O economista inglês Anthony Sutton começou estudando a ajuda militar americana à URSS durante a II Guerra Mundial e acabou descobrindo que toda a indústria pesada soviética era uma fachada de papelão só mantida em pé pela força do dinheiro ocidental. Espantado, pôs-se a investigar por que os maiorais das finanças nos EUA haviam gastado tanto só pelo prazer de fornecer ao seu país “o melhor inimigo que o dinheiro podia comprar” (The Best Enemy Money Can Buy, título de um de seus melhores livros). De quebra, descobriu que ajuda igualmente generosa havia escoado para o III Reich, comprando não só um inimigo, mas dois. No intuito de resolver o enigma, passou a estudar as origens históricas da elite americana. Por pura sorte, vieram parar nas suas mãos os documentos originais de uma sociedade secreta fundada no século XIX, mas ainda em funcionamento, que reunia as famílias mais ricas e poderosas dos EUA. Sutton acrescenta à inflexível probidade científica um irritante comedimento britânico. Ele reproduz esses documentos em An Introduction to “The Order” (1983) com o máximo cuidado de ater-se aos fatos e evitar conclusões precipitadas, mas toda essa precaução não impediu que a publicação do livro pusesse um abrupto ponto final numa brilhante carreira universitária. Qualquer que seja o caso, esse grande estudioso, que viveu uma das aventuras intelectuais mais fascinantes do século XX, foi muito odiado, xingado e amaldiçoado, mas jamais contestado formalmente.
Anthony Sutton e Skull and Bones
Os Bush são da Skull and Bones.
A Skull and Bones é uma "fraternidade" que REPLICA, de maneira pateticamente IDÊNTICA, os tradicionais ideais, assim como os rituais, dos antigos Illuminati da Bavária. TODO o simbolismo é o mesmo, as referências são as mesmas, as gatimonhas são as mesmas, a bagaça toda é completamente IGUAL.
Se isto se TRADUZ, fora dali, em uma AÇÃO política igual à dos Illuminati bávaros, eu honestamente não posso garantir. Mas tudo leva a crer que, de modo geral, SIM.
