olha o cinismo...da moça..........abortista
Não vão receber visita da Polícia?
Bem, que pergunta: só se for p/ receber algum $$$.
Bem, que pergunta: só se for p/ receber algum $$$.
Não há nenhuma mulher em SP cumprindo pena por aborto, segundo a Secretaria da Administração Penitenciária. São 6.159 custodiadas.
361 artigos do Código Penal Brasileiro contemplam o aborto e as penas vão de 1 a 10 anos de prisão, conforme as circunstâncias.
O Ministério da Saúde estima que 1 milhão de abortos clandestinos ocorram no Brasil. A OMS aponta que, de cada 100 mulheres brasileiras, entre os 15 e os 49 anos, 3,7 praticam aborto.
O DataFolha apurou que que 65% dos brasileiros se opõem à mudança da lei.
A mãe da advogada Raquel (nome fictício) fez cerca de 10 abortos, incluindo 1 antes de se casar.
Depois, ainda solteira, estava grávida de novo quando o namorado sugeriu novamente o aborto. Desta vez, ela não concordou. Os dois acabaram se casando e ela teve uma filha, a irmã mais velha de Raquel.
Depois disso, ela se submeteu a outros abortos - um deles de uma gestação de 7 meses.
Raquel, aos 22 anos, também abortou. De família de classe média-alta, realizou o aborto em um hospital de "bom nível".
Hoje, Raquel tem uma filha de 17 anos e diz que se ela engravidasse "indesejadamente", faria de tudo para interromper a gestação.
Adeus valores, caráter, bom senso, responsabilidade e respeito.
361 artigos do Código Penal Brasileiro contemplam o aborto e as penas vão de 1 a 10 anos de prisão, conforme as circunstâncias.
O Ministério da Saúde estima que 1 milhão de abortos clandestinos ocorram no Brasil. A OMS aponta que, de cada 100 mulheres brasileiras, entre os 15 e os 49 anos, 3,7 praticam aborto.
O DataFolha apurou que que 65% dos brasileiros se opõem à mudança da lei.
A mãe da advogada Raquel (nome fictício) fez cerca de 10 abortos, incluindo 1 antes de se casar.
Depois, ainda solteira, estava grávida de novo quando o namorado sugeriu novamente o aborto. Desta vez, ela não concordou. Os dois acabaram se casando e ela teve uma filha, a irmã mais velha de Raquel.
Depois disso, ela se submeteu a outros abortos - um deles de uma gestação de 7 meses.
Raquel, aos 22 anos, também abortou. De família de classe média-alta, realizou o aborto em um hospital de "bom nível".
Hoje, Raquel tem uma filha de 17 anos e diz que se ela engravidasse "indesejadamente", faria de tudo para interromper a gestação.
Adeus valores, caráter, bom senso, responsabilidade e respeito.
Fiz um dos meus estágios em hospital dirigido por freiras.
Um dia chega um amenina de 15 anos com quadro claro de aborto provocado, acompanhada de um cara mais velho que dizia ser "tio" da garota, mas ninguém engoliu a história.
Uma auxiliar de enfermagem, sabendo que é praxe comunicar à polícia casos assim, quis fazê-lo. A freira (isso mesmo!) chefe do PS a proibiu de fazer a comunicação e literalmente abafou o caso!
E ficou por isso.
Um dia chega um amenina de 15 anos com quadro claro de aborto provocado, acompanhada de um cara mais velho que dizia ser "tio" da garota, mas ninguém engoliu a história.
Uma auxiliar de enfermagem, sabendo que é praxe comunicar à polícia casos assim, quis fazê-lo. A freira (isso mesmo!) chefe do PS a proibiu de fazer a comunicação e literalmente abafou o caso!
E ficou por isso.
Freira? Que catso de freira é essa?
O que disse a dona da clínica:
“Se elas não tem onde fazer bem feito, elas vão fazer mal feito e vão morrer! Esse é o X da questão”, disse a médica, dona da clínica. “As mulheres pobres, que têm um compromisso social muito grande, elas morrem. Elas vão fazer uma interrupção sem uma assistência médica, fazem da pior maneira possível. Elas perdem os úteros, perdem a vida, deixam os filhos pequenos”.
Detalhe: o preço na clínica é R$ 5000,00 . Claro é para as mulheres pobres, claro....
“Se elas não tem onde fazer bem feito, elas vão fazer mal feito e vão morrer! Esse é o X da questão”, disse a médica, dona da clínica. “As mulheres pobres, que têm um compromisso social muito grande, elas morrem. Elas vão fazer uma interrupção sem uma assistência médica, fazem da pior maneira possível. Elas perdem os úteros, perdem a vida, deixam os filhos pequenos”.
Detalhe: o preço na clínica é R$ 5000,00 . Claro é para as mulheres pobres, claro....