Professor
de matemática mandou mensagem para o site “Escola Sem Partido” e conta as
retaliações que sofreu por ser honesto e decente
http://www.escolasempartido.org/depoimentos/47-seja-…fique-calado
~
Meu nome é Alisson Coutinho de Souza e sou
professor de matemática de algumas escolas no Recife e gostaria de deixar
algumas dicas comportamentais para quem deseja seguir essa profissão tão
gratificante:
1 - seja ateu; 2 - seja a favor do
homossexualismo; 3 - se for professor de história, seja comunista; 4 - sempre
fale mal das religiões; 5 - idolatre Paulo Freire; 6 - acredite religiosamente
em Freud e em Darwin; 7 - não leia a Veja; 8 - leia Diplomatique; 9 - vote no
PT; 10 - e sempre faça uma revisão com a cara da prova.
Após 15 anos de dedicação e entrega à
nobre arte de educar, me sinto perplexo diante da realidade de nossas escolas:
cada vez mais o relativismo toma conta da mente e das almas dos ditos
educadores. O multiculturalismo com sua agenda socialista e gayzista é seguido
à risca por professores, coordenadores, supervisores, gestores e claro
diretores. Digo isso porque senti na pele o que acontece com quem se coloca
contra o comunismo, o ateísmo e principalmente, sendo esse o maior erro, contra
o famigerado homossexualismo.
Um certo dia os alunos me perguntaram se
eu era a favor ou contra o homossexualismo. O assunto surgiu após uma
brincadeira feita por outros professores com relação à parada gay, e eu fui
enfático em dizer que era contra e que possuía vários motivos para ter essa
posição. Nesse momento o caos se instalou e todos começaram a falar ao mesmo
tempo, gritando as mesmas justificativas de sempre: que era normal na Grécia,
pois o professor de história tinha dito; que os animais praticam, pois os
professores de biologia tinham explicado; e que toda forma de amar vale pena,
como o professor de redação tinha dito (e Lulu Santos também).
A surpresa maior veio na semana posterior,
quando fui chamado para uma conversa na coordenação onde a primeira pergunta
que me fizeram foi: “que história é essa que você anda dizendo que o
homossexualismo é uma doença?” E claro eu respondi: “Uma doença não, porque se
fosse o governo tinha que oferecer tratamento e os hospitais não teriam vagas.
O homossexualismo é um fetiche, um capricho, um desejo adquirido e eu não
acredito que fui chamado aqui para isso”. Logo após a resposta o coordenador
tentou disfarçar dizendo que só me chamou porque isso gerou uma certa
indisciplina na sala. Mas o melhor ainda estava por vir: na sala dos
professores, um professor de história me interpelou dizendo que soube do
acontecido e que se ele fosse o pai de um dos alunos viria à escola pedir
providências; que eu não tenhoo direito de promover esse discurso de ódio, e me
comparou aos nazistas.
Dá pra acreditar? Você pensa que acabou?
Ainda não! Nessa mesma semana o coordenador, aquele mesmo, convidou outro
professor de biologia, que por acaso é um dos donos da escola para dar uma palestra.
Sobre que tema? Sexualidade. Fui assistir, e o que me chamou mais a atenção foi
a recomendação dele para as alunas: “se vocês quiserem ter uma vida sexual
plenamente realizada se masturbem”.
Outra coisa interessante foi a defesa que
ele fez do caráter genético do homossexualismo. Sem citar nenhuma pesquisa e
sem colocar nenhum argumento plausível, ele disse que o homossexual já nasce
assim, arrancando aplausos dos alunos, meninos e meninas de 15, 16 e 17 anos.
Após a falácia eu perguntei: “professor, quais as bases científicas que apoiam
essa sua afirmação?”. Resposta: “Nenhuma”. Eu insisti: “Professor, se o
homossexualismo é normal entre os animais, por que só identificamos esse
comportamento entre os machos? E a resposta: “Não, você está enganado muitas
fêmeas esfregam sua cloaca no chão”. No chão! É impressionante. Depois de todos
esses acontecimentos vocês já imaginam o que aconteceu. É duro! Esfregar o ...
no chão é ato homossexual!
