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Rodrigo Constantino se rende ao olavetismo

Iniciado por orkut_22 em 06/05/2013 · 42 mensagens

orkut_22#1
Rodrigo Constantino
Divergências à parte, sou capaz de reconhecer a importância de vários pontos abordados por Olavo de Carvalho em seus artigos. No mais, temos agora o mesmo editor, Carlos Andreazza, que também cuida dos livros de Reinaldo Azevedo. É a Record deixando sua marca no pensamento da direita nacional...

http://www.facebook.com/photo.php?fbid=6006560299540…14686&type=1
tiagooliveira#2
Não é bem assim, é só ler os comentários lá no Facebook. 
orkut_22#3
Espero que aproveitem a chance para apoiar as convergências que o Constantino tem com o Olavo e não inundem a página dele com críticas. Ao menos sejam utilitaristas, por favor.
tiagooliveira#4
[url]/Main#Profile?uid=8290771497908514636[/url]:
Espero que aproveitem a chance para apoiar as convergências que o Constantino tem com o Olavo e não inundem a página dele com críticas. Ao menos sejam utilitaristas, por favor.



Os fãs dele deram umas cutucadas de leve e não demorou pra ele afirmar as mesmas coisas do Olavo. É só vê lá nos comentários. 
orkut_22#5
Eu vi, mas também falou algumas coisas boas.

 Que ele é meio idiota e não se entende muito com o Olavo não é novidade, não vejo porque se focar neste ponto. O que fica, de maneira geral, foi a propaganda que ele fez pro Olavo. Acredito que ele deu opotunidade de quem não conhecia o Olavo tomar conhecimento e quem sabe até algum liberalóide mudar de opinião.
tiagooliveira#6
OK.
luciano#7
Rodrigo Constantino clama por uma união entre liberais e conservadores.

Vídeo do YouTube
http://www.youtube.com/watch?v=PFeBHg7bSaw
cl_orkut#8
É...não faz sentido esse desgaste de idéias, porque está em risco aquilo que permite o debate...logo não existirá lugar para divergências.

Bom artigo. 
francis_2#9
O importante é ter o senso de proporções adequados.

Parece que o OdC desce a lenha no RC muito por uma questão pedagógica, de ajudar o próprio RC no seu crescimento intelectual e de nos fazer despertar para o fato de que não devemos exagerar na avaliação e conceituação do sujeito. Em outras palavras, não devemos super-valorizar o Constantino. Agora, não super-valorizar o RC não quer dizer que devemos desvalorizá-lo. É mais uma questão de ter o senso de proporções adequado.

E não é porque o OdC desce a lenha no RC que nós temos o direito de fazer o mesmo. O Olavo é o Olavo, comparado ao Constantino ele está muito além, portanto, ele tem autoridade intelectual e moral para dar uma esfrega. Agora, da mesma maneira que o Olavo está para o Constantino, o Constantino está para mim. Então não me cabe desconstruir o Constantino. No máximo posso e devo apontar os pontos ainda inadequados do Constantino em contraste com aquilo que recebo de uma fonte maior que é o próprio OdC.

Em matéria de pensamento econômico liberal eu acho o Rodrigo Constantino uma referência boa em língua portuguesa é o campo de concentração dele. É a isso que eu me atenho e desconsidero todo o resto (por exemplo, não vou usar o RC como referência para assuntos relativos a cristianismo).

É essa questão.
Manter o senso de proporções.
Aprender e habituar-se a praticá-lo no dia-a-dia.

Aquele rapaz o Daniel Fraga. Muita coisa que ele fala está certa e é bastante útil e ele tem lá os seus absurdos também. Não é porque ele fala umas idiotices que vou negar as análises boas e corretas que ele faz. E não é porque concordo em tal e tal ponto com ele que eu vou alçá-lo a categoria de guru/think tank.

E por último, o RC é um sujeito jovem, ele com certeza vai maturar muito ainda. Da mesma forma que o próprio Olavo maturou nos últimos anos (é perceptível uma diferença interessante entre o Olavo de uns anos atrás e o Olavo hoje). Isso é próprio da intelectualidade honesta. Hoje eu penso X, daqui uns anos posso estar pensando XY.

