de espanhóis largou seu filho adotivo, um etíope, sozinho na mesa, enquanto os dois foram se servir na bancada de frios. O guri ficou perambulando perdido pelo restaurante e, óbvio, foi abordado pelo dono. Como ele só falava catalão, não soube responder que os pais estavam ali, e acabou retirado do local. Acho que todos se lembram que no começo do ano passado, os comerciantes de SP estavam aterrorizados enfrentando gangues de pivetes que agiam em bando fazendo arrastões pelos supermercados, lojas, etc. Nem a polícia podia com eles.

Sei que os espanhóis, abaladíssimos, foram correndo registrar um B.O alegando que o garoto foi expulso do restaurante porque era negro. A tia que hospedava o casal, por acaso amiga do paulo amorim, fez um estrago danado no blog do dito cujo.

Foi uma verdadeira caça às bruxas. O dono acabou indiciado pela polícia. Como castigo, eles tiveram que botar placa contra discriminação, após caso de racismo. Até o raio do ‘movimento nacional quilombo raça e classe’ foi bater panela em frente ao estabelecimento. E por fim, a vigilância sanitária inspecionou o local e encontrou comida estragada. O Nonno Paolo não conseguia mais sair das páginas policiais. Foderam com o coitado do proprietário.

Só não sei que o tal casal espanhol conseguiu livrar alguma grana do episódio, afinal, a situação econômica da ‘espanholada’ já estava uma bosta, quando eles vieram passear aqui no Brasil.
rafael_2#18
Há alguns anos entrei numa loja do Ponto Frio e me deparei com a seguinte cena: um menino negro de uns nove anos de idade andava de bicicleta dentro da loja, fazendo uma algazarra dos diabos, passando perto das mercadorias e quase atropelando as pessoas. O garoto tinha saído para andar de bicicleta na rua juntamente com a mãe, que ao ver a loja decidiu entrar. A mãe ignorou solenemente os pedidos do gerente para que o menino não andasse de bicicleta dentro da loja pois a qualquer momento poderia ocorrer um acidente com dano a alguma mercadoria ou alguém se machucando. Uma coisa ficou claríssima: o gerente estava visivelmente amedrontado, pois sabe que para sofrer uma acusação de "racismo" bastaria pedir que mãe e filho se retirassem da loja.

Em suma, a mãe levou uns dez minutos dentro da loja, olhou algumas coisas e foi embora com o filho. Depois conversei com o gerente apenas para confirmar minha supeita e não deu outra: ele de fato estava preocupado em sofrer uma acusação, pois se pedisse que mãe e filho saíssem devido ao risco de um acidente, uma hora depois haveria polícia e imprensa no local.
frank#19
Esses pais são ums desleixados como é que deixam o filho sozinho zuando na loja !!!!
só podia terminar mal essa parada e o pior o coitado do vendedor e o gerente é que levaram a pior
tem que se rever essa porcaria de lei racista , tá cheio de idiotas complexados por ai se achando
e isso gera revolta com certeza .
priscila#20
Eu ainda acho que o "BMW de graça", ou equivalente,  está no cerne dessa bagaça.


cleomar#21
[url]/Main#Profile?uid=10473302059063169528[/url]:
Esses pais são ums desleixados como é que deixam o filho sozinho zuando na loja !!!!
só podia terminar mal essa parada e o pior o coitado do vendedor e o gerente é que levaram a pior
tem que se rever essa porcaria de lei racista , tá cheio de idiotas complexados por ai se achando
e isso gera revolta com certeza .
Falou tudo.
ayrton#22
MANIPULAÇÃO DE DADOS / DITADURA DO POLITICAMENTE CORRETO:

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31/03/2013

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1) Pesquisa descobre que estudantes negros têm maior probabilidade de insucesso na escola.

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http://noticias.terra.com.br/educacao/estudantes-neg…b0aRCRD.html

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A explicação do fato baseia-se em...bem, baseia-se em ABSOLUTAMENTE NADA , mas afirma que os professores são em grande número racistas, justificando, assim, o fracasso dos afro-descendentes.

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2) Pesquisa descobre que meninas têm mais chance de sucesso na escola do que os meninos.

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http://noticias.terra.com.br/educacao/meninas-tem-ma…er_0_Noticia

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Segundo informam os pesquisadores, a explicação do fato baseia-se em que geralmente meninas têm uma maneira de portar-se mais alinhada com a cultura escolar, com o que se espera dos estudantes, já que as escolas esperam que os estudantes 'prestem atenção nas aulas, sejam calmos, o que se aproxima mais do comportamento feminino'.

ayrton#23
E assim o homem "branco" (sic) brasileiro se fode mais uma vez: fica com fama de burro, racista, protegido pelos professores, insensível, irresponsável...tudo isso corrobarado pela USP, o que justifica cotas para qualquer um, desde que não seja macho "branco" (sic).
valria#24
... justifica cotas para qualquer um ...


Com todo respeito, esse "papo negro" já cansou. Portanto, essas pesquisas citadas defendem, em minha opinião, o indefensável: que os erros do passado sejam compensados com benesses no presente, tanto para homem ou mulher.

calro#25
Já que reviveram o tópico, gostaria de compartilhar que esse caso do tópico foi o tema da redação de um concurso (Escrivão da PC/GO).

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