Antiamericanismo
NOBEL DE FÍSICA:
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Albert Abraham Michelson, Robert Andrews Millikan, Arthur Holly Compton, Carl David Anderson, Clinton Joseph Davisson, Ernest Orlando Lawrence, Isidor Isaac Rabi, Percy Williams Bridgman, Edward Mills Purcell, Willis Eugene Lamb, William Bradford Shockley, John Bardeen, Walter Houser Brattain, Owen Chamberlain, Donald Arthur Glaser, Robert Hofstadter, Charles Hard Townes, Julian Schwinger, Richard Feynman, Luis Walter Alvarez, Murray Gell-Mann, John Bardeen, Leon Neil Cooper, John Robert Schrieffer, Ben Roy Mottelson, Leo James Rainwater, Burton Richter, Samuel Chao Chung Ting, Philip Warren Anderson, John Hasbrouck Van Vleck, Arno Allan Penzias, Robert Woodrow Wilson, Sheldon Lee Glashow, Steven Weinberg, James Watson Cronin, Val Logsdon Fitch, Arthur Schawlow, Kenneth G. Wilson, William Alfred Fowler, Leon Max Lederman, Melvin Schwartz, Jack Steinberger, Norman Foster Ramsey, Jerome Isaac Friedman, Henry Way Kendall, Russell Alan Hulse, Joseph Hooton Taylor Jr., Clifford Glenwood Shull, Martin Lewis Perl, Frederick Reines, David M. Lee, Douglas Dean Osheroff, Robert Coleman Richardson, Steven Chu, William Daniel Phillips, Robert Betts Laughlin, Jack Kilby, Carl Wieman, Eric Allin Cornell, Raymond Davis Jr., Anthony J. Leggett, David Gross, Hugh David Politzer, Frank Wilczek, Roy Glauber, John Lewis Hall, John Mather, George Fitzgerald Smoot III, Yoichiro Nambu, Willard Boyle, George Smith, Saul Perlmutter, Adam Riess, Brian Schmidt e David Wineland
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NOBEL DE MEDICINA
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Edward Doisy, Joseph Erlanger, Herbert Gasser, Hermann Muller, Carl Ferdinand Cori, Gerty Cori, Edward Calvin Kendall, Philip Showalter Hench, Selman Waksman, John Franklin Enders, Thomas Huckle Weller, Frederick Chapman Robbins, André Cournand, Dickinson Richards, George Beadle, Edward Tatum, Joshua Lederberg, Severo Ochoa, Arthur Kornberg, Georg von Békésy, James Watson, Maurice Wilkins, Konrad Bloch, Feodor Lynen, Francis Rous, Charles Huggins, Haldan Hartline, George Wald, Har Khorana, Marshall Nirenberg, Max Delbrück, Alfred Hershey, Salvador Luria, Bernard Katz, Earl Sutherland, Gerald Edelman, Julius Axelrod, George Palade, David Baltimore, Baruch Blumberg, Andrzej Schally, Rosalyn Yalow, Daniel Nathans, Hamilton Smith, Allan Cormack, Baruj Benacerraf, George Davis Snell, Roger Sperry, David Hubel, Barbara McClintock, Joseph Goldstein, Gertrude Elion, George Hitchings, John Michael Bishop, Harold Varmus, Edward Donnall Thomas, Joseph Murray, Edwin Krebs, Phillip Allen Sharp, Alfred Gilman, Martin Rodbell, Edward Lewis, Eric Wieschaus, Robert Furchgott, Louis Ignarro, Ferid Murad, Paul Greengard, Eric Kandel, Leland Hartwell, Robert Horvitz, Paul Christian Lauterbur, Linda Buck, Richard Axel, Andrew Fire, Craig Mello, Mario Capecchi, Carol Greider, Elizabeth Blackburn, Carol Greider, Jack Szostak e Bruce Beutler
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Em nome da verdade, devemos ter maturidade suficiente para reconhecer que o Brasil, assim como os EUA ou qualquer outra potência (aqui o Brasil está citado como potência militar regional, bem entendido), na busca dos intresses de seus cidadãos nacionais e respeitando tratados internacionais e alianças com outros Estados, também cometeu excessos em conflito bélico.
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Acompanhando a linha de raciocínio carregada de anti-americanismo tacanho aqui presente, o Brasil também colherá o que plantou, já que dizimou mais da metade da população masculina do Paraguai, além de seus "valorosos soldados" terem estuprado quase todas as mulheres e meninas do nosso vizinho.