Se o RC tá se aproximando de algum modo do OdC, ótimo! Isso só o abona, ainda mais perante as saraivadas que ele recebeu.

Que Deus fortaleça em vigor e sabedoria os nossos representantes da direita!
francis_2#10
Um fenômeno enjoado que existe entre os conservadores é algo que eu tenho definido como

complexo de messias.

É aquele desejo bobo de encontrar um representante político que seja absolutamente perfeito em tudo, em todos os posicionamentos.

Isso não existe.
martin_2#11
mas se não tivermos muitos lobões para popularizar e convencer o povo q ser reacionário é bom e necessário,  não sairemos nunca da teorização
valter_3#12
Muito bom seu post, Francis. 
luciano#13
Achei uma surpreendente demonstração de maturidade do Constantino. Principalmente no que se refere à perseguição contra a religião cristã. Foi um tremendo momento de lucidez, considerando que ele é materialista ferrenho.

Parabéns ao Constantino. Parece que ele cresce com críticas. A esquerda decidiu apelidá-lo de "menino maluquinho", ele decidiu provar que não é menino.
julio#14
Atualmente eu não tenho acreditado nem em cristãos... se o cara é materialista...tô fora. Se não tem dimensão da transcendência é muito restrito e sem propósito.
priscila#15
Infelizmente, meu caro Martin, se TIVERMOS "muitos lobões"pra convencer o povo a ser "reacionário"- coisa que o sujeito não é nem nunca foi - corremos o risco de ver a população ser "convencida" a ser abortista, drogada e espancadora de pais.

Lamento, mas falta MUITO pro cara desempenhar ALGUM papel que nos interesse a todos.
priscila#16
Quanto ao Constanta, eu deposito ALGUMA esperança nele: mas ele também tem que comer MUITO feijão pra chegar lá...

Portanto,  também RECUSO o meu endosso a ele, ATÉ ele chegar lá e chegar bem chegado - pelo SALUTAR PRINCÍPIO de que "passarinho que anda com morcego acaba dormindo de cabeça pra baixo".

E eu pretendo continuar a dormir de cabeça PRA CIMA.
eduardo_24#17
frank#18
Boa observação !
g_orkut_3#19
O próprio Constantino disse esses dias no facebook que está ficando mais conservador. 
douglas_4#20
mas aí, quando sai o livro?
priscila#21
"Está ficando" é coisa de TELEMARKETING.

Toma tenência, Constanta! 

 Mostre a quê você VEM, ou desocupa a moita e sai da reta!

priscila#22
Eduardo, meu caro confrade: não obstante as "boas intenções" do autor do artigo, eu lamento muitíssimo mas não vou virar o George Soros nem a poder de cacete.

Esse negócio de "até que ponto" é monumentalmente SIMPLES: até o ponto que determinam os limites MORAIS!

E acabou-se, daí pra frente não tem nem CONVERSA, que dirá "negociação".

Outro dia me mostraram um palerma libertário dizendo ao Olavo que "era muito simples: ele próprio era contra o aborto, mas quem quisesse ser a favor e o praticasse, tudo bem, sem problemas". 

Eu DETESTO essa caterva NAUSEANTE, palavra de honra! NEM tenham a ousadia de CHEGAR PERTO de mim!!!!!

Olha ISSO:
- "Eu sou contra a pedofilia, mas quem quiser ser a favor e praticar que seja e pratique, dããã". 
priscila#23
Essa conversa fiada de que é "conveniente" topar o que é IMORAL, o que é NOJENTO, em nome de sei lá qual "objetivo" é uma tática VIPERINA, demoníaca: isso não é "vitória", isso é RENDIÇÃO! DESONRA! VERGONHA, OPRÓBRIO, ABJEÇÃO!

Vade retro, essa corja.

Eu venho de uma antiga tradição, que foi anulada por TOSCOS, que pensam que "ganharam": já passou da hora dessa gente saber que os que são da minha estirpe não se rendem NUNCA, não pedem pinico,  não sentam  nas "mesas de negociação" porque  JAMAIS "negociam" o inegociável!

Vejam-se SÓS diante de seu Criador, caramba: NUNCA sentados em um torpe conluio com gente que não tem consciência, SENSO MORAL! 

"Vamos ver:  de repente a gente se une, não luta mais contra o aborto, topa o genocídio dos inocentes indefesos - e aí a gente ganha, né mesmo?"

