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FEMINISTAS recebem salário da FUNDAÇÃO FORD

Iniciado por haroldojos em 10/03/2013 · 5 mensagens

haroldojos#1

Profissão: feminista

http://www.providaanapolis.org.br/ampliar.htmhttp://www.providaanapolis.org.br/ampliar.htmhttp://www.providaanapolis.org.br/ampliar.htm

É comum que os jornais, quando intentam mostrar a opinião
das mulheres sobre algum assunto, interroguem justamente aquelas que se dizem
"feministas".

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Ora, este equívoco é lamentável. Não é justo chamar um
curandeiro para representar os médicos, um arrancador de dentes representar os
odontólogos, um misturador de massas de modelar para representar os químicos,
um consertador de rádios para representar os engenheiros eletrônicos, uma
prostituta para representar as mulheres.

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Este último exemplo, por esdrúxulo que seja, não é tão
humilhante para as mulheres do que serem representadas por uma
"feminista". Explico-me: as meretrizes entregam seu corpo em troca de
dinheiro. As feministas fazem algo mais degradante: em troca dos dólares que
recebem do exterior, entregam, não o seu corpo, mas aquilo que há de mais nobre
na mulher: sua vocação à maternidade. Associam-se em entidades fartamente
remuneradas com a condição de fazerem tudo e somente aquilo para que são
contratadas. Ao contrato do que possa parecer, elas são a expressão máxima da
subserviência, do rebaixamento e da degradação feminina.

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O que o patrão delas deseja? Que elas, renunciando ao
instinto materno, ao desejo natural de fazer tudo por sua prole, até de dar a
vida por ela, convertam-se em defensoras da legalização do hediondo crime do
aborto. O poder corrosivo do dinheiro vai a ponto de fazê-las defender o
direito que a mulher tem (?) de matar seus filhos. Nada mais estranho à índole
da mulher e à psicologia feminina.

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Os argumentos por elas utilizados para este macabro fim
oscilam entre o hipócrita e o ridículo. Para referir-se à prática infanticida
nunca usam o verbo "matar", e muito menos "assassinar". A
palavra criança é evitada a todo custo, e para isto usam-se vários eufemismos e
metonímias: concepto, produto conceptual, embrião, feto, blastocisto. Para o
aborto o substitutivo mais comum é "interrupção da gravidez", embora
nunca utilizem "interrupção da vida" para o assassinato de um adulto.

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O aborto seria um direito de a mulher de dispor do seu
próprio corpo, como se a criança fosse uma verruga, um quisto, um tumor, uma
unha ou um fio de cabelo, um pedaço do corpo humano.

haroldojos#2

A atenção é concentrada sobre o drama das mulheres que
morrem em "abortos mal feitos", sem que haja nenhuma lamentação pelas
crianças que, bem ou mal assassinadas, foram jogadas fora como lixo.
Paradoxalmente elas não se preocupam em legalizar o roubo, embora haja muitos
laões de baixo poder aquisitivo, que morrem em "roubos mal feitos".
Também não está na sua pauta a legalização do "seqüestro", pois não
há condolência pelos seqüestradores que morrem em "seqüestros mal
feitos". O aborto, enquanto assassinato de um inocente e indefeso, supera
em muito a monstruosidade de qualquer roubo ou seqüestro. Mas aquela que pratica
tal crime deve ter atenção especial por parte do Estado, a fim de que o
extermínio de sua prole seja feito dentro das normas da "higiene" e
da "segurança".

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Ao defender o aborto, as feministas ousam dizer (pasmem!)
que somente os homens o condenam, e isto apenas porque são homens. As mulheres
sem dúvida, dizem elas, estão a seu favor. Quando recebem manifestações
contrárias de mulheres pró-vida, procuram classificá-las não como mulheres, mas
como "fundamentalistas religiosas" que querem impor sua "crença",
sua "doutrina", a um Estado "laico". O respeito à vida
nascente não seria então uma lei natural, mas apenas o capricho de uma seita,
como a proibição de comer carne de porco ou de fazer transfusão de sangue.

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O grito de guerra delas é a defesa da "vida das
mulheres". Esquecem ou não querem lembrar, que cinqüenta por cento das
crianças abortadas são do sexo feminino, e que elas próprias já habitaram o
útero.

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Quantas são as feministas? Um número reduzidíssimo. No
Congresso Nacional funciona "a todo vapor" um lobby pró-aborto
chamado CFEMEA (lê-se cefêmea): Centro Feminista de Estudos e Assessoria.
Freqüentam o Congresso diariamente, como se não tivessem
outras ocupações com a família ou o emprego. Nas sessões legislativas não
passam de uma dúzia ocupando a galeria. No entanto seu trabalho é
eficientíssimo. Fazem pesquisas, enquetes, pressões individuais sobre os
deputados, promovem seminários, conferências, e para tanto, trazem abortistas
de toda a parte do país. Imprimem livros e panfletos e os distribuem
fartamente. Além disso, obtêm sempre um bom espaço nos meios de comunicação
social. O dia da votação é cuidadosamente preparado, bem como os itens da pauta
e a ordem em que serão apreciados. Em caso de perceberem uma possibilidade de
derrota, conseguem habilmente, com algum dispositivo do regimento interno, o
adiamento da votação.

