Fórum Olavo de CarvalhoArquivo da comunidade do Orkut · 2004–2013

Islam e a esquerda

Iniciado por uriel em 31/05/2007 · 42 mensagens

uriel#1
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O facto de a esquerda internacional concentrar a militância contra o cristianismo e apoiar o Islam global e a própria islamização da Europa parece absurdo e sem sentido.

Há, no entanto, alguns aspectos do próprio Islam que aparentemente são bastante aproveitáveis pela esquerda e atraentes para os progressistas, mesmo dum ponto de vista puramente superficial e exotérico (o aspecto esotérico particularmente dos sufis também lhes é interessante mas não sei porquê). É bem fácil de identificá-los.

1. O Islam (Sh´aria) legaliza a pedofilia. Sobre isso talvez convenha criar outro tópico em separado.
2. O Islam, se proíbe o alcóol, por outro lado permite/não proíbe as drogas tais como ópio e haxixe (acho que isso é sabido por todos e é notória a atividade de comércio de ópio exercida pelo Talibã e outros grupos bem como é notório que os muçulmanos não podem beber mas podem fumar haxixe em seus arguilles - cachimbo turco).
3. (esse é um aspecto mais controverso e não sei qual é realmente a posição oficial islâmica:) Aparentemente o Islam se não permite a pederastia, no mínimo historicamente é mais tolerante com ela.

http://pedrodoria.nominimo.com.br/?p=1504
http://tmq2.wordpress.com/2007/04/07/sodomy-in-saudi/
http://www.theatlantic.com/doc/200705/gay-saudi-arabia
Islamismo e homossexualismo

4. O Islam por ser a um só tempo a)uma "religião" universalista/expansionista e b)uma Lei que molda e estrutura todo o funcionamento da sociedade - e não só a conduta individual - é mais facilmente adaptável ou útil para ser usado por ideologias totalitárias e dirigismos globalistas. Em outras palavras, combina melhor com o Totalitarismo. O judaísmo tem a segunda característica (b) mas não tem a primeira. O cristianismo e o budismo têm a primeira característica mas não têm a segunda.

5. O Islam permite a poligamia (notório).

6. O Islam permite o divórcio (notório)
uriel#2
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7. Por meio da brecha do divórcio, o Islam permite o "casamento temporário", que é o "jeitinho" islâmico de praticar a prostituição dentro da Lei. Em outras palavras, o Islam permite a prostituição.

8. O Islam permite a escravidão/servidão doméstica

9. O Islam dá margem a interpretações anti-semitas (no sentido de anti-judaicas), embora não tanto quanto os radicais islâmicas pensam ou gostariam.

10. O Islam permite a "magia" ou o "ocultismo", com o perdão do termo (me refiro à vertente esotérica do Islam que é complementar do Islam exotérico e coexiste com ele)

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Note que todas as características acima são do Islam tradicional mesmo e não do Islam radical "deturpado".

Relembrando: Haxixe, casamentos arranjados com esposas de 9 anos (pedofilia), divórcio, prostituição, concubinato, escravidão (escravas sexuais), ditadura (Sharia), esoterismo e multiculturalismo (pois o Islam é para todos os povos, todas as raças etc).

Ora, não é tudo que a elite progressista européia quer? Não é o mundo dos sonhos do Princípe Charles, Chirac e "Tony" Blair?
uriel#3
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7.

http://digg.com/world_news/Iran_Legalizes_Prostituti…_of_One_Hour

"For girls as young as 9, Iran has established a system of legalized prostitution, through the practice of "sigheh" or "temporary marriages," by which a mullah arranges a "legal union" between a man and a girl (some as young as nine years old) for a fee. The so-called marriage can last as short as one hour."

http://www.jpost.com/servlet/Satellite?cid=116746773…e%2FShowFull

8.
http://rgcombs.blog-city.com/slavery_in_america.htm
http://www.frontpagemag.com/Articles/ReadArticle.asp?ID=16794
http://www.danielpipes.org/blog/123Saudi Religious Leader Calls for Slavery's Legalizationhttp://www.frontpagemag.com/Articles/ReadArticle.asp?ID=18413Saudis Import Slaves to Americahttp://www.danielpipes.org/article/437
http://www.amazon.com/Slave-Soldiers-Islam-Genesis-M…p/0300024479Slave Soldiers and Islam: The Genesis of a Military System (Paperback)
uriel#4
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"Minha utopia suprema é botar a esquerdalhada sob o jugo teocrático Islâmico."