Ganha DE QUEM,  me faça o autor do artigo o favor de me INFORMAR? Quem é o VENCEDOR, num acordo bagaça INDECENTE DESSES? 
cl_orkut#24
Concordo que alguns valores são inegociáveis.  Ocorre que, a despeito da nossa vontade e o que pensamos a respeito, aberrações estão sendo aprovadas por um pequeno grupo no poder, que atende apenas aos próprios interesses, aos poucos nossas opiniões e as possibilidades de reverter o processo vão sendo anuladas, temos que reagir enquanto é tempo. As tentativas com PNDH3, a campanha de desarmamento (mesmo com o resultado do plebiscito das armas de 2005), o povo desprezado implorando leis duras para bandidos ( e como resultado podemos contemplar os "homens de bem" pro governo sendo liberados pela porta da frente das delegacias) são bons exemplos que é só um questão de tempo para a vontade deles prevalecer sobre tudo e todos. Se conseguirem, no pacote virá tudo o que não queremos: aborto, legalização das drogas, controle da imprensa, desconstrução dos gêneros... fim da linha.
luciano#25
Lembremos que em Israel o aborto não apenas é legalizado, como o Estado arca com os custos.

Segue então que uma aliança com Israel é impossível com base em objeções morais ?
daniel_26#26
TODO estado que legalizou o aborto é um estado CRIMINOSO, e isso INCLUI Israel. Caso não se arrependam a ira divina irá recair sobre eles.
daniel_26#27
[url]/Main#Profile?uid=13503374250472808363[/url]:
Essa conversa fiada de que é "conveniente" topar o que é IMORAL, o que é NOJENTO, em nome de sei lá qual "objetivo" é uma tática VIPERINA, demoníaca: isso não é "vitória", isso é RENDIÇÃO! DESONRA! VERGONHA, OPRÓBRIO, ABJEÇÃO!

Vade retro, essa corja.

Eu venho de uma antiga tradição, que foi anulada por TOSCOS, que pensam que "ganharam": já passou da hora dessa gente saber que os que são da minha estirpe não se rendem NUNCA, não pedem pinico,  não sentam  nas "mesas de negociação" porque  JAMAIS "negociam" o inegociável!

Vejam-se SÓS diante de seu Criador, caramba: NUNCA sentados em um torpe conluio com gente que não tem consciência, SENSO MORAL! 

"Vamos ver:  de repente a gente se une, não luta mais contra o aborto, topa o genocídio dos inocentes indefesos - e aí a gente ganha, né mesmo?"

Ganha DE QUEM,  me faça o autor do artigo o favor de me INFORMAR? Quem é o VENCEDOR, num acordo bagaça INDECENTE DESSES? 
jos_orkut_6#28
Rodrigo Constantino dispara um mar de pérolas. Não consigo levar a sério alguém que queira reduzir o estado. Qualquer leiturinha de Freud, para compreensão do homem como ser humano e de Thomas Hobbes acerca do estado já é o bastante para saber que essa história de liberalismo e libertarianismo não presta.
ayrton#29
“O governo, o setor público, não cabe no Brasil. É preciso conter e reduzir o gasto e a dívida pública, para poder começar a reduzir impostos e juros. E facilitar a vida de quem quer fazer negócios honestamente”

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[Carlos Alberto Sardenberg, economista]

ayrton#30
“A alta carga tributária contrasta com o péssimo e ineficiente serviço público em áreas vitais como educação, saúde e segurança”

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[João Eloi Olenike, presidente do IBPT]

ayrton#31
“O Brasil é caro e difícil”

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[Dov Moran, inventor do pen drive]

ayrton#32
“Eis o custo Brasil: pouca infraestrutura, muito imposto. Um problema que está passando dos limites e trava o País”

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[Carlos Alberto Sardenberg, economista]

ayrton#33
“Apesar de sermos um país que optou por ter um Estado grande, temos um Estado que investe muito pouco”

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[Armínio Fraga, ex-presidente do Banco Central]

ayrton#34
“Cerca de 27% dos brasileiros não percebem que pagam impostos devido aos tributos embutidos nos preços dos produtos e serviços. Isto é o reflexo da falta de transparência. Nos temos um sistema tributário muito complexo, com muitas normas e uma tremenda burocracia”

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[Letícia do Amaral, advogada tributarista e vice-presidente do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário]

ayrton#35
“A perda de competitividade da indústria de material de construção, que resultou em déficit comercial de US$ 1,6 bilhão em 2010, é culpa da elevada carga tributária”

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[Melvyn Fox, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção]

ayrton#36
E no entanto, José, vamos combinar, seu comentário também não é lá nenhuma preciosidade.

