Seria necessário fazer um exame genético ou olhar a árvore genealógica para saber se há ou não ascendentes negros, mas esses dois irmãos obviamente mestiços não aparentam ter sangue negro e sim aparentam ser caboclos, esses seres de cuja existência o movimento negro convenientemente se esquece e que compõem boa parte da população do Norte e do Nordeste – são em geral misto de branco e de índio sem nenhuma gota de sangue negro.
O movimento negro nega mesmo a existência do caboclo e do índio (no sentido puramente racial do termo).
O termo "pardo", um primor de indefinição, pode incluir tanto brancos morenos quanto mulatos e caboclos – e a morenice caucasiana não necessariamente indica miscigenação, ao contrário do que se afirma; portugueses, espanhóis, alguns italianos etc todos têm a tez mais morena do que ingleses ou suecos sem que necessariamente tenham ancestrais negros ou índios.
O movimento negro no Brasil (e a cultura popular brasileira) também aparentemente adota a perspectiva nordicista em sua definição de "branco", de modo que "ninguém é branco", a menos que tenha a tez rosada e olhos e cabelos claros. É a negação da branquitude. E é uma definição estreita de "branco" (caucasiano) que agradaria a alguns seguidores de Hitler (da vertente nordicista).
Segundo a reportagem, eles têm "pai negro", mas não parece; não possuem característica negróides visíveis (nariz, lábio, cabelo, formato do crânio etc).
Mas no Brasil também se confunde cor da pele com raça. O Brasil supostamente é racista mas os brasileiros sequer sabem o que é raça e o que é negro (indianos e árabes não são da raça negra. Qualquer indivíduo de pele escura não é necessariamente "negro" só por ter a pele escura. "Negro", "amarelo" e "branco" são apenas colour metaphors para designar as raças negróide - africana - , mongólica e caucasiana. A cor da pele é apenas uma das características)
Cotas são um absurdo total, e não há critério decente para resolver a questão. Vejam o caso hoje noticiado pelos jornais. A ginasta Daiane dos Santos, que nem se precisa comentar que é negra, tem em seu perfil genético, maioria européia. Depois africana e, por último, indígena. Se você olhar para a moça, não diz que tem maioria européia. Mas seu perfil genético é de uma. Então como proceder com o parecer genético?
COTA É UM ABSURDO NAZI-FACISTA, e a UNB hoje em dia é uma universidade NAZISTA, pois tem como crtério de seleção escolher as pessoas com base em fotografias para ver quem é negro, ou não. Isso por si só já configura um absurdo total, mas enfim vivemos na era da inversão de valores onde não ser negro configura uma restrição de direitos por parte de universidades, e alguns outros órgãos públicos. Se isso não é o mais completo e absurdo NAZI-FACISMO as avessas, então eu não sei o que é.
Toda essa tralha é uma piada! Nem os caras que inventaram essa estupidez sabem como responder à simples pergunta de qual é o raio do critério adotado, até porque não existe nenhum possível!
Eu vou te contar, não há possibilidade de se discutir tamanha asnice!
Uma banca que vai decidir quem é de que cor? Ou talvez uma banca que vai decidir a etnia predominante de uma pessoa pelo retrato?
Acho que poderíamos pelo menos atacar tamanha imbecilidade por este flanco mais furado que uma peneira, já que moral e um mínimo de bom-senso essa corja não tem mesmo.
Quem são os infelizes que formam essa banca? Vamos descobrir o nome de um imbecil desses, e mandar uma carta perguntando qual é a metodologia usada, e divulgar!
A desconstrução da realidade. Avaliação fotográfica para entrar na universidade lembra os velhos tempos da seleção racial na Alemanha.
Eu já escrevi isso na comunidade anti-nazismo (curiosamente apinhada de esquerdóides): racismo é uma idéia essencialmente esquerdista. Um está para o outro como o "cú" está para o "vai tomar". Sem um o outro não se complementa, fica vazio, fica um hiato suspenso no ar. A idéia de separar as pessoas por raças é um dos pilares da concepção esquerdista da vida. Se os mais fortes sobrevivem, logo, as raças mais bem preparadas prevalecem sobre as mais fracas. Os negros nesse contexto estão sendo declarados "raça fraca" pelos esquerdistas e ainda não se aperceberam disso. Se um negro precisa de "cotas especiais" para entrar numa faculdade significa dizer que a esquerda o vê como intelectualmente menos qualificado que um branco o que é uma idiotice sem tamanho. TE em tempo real. Usar "minorias excluídas" é apenas um truque, um artifício macabro para jogar uns contra os outros. Onde o cristianismo afirma (só lembrando que mais de 70% da população declara-se cristã e isso nunca é lembrado) que todos são iguais aos olhos de Deus, a esquerda divide, rebaixa e desqualifica para criar ódio doente e mais segregação num processo cíclico onde ódio atrai mais ódio e nunca acaba.
Gabinete do Reitor (GRE)
Reitor Timothy Martin Mulholland
Exmo. Senhor Reitor,
Meu nome é Priscila Garcia, cidadã brasileira, CPF *.
Venho por meio desta solicitar ao senhor, na qualidade de Reitor da Universidade de Brasília, a informação sobre quais os critérios adotados pela mesma para determinar quem é ou quem não é de etnia negra, e portanto quem está ou não está capacitado a se candidatar a uma das cotas raciais oferecidas pela citada Universidade.
Li recentemente, em matéria divulgada pela assessoria de imprensa da UnB, que existe uma banca que determina, através da análise de retratos e de informações prestadas pelos próprios candidatos, se a pessoa pode ou não ser qualificada como legítimo pretendente a tal cota.
Como tenho certeza de que o senhor não ignora, uma fotografia não constitui material para a referida análise, uma vez que nela só aparecem as características fenotípicas da pessoa, e a definição da etnia predominante permanece oculta, sendo apenas acessível através de exames específicos do patrimonio genético, conhecidos a grosso modo como "exames de DNA".
De forma que foge à minha compreensão quais seriam os critérios adotados para se conferir tal veredicto, sobrando somente a arbitrariedade mais absoluta, e mais inacreditável.
Enfim, pra não tomar mais seu tempo, peço que o senhor responda a mim, e com certeza a milhões de outras pessoas que devem estar tão curiosas quanto eu, de que maneira é feita esta seleção, e por que critérios - uma vez que ela é importantíssima, e vai definir de forma absoluta quem é de etnia predominantemente negra e quem não é. Gostaria também de conhecer os nomes dos membros da referida banca, que evidentemente não devem ser ocultados dos brasileiros em geral. Tenho inúmeras perguntas a fazer a eles, e na verdade não sei quem são, por desconhecer onde procurar tal informação.
Obrigada, atenciosamente,
Priscila Garcia
pmoraesgarcia,volta e meia em,yahoo.com
Mandem também, torrem, insistam, não deem trégua.
Tenho certeza de que vocês podem fazer isto melhor do que eu.
Mas o negócio é não calar a boca, e entrar pela brecha disponível, que no momento é esta. Dizer a um idiota que cota racial é um absurdo não parece estar adiantando: então vamos pela denúncia da arbitrariedade, que é importante também, e inevitável!