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Nenhum de nós, pró-vida, teríamos tempo e dinheiro para
fazer o que elas fazem. De onde vem seu financiamento? A resposta encontra-se
na ficha editorial (página 2) de qualquer boletim mensal do CFEMEA. Lá se
encontra sempre em letras miúdas após a palavra "Apoio": Fundo das
Nações Unidas para a População (FNUAP), Fundo das Nações Unidas para a Mulher
(UNIFEM) e duas entidades privadas: a Fundação Ford e a Fundação Mc Arthur. No Guia
dos Direitos da Mulher
, por elas publicado, aparece ainda um outro
financiador: a UNICEF, que recentemente deixou de receber ajuda do Vaticano por
estar patrocinando o aborto.

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O CFEMEA não é a única entidade feminista. Há várias outras
como o Fórum de Mulheres de Brasília, a União Brasileira de Mulheres, o
Conselho Nacional de Direitos da Mulher, a Rede Nacional de Saúde e Direitos
Reprodutivos... Mas o leitor não deve estranhar se descobrir que elas são
apenas um punhado de pessoas, associando-se de diversas formas, com nomes
pomposos, com o fim de causar impacto na opinião pública.

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Verifica-se nas entidades feministas brasileiras aquilo que
já planejava o Relatório Kissinger para o controle demográfico
de treze países-chave, entre eles o Brasil. Dizia o referido documento, datado
de 1974:

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"A condição e a utilização das mulheres nas
sociedades dos países subdesenvolvidos são de extrema importância na redução do
tamanho da família
" (NSSM 200, p. 151).

haroldojos#3

Quanto as feministas recebem? Isto é um enigma. Certamente
é um salário alto, pois muitos são os doadores. Em 1994 o CFEMEA recebeu somente
da Fundação Ford
 175.000 dólares para "consolidar uma rede de
saúde reprodutiva e direitos reprodutivos da mulher" (Fonte: New York -
Civil Rights). Dados mais atuais e mais completos eu deixo para a investigação
do leitor.

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No dia 27 de fevereiro de 1997 tive oportunidade de
presenciar como são marionetizadas as feministas. Naquele dia elas conseguiram
reunir no Espaço Cultural da Câmara dos Deputados aborteiros de toda a parte:
São Paulo, Campinas, Recife, Brasília, com o único fim de fazer propaganda do
projeto de lei abortista 20/91. No final, a presidente da mesa, Guacira César
de Oliveira, prestou seus agradecimentos ao "patrão": "Nós
queremos agradecer ao Fundo das Nações Unidas para a População, que patrocinou
este seminário
". Pelo que me consta, não havia na sala nenhum
representante da entidade patrocinadora. Mas a conferência estava sendo gravada
e provavelmente o empregador gostaria de ouvir a um ato de gratidão das
assalariadas.

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O objetivo de instrumentalizar as mulheres para fins de
controle demográfico transparece no investimento de 1,92 milhões de dólares
feito pelo BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) para a criação de um
Centro de Liderança da Mulher no Rio de Janeiro. Segundo a notícia, veiculada
no dia 6/12/96, tal centro poderia proporcionar cursos de
"treinamento" (sic) para 270 mulheres (Correio Braziliense, Economia
e Trabalho, p. 13).

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A legalização do aborto, depois da esterilização, é
importantíssima para o controle demográfico. Já dizia o Relatório Kissinger:

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"Certos fatos sobre o aborto precisam ser
entendidos:

.

- nenhum país já reduziu o crescimento de sua população sem
recorrer ao aborto
" (NSSM 200, p.
182).

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Os dados acima relatados creio sejam suficientes para o
leitor descobrir que legalizar o aborto não é um desejo insano de alguns
desocupados. É uma decisão consciente e minuciosamente planejada pelos
organismos internacionais. Os quais no Brasil contam com as feministas como
suas melhores servidoras.

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Concluindo, perguntar se uma feminista é ou não a favor do
aborto é uma redundância. Ela não pode se opor publicamente àquele que a
financia. Ser feminista não é uma questão de convicção, mas de profissão.
Profissão degradante, sem dúvida, abaixo mesmo da prostituição.

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Assim sendo, quando o fim de uma entrevista for descobrir o
que pensam as entidades estrangeiras sobre o aborto, as feministas são as
pessoas indicadas. Assim, se quisermos saber o que o FNUAP pensa sobre o
aborto, uma ótima idéia é entrevistar um membro do CFEMEA. Se quisermos saber o
pensamento da Fundação Ford sobre o assunto, podemos entrevistar as
"Católicas pelo Direito de Decidir". Se quisermos saber o que acha a
Fundação Mc Arthur acerca do aborto, um ótimo recurso é entrevistar alguém do Grupo
Transas do Corpo.

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Porém nenhum jornalista pode cometer o crime de entrevistar
os grupos acima como se eles representassem "as mulheres". Mulheres
são seres humanos dos quais as feministas são grosseiras caricaturas. Para
saber o que as mulheres pensam sobre o aborto, que tal entrevistar uma mãe de
família, apaixonada pelos seus filhos e que nunca viu na sua frente um centavo
de dólar?

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Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz

18 de fevereiro de 1998

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sempre muito bom ler e divulgar este texto

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