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Mas afinal, o que quer dizer esta frase: "Não consigo levar a sério alguém que queira reduzir o estado"?

.

Pergunto isso porque ela está tão mal formulada que deixa algumas dúvidas no ar, como por exemplo:

.

1 - Escrever "estado" (sic) com letra minúscula como faz a revista Veja - em sinal de protesto, explicado até em editorial - só faz sentido para quem tem bom senso e acredita que o estado brasileiro é hipertrofiado.

.

2 - Será que todos os países do mundo tem suas "máquinas federais" do mesmo tamanho? E será que não faz sentido defender um modelo como o dos EUA?

.

3 - Será que é mesmo burrice querer um estado mais enxuto, cortando gastos públicos com racionalidade, reduzindo a carga tributária e a ingerência governamental na economia???

.

4 - Será que é inteligente concentrar cada vez mais recursos no governo federal (a arrecadação e a carga não pararam de crescer na última década), aumentando o poder de uma classe política tão criminosa quanto a nossa, perseguindo modelos escandinavos totalmente inadequados para tupiniquins e cucarachas?

.

5 - Por que é possível para países como Chile e Colômbia terem um estado menor e crescerem bem mais do que o Brasil?

.

Explica aí.

priscila#37
Existe uma relação direta entre o aumento do Estado e a sua ineficácia: o Estado AUMENTA porque é INEFICIENTE, e torna-se MAIS INEFICIENTE 'a medida,que AUMENTA.

Esta específica  relação direta, linear, acaba criando uma "ressonância" , que desemboca na falência do Estado e na sua substituição por uma tirania.

O que significa que a maneira mais eficaz para se impor um domínio tirânico consiste em tornar a "máquina estatal" cada vez mais ineficiente, o que provocará a criação de mais mecanismos reguladores, e por conseguinte o aumento do Estado. Assim, todo o sistema eventualmente  entra em "obesidade mórbida", o que provoca mais ineficiência e a necessidade de ainda mais controle, o que aumenta a obesidade etc..

Para implantar esta dinâmica perversa, que desembocará na falência estatal completa e na substituição do ex-Estado por uma tirania totalitária, existem inúmeros instrumentos, como a impunidade e a corrupção endêmica. Ou seja, os agentes ESTIMULAM a ineficiência da forma mais permissiva e ampla possível, de modo a criar um MODELO que vai envolvendo todos os âmbitos estatais.

Uma vez este modelo estabelecido, a coisa anda SOZINHA, sem necessidade de mais nada: automaticamente, sob o pretexto de "controlar a ineficiência", serão criados mecanismos de controle que vão obedecer ao mesmo modelo que já foi instaurado, de modo a manter uma "espiral logarítmica" que se amplia cada vez mais.

Até, como eu disse, que chegue  a inevitável falência do Estado e sua consequente substituição por uma tirania totalitária.
priscila#38
Agora - se alguém quiser fazer um ATALHO neste processo, pode  usar os mesmos instrumentos mencionados -  o estímulo ao rompimento dos limites morais, pra resumir - através da eliminação do Estado, o que fará com que o processo de controle e a instalação da tirania totalitária sejam mais DRÁSTICOS, mais RÁPIDOS e mais CONTUNDENTES.

Em vez de relativamente lenta obesidade mórbida, teremos a relativamente veloz caquexia mórbida: em vez de instalar a tirania pela via do controle excessivo , instala-se a tirania pela ausência completa de controle, que por sua vez  provocará o CAOS SOCIAL imediato, e a imediata instalação da  tirania.

Eu diria que, de modo geral, os agentes que querem a instalação das tiranias totalitárias CONJUGAM  esses dois métodos, ou estratégias - COMBINANDO o excesso de controle no âmbito estatal com a ausência de controle no âmbito social.

