algum especialista em legislação financeira? a meu ver isso aqui é crime:
http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=434978
e tem outro nome: processo revolucionário.
Isso na verdade me lembra a crise argentina.
pelo lado lieral: eu respeito, completamente. mas essa de duas moedas no país...
a questão é essa moeda não tem curso legal obrigatório, logo somente instituições que previamente as aceitem... pra mim me parece um vale refeição com mais atribuições.
talvez eu esteja enganado, mas uma época li, na lei da moeda nacional, que a única moeda nacional era aquela definida como tal.
não se trata dum vale transporte ou refeição, mas duma moeda que funciona numa região delimitada.
hum! então eu estava errado, menos mal!
É ótimo que a população tenha liberdade para escolher qual moeda usar.
Assim, as pessoas podem preservar o seu capital, fruto do seu suor, quando o presidente decide imprimir mais notas sem lastro para entregar aos Waldomiros por aí.
O dinheiro surgiu nas mãos da iniciativa privada. E funcionava muito bem, obrigado Foi quando os governos começaram a se responsabilizar pela emissão do dinheiro que começou a bagunça.
Gostei muito da iniciativa. Deixem a sociedade fazer por si o melhor que ela puder fazer, e dêem o suporte mínimo necessário.
Porém, olhem só que comentário interessante:
"Para o diretor da Senaes, Dione Manetti, o Brasil vive hoje a ebulição de um conjunto de iniciativas sociais, dentre as quais as finanças solidárias. ´Talvez essa demanda real e concreta do povo brasileiro, que vem se organizando para ter suas próprias ferramentas de finanças locais, exija uma nova regulamentação por parte do Estado. Mas a gente não tem como determinar se isso já está maduro a tal ponto. E qual o tipo de regulamentação seria necessária´, reconhece."
Esperem até essas finanças solidárias crescere muito, ou seja: terem sucesso!! Aí o governo virá para estragar tudo.