Balseros mostra a vida de 7 cubanos que, em 1993, decidiram encarar as águas do golfo numa jangada improvisada. O documentário cobre as primeiras tentativas, e depois os mostra 7 anos depois quando já estabelecidos nos EUA.
Achei esse documentário bom, apesar de mostrar mais cubanos de classe baixa, que não se deram tão bem nos EUA, em vez de mostrar também os que se deram melhor. Os que não se deram tão bem foi por sua própria culpa pois 2 deles cometeram crimes e outros negligenciaram suas famílias.
É claro que é bem mais difícil um imigrante com baixo grau de instrução se dar bem em outro país. Sem instrução, a vida é difícil em qualquer lugar. Mesmo assim ficou evidente que ser remediado nos EUA é muito melhor que ser remediado em Cuba se os laços familiares não forem rompidos.
O documentário deveria ter mostrado como um cubano com maior grau de instrução se daria tremendamente melhor depois de liberto dos grilhões de Castro. Mas de um jeito ou de outro, o Fidel teria editado o documentário para retratar apenas os que não se deram tão bem.
O filme já vale a pena só por duas coisas: ter mostrado o terrorismo imigratório de Castro e, principalmente, a história tocante de Guillermo, um pai que enfrentou o mar e a espera para reencontrar sua esposa e sua filha em Miami que haviam partido de Cuba 5 anos antes.
Quem tiver Netflix pode assistir o filme online sem pagar nada extra.
Achei esse documentário bom, apesar de mostrar mais cubanos de classe baixa, que não se deram tão bem nos EUA, em vez de mostrar também os que se deram melhor. Os que não se deram tão bem foi por sua própria culpa pois 2 deles cometeram crimes e outros negligenciaram suas famílias.
É claro que é bem mais difícil um imigrante com baixo grau de instrução se dar bem em outro país. Sem instrução, a vida é difícil em qualquer lugar. Mesmo assim ficou evidente que ser remediado nos EUA é muito melhor que ser remediado em Cuba se os laços familiares não forem rompidos.
O documentário deveria ter mostrado como um cubano com maior grau de instrução se daria tremendamente melhor depois de liberto dos grilhões de Castro. Mas de um jeito ou de outro, o Fidel teria editado o documentário para retratar apenas os que não se deram tão bem.
O filme já vale a pena só por duas coisas: ter mostrado o terrorismo imigratório de Castro e, principalmente, a história tocante de Guillermo, um pai que enfrentou o mar e a espera para reencontrar sua esposa e sua filha em Miami que haviam partido de Cuba 5 anos antes.
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