E aí se tem um contexto, por exemplo, onde o Estado exerce  ZILHÕES de controles,  absolutamente  desordenados, ineficientes, mas monstruosamente grandes - e ao mesmo tempo se tem uma situação social entregue às baratas, da qual o Estado está absolutamente AUSENTE, e que é entulhada de criminalidade, assassinatos, drogas etc.

Ou seja: a Bananalândia atual.
jos_orkut_6#39
[url]/Main#Profile?uid=2550191970516022724[/url]:
E no entanto, José, vamos combinar, seu comentário também não é lá nenhuma preciosidade.

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Mas afinal, o que quer dizer esta frase: "Não consigo levar a sério alguém que queira reduzir o estado"?

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Pergunto isso porque ela está tão mal formulada que deixa algumas dúvidas no ar, como por exemplo:

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1 - Escrever "estado" (sic) com letra minúscula como faz a revista Veja - em sinal de protesto, explicado até em editorial - só faz sentido para quem tem bom senso e acredita que o estado brasileiro é hipertrofiado.

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2 - Será que todos os países do mundo tem suas "máquinas federais" do mesmo tamanho? E será que não faz sentido defender um modelo como o dos EUA?

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3 - Será que é mesmo burrice querer um estado mais enxuto, cortando gastos públicos com racionalidade, reduzindo a carga tributária e a ingerência governamental na economia???

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4 - Será que é inteligente concentrar cada vez mais recursos no governo federal (a arrecadação e a carga não pararam de crescer na última década), aumentando o poder de uma classe política tão criminosa quanto a nossa, perseguindo modelos escandinavos totalmente inadequados para tupiniquins e cucarachas?

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5 - Por que é possível para países como Chile e Colômbia terem um estado menor e crescerem bem mais do que o Brasil?

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Explica aí.

Explico.

1) Quando escrevo estado em letras minúsculas, me refiro ao termo num modo geral. É o mesmo quando falamos em deus no sentido da palavra e não nos referindo a uma entidade. No primeiro caso escrevemos em minúscula; no segundo, em maiúscula.

2) Não sei. Não conheço o modelo norte-americano cem por cento. Tudo que sei é que é um país imperialista e explorador, financiando várias ditaduras na América Latina. Leia o livro do Carpeaux: A Batalha da América Latina.

3) Será que não é burrice minimizar um estado e cairmos num caos social, beirando uma aristocracia?

4) A classe política deve representar a população como um todo, e não uma parte dela. O minimalismo do estado beneficia somente a classe burguesa, afinal, serão a eles concedidos o direito do livre comércio, longe das leis estatais, tal como as leis trabalhistas. Estaríamos de volta ao regime escravocrata. 

 5) Depende do que é "crescer" pra você.
jos_orkut_6#40
E antes que falem: não sou petista.
ayrton#41
EDITORIAL HISTÓRICO DA VEJA
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"14 de março de 2007

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Carta ao leitor

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Uma questão de estado

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A partir desta edição VEJA passará a grafar a palavra estado com letra minúscula. Se povo, sociedade, indivíduo, pessoa, liberdade, instituições, democracia, justiça são escritas com minúscula, não há razão para escrever estado com maiúscula. Os dicionaristas aconselham o uso de capitular quando a palavra for usada na acepção de "nação politicamente organizada", como prescreve o Aurélio. Seu rival Houaiss também assevera que estado nesse sentido se grafa com maiúscula. Vale a pena contrariá-los.

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Escrever estado com inicial maiúscula, quando cidadão ou contribuinte vão assim mesmo, em minúsculas, é uma deformação típica mas não exclusivamente brasileira. Os franceses, estado-dependentes, adoradores de seu generoso cofre nacional, escrevem "État". Os povos de língua inglesa, generalizando, esperam do estado a distribuição equânime da justiça, o respeito a contratos e à propriedade e a defesa das fronteiras. Mas não consideram uma dádiva do estado o direito à boa vida material sem esforço. Grafam "state".

