Fórum Olavo de CarvalhoArquivo da comunidade do Orkut · 2004–2013

ONG Childhood e o direito sexual de crianças

Iniciado por jcarlos em 17/04/2013 · 4 mensagens

jcarlos#1
Vamos consultar no "Glossário" da ONG o que significa "Direitos Sexuais"

DIREITOS SEXUAIS

Todos têm seus direitos sexuais assegurados. Isso significa que
podemos decidir (discernir) como e quando iniciar e vivenciar a vida
sexual. As crianças
e os adolescentes, que estão ainda em processo de
formação do seu discernimento, também têm seus direitos sexuais
assegurados – entre eles, o de não serem abusadas ou exploradas
sexualmente por adultos.


http://www.childhood.org.br/entenda-a-questao/glossario


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Direitos sexuais da criança e do adolescente serão discutidos no Rio de Janeiro


Os direitos sexuais e reprodutivos de crianças e adolescentes ainda
são considerados temas polêmicos e pouco compreendidos pela sociedade.
Discutir o assunto e trazer novas perspectivas é o objetivo do II Colóquio sobre Direitos Sexuais de Crianças e Adolescentes no Marco dos Direitos Humanos. O encontro será realizado pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), em parceria com a Childhood Brasil,
Associação Brasileira de Magistrados, Promotores de Justiça e
Defensores Públicos da Infância e da Juventude (ABMP) e apoio da FAPERJ,
nos dias 17 a 19 de setembro.

O encontro aponta a necessidade de debater o assunto para garantir
políticas públicas e recomendações jurídicas que possam proteger a
infância e a juventude, além de ações e estratégias para o enfrentamento
à violência sexual contra crianças e adolescentes, principalmente no
período dos megaeventos esportivos.

http://www.childhood.org.br/direitos-sexuais-da-cria…o-de-janeiro

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Pra mim é claro, e na ONG pode se encontrar muitos outros textos de caráter duvidoso.

jcarlos#2

Criança precisa ser ensinada sobre diferença entre afeto e abuso


Criança precisa ser ensinada sobre diferença entre afeto e abuso

Em junho deste ano, a Associação
Brasileira dos Magistrados e Promotores (ABMP) e a Childhood Brasil,
promoveram o I Colóquio sobre Direitos Sexuais de Crianças e
Adolescentes no Marco dos Direitos Humanos, na PUC do Rio de Janeiro. O
evento debateu autonomia, proteção e participação de crianças e
adolescentes em relação aos seus direitos sexuais e reprodutivos para
fomentar políticas públicas e gerar recomendações para a área jurídica.

A coordenadora dos projetos dos direitos da criança e do adolescente
da Associação Brasileira de Magistrados, Promotores de Justiça e
Defensores Públicos da Infância e da Juventude (http://www.abmp.org.br/),
Maria América Ungaretti, defende que a discussão do direito sexual
infantojuvenil é fundamental para o enfrentamento do abuso e da
exploração sexual:

Quais foram os resultados deste evento e o que ainda precisa ser feito para caminhar nesta questão?

Houve ênfase muito grande para a questão dos direitos sexuais e
reprodutivos de adolescentes e jovens e sobre a violência sexual, mas
ninguém abordou, por exemplo, os direitos sexuais de crianças na
primeira infância (até seis anos), porque temos ainda muita dificuldade
em fazer esta diferença entre proteção e autonomia. Foi positivo,
porque ousamos. A Childhood pode ser considerada pioneira porque
aceitou a proposta inovadora da ABMP e queremos dar continuidade a essa
discussão bastante embrionária e desafiadora.

Por que a sexualidade e os direitos sexuais de crianças e
adolescentes ainda são assuntos muito comentados, mas pouco
compreendidos?

Vivemos em um país ainda bastante conservador, onde as questões de
afetividade e sexualidade são muito confusas. A criança tem sexualidade
diferenciada com prazer e satisfação, desde um, dois anos, quando é
amamentada, faz xixi e passa pelas etapas do desenvolvimento afetivo e
sexual. Mas, nas próprias escolas a educação sexual é apenas do ponto
de vista biológico, fala-se de saúde e reprodução, mas não do prazer.

Professores mais conservadores acham que levar esta discussão é
estimular a vida sexual de forma precoce, quando do ponto de vista
cultural as pesquisas indicam que a idade média nacional de início
sexual é 12 anos (menino) e 14 (menina). Do ponto de vista da Justiça,
qualquer relação com meninos e meninas abaixo de 14 é considerado
estupro e o sistema  de justiça considera avanço, mas está em defasagem
com a cultura do país. Qualquer família que quiser denunciar um menino
de 15 anos tendo relações com uma menina de 12 pode. E sabemos que
muitos já beijam e têm relações.


(o absurdo segue)


http://www.childhood.org.br/crianca-precisa-ser-ensi…feto-e-abuso

jcarlos#3
Livro da ONG, fica bem "interessante" a partir da página 43.

http://www.childhood.org.br/conteudo2011/Livro_Crian…producao.pdf
jcarlos#4
pág 182 - Marx, Marx, Capitalismo, Marx, Marx, Neoliberalismo,.....

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