P. S. – Tenho recebido, de um jovem de dezoito anos, cujo nome não revelarei por enquanto, mensagens que aprofundam a minha investigação dos “quatro discursos de Aristóteles” desde uma perspectiva histórico-filológica que vai muito além do que pude abranger naquele ensaio. Lemos e Correia, juntos, nunca fizeram nada que se comparasse, nem de longe, ao que esse garoto tem me ensinado. E no entanto ele se dirige a mim com o respeito que se deve a um antecessor, e que é, no intercâmbio acadêmico, a primeira prova de honestidade intelectual.