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Ou seria melhor esquecer a coerência , cultivar uma espécie de "memória seletiva" (pré-patológica, evidentemente) e preferir falar mal dos EUA ao invés de, antes, olhar para o próprio rabo tupiniquim.
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Em nome da verdade, devemos ter maturidade suficiente para reconhecer que o Brasil, assim como os EUA ou qualquer outra potência (aqui o Brasil está citado como potência militar regional, bem entendido), na busca dos intresses de seus cidadãos nacionais e respeitando tratados internacionais e alianças com outros Estados, também cometeu excessos em conflito bélico.
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Acompanhando a linha de raciocínio carregada de anti-americanismo tacanho dos falastrões, o Brasil também colherá o que plantou, já que dizimou mais da metade da população masculina do Paraguai, além de seus "valorosos soldados" terem estuprado quase todas as mulheres e meninas do nosso vizinho.
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Ou seria melhor esquecer a coerência , cultivar uma espécie de "memória seletiva" (pré-patológica, evidentemente) e preferir falar mal dos EUA ao invés de, antes, olhar para o próprio rabo tupiniquim.
Os Verdadeiros Agentes da Nova Ordem Mundial
http://youtu.be/lXnouKLCt-g.
.Os verdadeiros agentes revolucionários de de efetividade real na Nova Ordem Mundial são 3:
1) A elite governante da Rússia e da China, especialmente os serviços secretos desses dois países.
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2)
A elite financeira ocidental, tal como representada especialmente no
Clube Bilderberg, no Council of Foreign Relations e na Comissão
Trilateral.
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3) A Fraternidade Muçulmana, as lideranças religiosas de vários países islâmicos e alguns governos de países muçulmanos.
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As
idéias de agentes revolucionários para um governo mundial não
correspondem aos interesses de Governos e Nações, portanto os EUA como
nação não são os planejadores da Nova Ordem Mundial, pois não é definido
como interesse geo-político. Somente o Socialismo Soviético e Chinês
tem relação geo-político.
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Digesto Econômico, janeiro/fevereiro de 2007
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O que vem por aí
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(...)
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O primeiro é o dilema geral do esquerdismo hoje em dia. Esvaziada de suas antigas propostas socio-econômicas, que nem seus líderes mais inflamados ousam ainda defender na versão originária, a esquerda mundial sobreviveu à queda da URSS e até se fortaleceu na base do puro ódio cultural (anti-ocidental, antijudaico, anticristão) e do anti-americanismo nu e cru. Esses dois item mesclam-se confusamente no slogan da “guerra contra o Império”. Mas, como reconheceu o próprio teórico esquerdista maior, Antonio Negri, o Império já não é americano. É supranacional. Os pilares em que se assenta são as megacorporações e os organismos internacionais de controle (ONU, OMC, Unesco, OMS etc.) com sua rede de ONGs espalhadas pelo mundo, subsidiadas por aquelas mesmas corporações. Esse macro-sistema de poder não somente não se identifica com a soberania nacional americana mas luta abertamente para dissolvê-la e absorvê-la numa espécie de governo mundial. É a teoria Garrison-Gorbachev do “império transitório” a ser imolado no altar do “império definitivo”. Na medida em que, por tradição ou automatismo, o movimento esquerdista nacional se volta contra os EUA, ele serve ao governo mundial em formação: a luta contra o “império transitório” se torna serviço prestado à construção do “império definitivo”. O fato aparentemente paradoxal de que praticamente toda a esquerda mundial seja subsidiada pelas grandes fundações bilionárias integradas no projeto do governo mundial encontra aí sua explicação. Os obstáculos mais sérios à consecução desse projeto são as soberanias nacionais dos EUA e de Israel. Um “anti-imperialismo” voltado contra esses dois pólos é tudo o que o Império precisa para consolidar-se às custas de milhões de idiotas úteis que imaginam combatê-lo.
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De outro lado, a luta cultural anti-ocidental, incentivada e subsidiada pelos próprios condutores do processo de globalização imperial, não tem resultado em fortalecer o Estado leigo (supostamente destinado a constituir o modelo do Estado mundial), mas em debilitá-lo em proveito da invasão islâmica. Quanto mais as sociedades ocidentais se afastam dos princípios da civilização judaico-cristã, mais se tornam incapazes de defender sua identidade contra o assédio da “alteridade” islâmica. Não só as nações se enfraquecem, mas o próprio Estado mundial, erguendo-se sobre os escombros das identidades nacionais e tradições religiosas, já nasce desprovido de princípios e valores capazes de resistir à maré montante do Islam globalizado.