"Paulo de Tarso", eles vão adorar.
Vão poder consumar "casamentos temporários" com crianças de 9 anos de idade. Vão poder fumar haxixe e ópio. Vão bater ter escravos/servos domésticos e praticar sadomasoquismo punindo-os com chibatadas (o Islam também permite a punição de esposas com varas).
Vão poder ter múltiplas esposas e se divorciar sem dificuldades.
Vão ter o Estado (Sharia, a Lei islâmica) regulando tudo, até a forma como se corta as unhas.

É tudo que eles querem.
É por esses motivos que o Islam é muito mais atraente para progressistas pervertidos do que o cristianismo.
uriel#5
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(criei esse tópico sem medo nenhum de ser chamado de "islamofóbico" aqui.
mal_orkut#6
Ridículo.
mal_orkut#7
exatamente...
uriel#8
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Que confirme o quê em específico, Forestan? Quanto a livros, citei aqui o Pipes.

e que tal essas fontes islâmicas (sobre o casamento arranjado com meninas de 9 anos)?:

http://www.alislam.org/books/pathwaytoparadise/LAJ-chp3.htm
http://www.islamicvoice.com/august.98/marriage.htm#EAR
http://www.ezsoftech.com/omm/handbook.asp

e que tal essas fontes da imprensa?:

http://news.bbc.co.uk/2/hi/1206979.stm
http://sify.com/news/international/fullstory.php?id=13741036
http://web.archive.org/web/20060518175552/http://www…/netmail.asp
http://news.bbc.co.uk/2/hi/south_asia/4499028.stm
http://news.bbc.co.uk/2/hi/south_asia/2238321.stm
http://timesofindia.indiatimes.com/articleshow/12196…~many~Arabs~

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"Malê",

explique-me então o que há que a esquerdalha ridícula vê de atraente no Islam. Garanto que não é a teologia nem a liturgia nem a metafísica..
inocncio#9
Ao contrário do que diz o alcorão, que contempla Jesus como um profeta, os muçulmanos em geral não toleram os cristãos.
A história mostra que grandes grupos muçulmanos praticaram grandes perseguições e matanças contra cristãos, sobretudo na Europa e na nordeste da África onde o cristianismo expandiu-se rapidamente em países como Egito e Sudão e hoje econtram-se "islamizados" após séculos de sangrentas perseguições.
O que existe em cumum entre islã e esquerda? No meu ponto de vista, ambas coincidem em sua visão gnóstica do mundo. Assim como para a esquerda a realidade é má e dentro dessa realidade perversa somente a "iluminação" do conhecimento salva, o conceito de "indivíduo" dissolve-se na idéia da raça e o homem, para viver nesse mundo, deve ser modificado para sobreviver. O islamismo também diz que o mundo não é um lugar amistoso, o alcorão detém a "iluminação" que precisa ser conhecida de qualquer jeito, não existe bem uma idéia de "indivíduo" no islã e sim de "comunidade" islãmica. Mas existe uma "moral" islãmica que não existe na esquerda. E ai, ambas conflitam, mas não por enquanto porque o cristianismo continua sendo o maior inimigo de ambos.
inocncio#10
A questão da prostituição é uma besteira, como já disse antes. Se a pessoa não é dona do próprio corpo, ela não é dona de nada.
Mas se optar pela prostituição a pessoa automaticamente comete um erro moral, que atenta contra a religião. No cristianismo existe a "novidade" do perdão. No islã existe a dilapidação pública. Então o islã não aceita a prostituição, mas a sociedade islãmica a adota de forma escondida. Aqui no Brasil existe a prostituição a séculos e nunca vi um cristão apedrejando uma prostituta por ela vender o corpo.
Mas, sem dúvida, uma mulher que pratica a prostituição não está de bem com a sua própria consciência. Isso é fácil de ser verificado pelos inúmeros depoimentos colhidos dessas pessoas. São pessoas em geral confusas e tristes, sem paz consigo mesmas.
uriel#11
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Toth,
pelo contrário, o Islam tradicional santifica a estrutura da sociedade como sendo um "micro-cosmo", por assim dizer, da estrutura do universo criado por Deus. A Sharia, a lei religiosa, regula todo o funcionamento da sociedade e da conduta do indivíduo.
Nem o mundo nem a matéria são vistos como sendo maus.