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Com maiúscula, estado simboliza uma visão de mundo distorcida, de dependência do poder central, de fé cega e irracional na força superior de um ente capaz de conduzir os destinos de cada uma das pessoas. O escocês Adam Smith (1723-1790) nunca escreveu a palavra capitalismo. O inglês Thomas Hobbes (1588-1679) não utilizou a palavra estado. Ambos, porém, são associados a esses termos. Smith, autor de A Riqueza das Nações, como o primeiro pensador a explicar o funcionamento da economia capitalista. Hobbes, com seu Leviatã, como pioneiro na denúncia do estado pantagruélico. Foi, na verdade, defensor de uma instituição capaz de livrar a sociedade do estado permanente de guerra entre os indivíduos, uma "entidade soberana" – em minúsculas, recomendava Hobbes, que escrevia Lei sempre com capitular.

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Grafar estado é uma pequena contribuição de VEJA para a demolição da noção disfuncional de que se pode esperar tudo de um centralismo provedor. Em inglês grafa-se "Eu" sempre em maiúscula, na entronização simbólica do indivíduo. Não o faremos. Nem vamos tirar a capitular da palavra Deus. A tentativa é refletir uma dimensão mais equilibrada da vida em sociedade, como a proposta pelo poeta francês Paul Valéry (1871-1945): "Se o estado é forte, esmaga-nos. Se é fraco, perecemos".

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http://veja.abril.com.br/140307/cartaleitor.shtml

ayrton#42
Tentou mas não explicou:

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1) "Estado" escreve-se com letra maiúscula. No entanto, a revista Veja passou a grafar com minúscula em sinal de protesto, assim como muitos leitores daquele semanário, que evidenciou as roubalheiras de Erenice Guerra (além de seu filho e marido), Zé Dirceu, Lula, Lulinha, Rosemary Noronha, Delúbio Soares, José Genoíno, João Paulo Cunha, Palocci, além da teia crimosa de Santo André e Campinas que incluiu prefeitos e testemunhas misteriosamente assassinados com acobertamento de Gilberto Carvalho, Luiz Eduardo Greenhalgh e cia.

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Errar é humano, mas insistir no erro e ainda por cima tentar justificar dizendo "quando escrevo estado em letras minúsculas, me refiro ao termo num modo geral" é burrice ou/e canalhice. Se você é eu não sei, mas isso é coisa de petralha.

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2) Disse que não sabe se todos os países tem máquinas federais idênticas em tamanho e ainda quer ser levado a sério?

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Dizer que os EUA são "imperialistas" e "exploradores" é apenas a sua opinião e nada tem a ver com o assunto. Opinião, aliás, idêntica a dos petralhas, aqueles ladrões populistas aliados da China imperialista, que escraviza a classe trabalhadora de seu próprio país comunista, a do Tibet e a da África, além de apoiar as ditaduras assassinas de Cuba e da Coréia do Norte.

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Fez cortina de fumaça, 2 X 0 para mim.

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3) Não respondeu e 3 X 0.

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Mas fez outra pergunta que eu respondo: é evidente que não corremos o risco de caos social por reduzir as garras da classe política tupiniquim, pelo contrário, reduzir o assalto do pior custo-benefício tributário do planeta para incrementar e desonerar a livre-iniciativa é a única saída para o crescimento sustentável e para a diminuição da pobreza - Bolsa Família é um artifício duvidoso e cujos efeitos ainda não são bem conhecidos. Isto é, a não ser que o governo do PT siga o exemplo de seus aliados do PC Chinês e escravize a classe trabalhadora, alijando-a de todos os direitos que gozariam se estivessem numa democracia capitalista, e, desse modo, consiga ter os produtos mais baratos e 'competitivos' do mundo.

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Acho que você deveria beber uma água e depois dar um pulo lá no blog do Luis Nassif ou no site http://vermelho.org/, onde encontrará toupeiras esquerdistas saudosas de utopias do século XIX e que cultuam a teoria o estado paquidérmico

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4) Novamente não respondeu, portanto 4 X 0 para mim ( e quem estiver lendo pode me corrigir, se estiver errado).

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Sem fundamentar nada você disse que defender a diminuição do estado é defender um regime de escravidão, mas é justamente o contrário: são as ditaduras com seu gigantismo estatal que, por definição, oprimem os indivíduos e não as democracias.

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5) Novamente não respondeu. 5 X 0 para mim.

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Espero que tenha gostado da aula.

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Ah: http://pt.wikipedia.org/wiki/Crescimento_econ%C3%B4mico


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