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(...)"
http://www.olavodecarvalho.org/semana/0701digestoeconomico.html
O antiamericanismo é idiota. A revolução e implementação da Nova Ordem Mundial passa justamente pela subjugação das soberanias nacionais, e tudo o que eles querem é destruir os EUA. E estão conseguindo.
Porém, discordando apenas em um ponto do texto de Olavo acima:
Acho que o sionismo e a criação do Estado de Israel fazem parte do plano da Nova Ordem Mundial. Basta ver como o movimento do sionismo desde o princípio do século XX foi sempre financiado por banqueiros americanos como os Rotschild e os Rockefeller (justamente famílias atuantes no plano da Nova Ordem Mundial). Assim como a própria declaração de Balfour foi feita em carta para o Lord Rotschild. E basta ver como a ONU movimentou incrivelmente a partilha da Palestina justamente após o banqueiro Rotschild "propôr" na Assembleia Geral das Nações Unidas a partilha da Palestina, já em 1947.
Portanto, acredito que o próprio Sionismo Internacional seja um movimento que faça algum papel importante pro plano da Nova Ordem Mundial. Assim como acredito que o conflito judeo-palestino seja parte do plano.
Muitos agentes novordistas se infiltraram na Igreja desde os anos 50 e isso é um FATO. Eu acho que o movimento "Sionismo Internacional" não fortalece a moral judaico-cristã, pelo contrário, a corrompe.
Mas é a minha opinião.
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Antes de mais nada, vou corrigir esta frase aqui do [url]/Main#Profile?uid=5542596715579611323[/url] :
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"Os EUA só entraram em guerra contra o terrorismo, o resto é balela!"
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Corrige lá, véio,
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Voltando ao tema central deste tópico, o antiamericanismo, vou pegar o que vocês disseram como gancho.
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O Olavo procura clarear esta suruba (desculpa aí o termo chulo) política, focando na unidade do agente.
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A seguir ele lista apenas 3 discursos, como sabemos: o russo-chinês, o islâmico e o novordista. Ocorre que o mestre se equivoca quando diz que nada de comum existe entre estes três discursos, pois, de fato existe algo que os une: O ANTIAMERICANISMO.
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Combater o american way of life é combater o maior ícone da sociedade judaico-cristã-ocidental, como afirmam (afirmavam), inclusive, Bin Laden (islâmico) e Duguin (russo-chinês ou eurasiano).
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O mesmo podemos deduzir analisando alguns clichês dos novordistas: "chega de armas!", "parem de desmatar o meio ambiente", "parem de consumir como os americanos", "olha o aquecimento global!" etc.
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Isto posto, o que une esses três discursos, desses três grupos distintos, não é a exclusividade da busca da nova ordem mundial, mas tão somente a CONVERGÊNCIA NO ANTIAMERICANISMO.
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Aparentemente, o Olavão se confundiu, pois para mim é muito evidente que as democracias ocidentais (a quarta força que defendo existir), amparadas no poderio bélico da OTAN (cambaleante, mas ainda de pé graças aos EUA e á Noruega, se não me engano, que foram os únicos países a por algum $, antes da Primevera Árabe - depois, França, RU, Itália e Alemanha compareceram) também defendem um modelo.
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Mas qual é a unidade do discurso dos países da OTAN?
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Ora, caros Olavo, Priscila e Bruno, a unidade é a defesa dos princípio democráticos expressos em suas Constituições.
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É cristalino também que, após a falência da URSS e suas consequências, as democracias ocidentais, apoiadas também nas decisões (a meu ver coerentes e compreensíveis) de seus políticos conservadores, liberais e sociais-democratas passaram a querer implantar o sistema democrático (sulfrágio universal, pluripartidarismo, separação dos poderes, respeito aos contratos, liberdade de expressão e respeito aos direitos humanos, principalmente) ao restante do planeta.
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Quem não consegue enxergar a OTAN e as Constituições das democracias ocidentais como uma força (que continua, mesmo com a saudável alternância de poder, pois que a Carta Magna não muda) neste jogo, a QUARTA FORÇA, portanto, não consegue entender como e por que a OTAN apoiou a Muslim Broderhood contra os ditadores que, de uma forma ou de outra, estabilizavam a região do Oriente Médio e Norte da África
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