eu sei muito pouco sobre gnosticismo e por isso evitar rotular às pressas como "gnósticos" coisas que não são.

Como a Sharia legisla sobre tudo, então o Islam é uma religião mais "conveniente" para o Totalitarismo, pois nela não há a separação entre o que é de César e o que é de Deus. Porém o Islam tradicional legisla sobre o governo e sociedade apenas para conservar a ordem (que é vista como algo divino) e não tem nenhuma intenção de "reformar", "revolucionar" essa ordem ou criar um "reino de Deus na Terra" nem vê o mundo ou a matéria como prisões.

há apenas o desejo de que a Sharia um dia se estenda pela superfície inteira do globo terrestre. E no caso do xiismo o "milenarismo" do anseio do retorno do Imã. Mas todas as religiões têm sua "gnose".
uriel#12
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E eu volto a pedir ao Malê (pois ele obviamente sabe mais sobre o Islam) que por favor nos brinde com uma explicação alternativa sobre o curioso apoio que a esquerda em peso dá ao Islam a ponto de colaborar com a islamização da Europa.
uriel#13
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(me refiro ao participante Malê - [url]/Profile.aspx?uid=4035556885096338893[/url] - a quem respondi e não a você.

Caro Florestan,
o preconceito com sites e com a internet não se justifica pois há sites confiáveis e sites ruins assim como há livros confiáveis e livros ruins.

As características do Islam que mencionei (por exemplo, o fato de que permite a poligamia e encoraja os casamentos arranjados de meninas em tenra idade - aos 9 anos, por exemplo - etc) são tão conhecidas que você as encontrará em qualquer livro básico sobre o Islam ou enciclopédias. Ninguém nega nada disso que afirmei acima.

Os sites islâmicos que linkei, como o Al Islam Ahmadiyyat e o Islamic Voice, são sites bem conhecidos pela comunidade muçulmana, confiáveis e que citam fontes clássicas da literatura muçulmana - O Corão, Hadith - e autoridades religiosas como o Imã Ja'far as-Sadiq.

http://www.ezsoftech.com/omm/handbook.asp
http://www.alislam.org/books/pathwaytoparadise/LAJ-chp3.htm

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Quanto à esquerda e o Islam, a esquerda européia está atendendo a exigências de muçulmanos para que a Sharia seja reconhecida por tribunais europeus, o que significa reconhecer a poligamia muçulmana e o direito do marido muçulmano de bater na esposa (como aconteceu na Alemanha recentemente). A esquerda americana dá respaldo à seita islâmica Nation of Islam (herética, é verdade) e aos Black Muslims em geral. A ONU apoia o governo do Sudão e não condena os apedrejamentos de adúlteras etc. O governo do Sudão apoia as milícias islâmicas que saqueam as vilas e decaptam cristãos e animistas.

Tudo isso também é tão notório que ninguém nega e já é um tema e um assunto (a aliança da esquerda com muçulmanos).

veja um exemplo aqui entre inúmeros outros: [url]/CommMsgs.aspx?cmm=82999&tid=2444008920261612213&kw=onu+paquist%C3%A3o[/url]

Leia o livro da Oriana Fallaci ou procure no google "Eurabia".
uriel#14
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errata: decapitam.
priscila#15
É complicada a discussão, Uriel, é extremamente delicada. Nada do que você diz é falso: mas a submissão da mulher existe, como sugestão, em outras religiões - mesmo no Catolicismo, que é a que mais alto eleva a figura da mulher, através de Maria, Mãe de Deus. A incitação à guerra santa, também.

No último True Outspeak (se não me engano), o Olavo mencionou um ponto importante: para ser cristão, o fundamental é crer em Jesus Cristo e no que Ele disse - e toda a doutrina, embora importante, é menos importante do que este fato, do que esta fé. O que equivale a dizer que a doutrina é secundária a um "cerne vital", em qualquer religião. Qual é, então, o "miolo islâmico", e em que ele difere dos outros - esse é o ponto. O Islã, como o Cristianismo e o Judaísmo, tem como legado as palavras de inúmeros profetas: mas o Cristianismo é a única religião que propõe a palavra direta de Deus - o indiscutível verbo divino, sem intermediários.

Eu penso que isso dá à religião cristã um apoio e um suporte maiores, sem dúvida alguma - do que o apoio e o suporte que existem em qualquer outra religião, porque o seu cerne é indiscutível, firme como uma rocha. Não tenho a menor dúvida disso.

O que quer dizer que discutir a doutrina de qualquer das três religiões vai ser sempre difícil, mas não tão importante quanto discutir o que de fato É cada uma, e onde está sua essência e seu fundamento.
uriel#16
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eu entendo que no Islam o Verbo é o próprio Corão.
alexandre_9#17
Que a extrema esquerda européia, e mundial, inclusive a esquerda brazuca morre de amores pelo Islã, disso não há a menor dúvida, pois todo excesso cometido pelos islâmicos é chamado de resistência a "moral deturpada e corrupta da américa capitalista cristâ". Quando ocorreu o ataque as torres gêmeas só faltou a esquerda mundial dar uma festa em homenagem a AL Quaida. Não irei fazer aqui juízos de valor acerca do Islamismo, agora que a cultura ocidental é judaico-cristâ isso ninguém pode negar, nem mesmo esses Canalhas de esquerda que tem como único objetivo de vida denegrir e soterrar o CRISTIANISMO, que é a base de nossas vidas e da nossa moral.
priscila#18
E a encrenca reside também aí, porque o Corão é o único dos Livros Sagrados que está inteiramente em cima do relato de um só homem, o profeta Maomé - não sendo uma compilação, como a Bíblia, e nem um conjunto de escritos sobre o mesmo tema, como os Evangelhos. A Bíblia tem livros contidos nela que são relatos proféticos, mas não são fontes únicas para que toda uma religião venha deles, completa com todos os seus fundamentos. I mean, se determinado profeta bíblico não tivesse existido, ainda assim existiria o Judaísmo e o Cristianismo - mas o Islam depende inteiro de Maomé e de seu relato.
Desde o seu começo, o Islam nunca foi uma religião privada, baseada em princípios éticos interiores. Sempre foi um modo de vida, governando economia, vestuário, negócios, justiça, herança, dieta, o modo como se bebe um copo de água, you name it. O Islam é como tentou ser o Catarismo, que acabou condenado como heresia.
Para complicar ainda mais as coisas, faltou ao Judaísmo e ao Islam uma Igreja - é paradoxal começar dizendo que a Igreja é secundária à fé, como eu disse, e depois dizer que ela faz falta, mas é assim mesmo que eu penso. É importante ter uma casa, mesmo que seja para um dia sair dela - porque ela será para sempre um ponto de referência, um símbolo gigantesco. Sem Nicéia, o Cristianismo teria conservado a matriz ou teria passado por diversas versões, uma após a outra? Ou mesmo se esfacelado em trinta versões? Ou teria "minguado", como o Judaísmo, que não se espalhou - posso dizer que nenhum dos meus amigos judeus, e ninguém do lado judeu da minha família, segue o Judaísmo! São todos agnósticos, e o que os une é uma etnia e uma cultura, não uma religião. A religião judaica, na minha opinião, encolheu. O Islam teve homens de estatura moral absolutamente monumental, mas que não deixaram um imprint permanente na religião, e cujas palavras e a filosofia são hoje mais conhecidas e admiradas fora do mundo islâmico do que dentro dele! Amazing, mas verdadeiro!
priscila#19
Sendo ou não sendo católicos, não há como negar o papel absolutamente agregador e compilador da Igreja Romana, que teve, é claro, falhas, sendo humana - mas cumpriu com esse papel, o papel da pedra.

Enfim - ando estudando o Islam, e no meu estudo encontrei o seguinte panorama: o pensamento de determinados grandes homens do Islam não é o Islam - infelizmente, porque, se fosse, estaria tudo na mais perfeita ordem e paz. O Islam, na minha opinião, foi, voltou, foi, voltou e continua sendo, para seus seguidores, Maomé. Literalmente, indiscutivelmente, as palavras de Maomé. Não há possibilidade de entendimento "pessoal", porque esse conceito não existe. É uma lei dura, incontestável, feita para ser obedecida sem discussão, e sem filtro. Como eu disse, encrencado.

E sempre foi assim, a propósito: os cristãos da Primeira Cruzada venceram porque estavam lutando contra a colcha de retalhos do mundo islâmico dividido, cheio de guerras internas, já naquele tempo, enquanto a massa numericamente inferior (e nada sofisticada em sentido algum) dos barões francos permaneceu razoavelmente unida, ou pelo menos mais unida do que os ditos mouros!

Enfim, uma coisa é o mundo islâmico que abrigou, em inúmeras instâncias, homens profundamente capazes de iluminar o mundo, em diversas áreas - outra é a visão do que é o Islam. Como a religião islâmica legisla com mão de ferro sobre todas as áreas, e não gosta de afastamentos do literal, é compreensível que tais homens, que representam unidades à parte, singularidades, não tenham conseguido legar nenhuma interpretação, nenhuma marca pessoal e permanente.

Eu acho então que, dada essa natureza do Islam, esse inerente "jeito" de se manifestar perante Deus e a vida - ele é, sim, terreno apropriado para o desenvolvimento da ideologia comunista, que faz coisa parecida, também impugnando ferozmente qualquer idéia ou noção individuais ou privados.
priscila#20
O que não me impedirá de permanecer, por toda a vida, profunda admiradora de homens como Ibn Sina, Wasil ibn Ata, Abd al-Jabbar ibn Ahmed - e muitos, muitos outros cujas idéias são uma honra e parte do patrimonio melhor que a humanidade construiu.

E a shahada permanece, como sempre, embora pela metade, dentro do meu coração: La ilaha illa Allah - que quer dizer existe um único Deus.
priscila#21
Sim, Florestan, eu sei.
Como você é novo pra mim, eu não sei se você sabe que eu não sou cristã, embora a mim pareça que eu estou meio que seguindo (e ele há de me perdoar a irreverência) o caminho de são Paulo! Nunca pensei que defenderia tão firmemente o Cristianismo, acredite - e o defendo porque creio firmemente que é excelente, correto e coerente.

(Se nomen est omen, como já foi mencionado aqui, eu estou "explicada" - o nome escolhido pra mim era Paula, uma vez que era Paulo o nome de meu pai - mas o lado judeu da família chiou, e o compromise acabou sendo feito através do nome romano Priscila, diminutivo de "prisca" - que significa "velha, antiga", como em "priscas eras").

Mas a palavra de Jesus é o Verbo Divino, o sinal encarnado da Nova Aliança - e Maomé, embora considerado o selo da profecia - ou seja, o profeta final e definitivo - não é Deus, e nem nunca se colocou como tal. Então o que Maomé diz é em si uma transliteração, e o que Jesus diz é divino por via direta, e isso faz uma diferença, na minha opinião muito grande. E o Rabbi Jeshoua teve muitas testemunhas e uma extensa obra em curta vida, enquanto o testemunho de Muhamed é só dele, e sua obra não é comparável à do Rabbi.

Perdão se eu estiver enganada, mas preciso dizer o que penso.
priscila#22
Não posso deixar de aproveitar a ocasião para dizer que a fé no que disse Jesus inclui ( até mesmo se fundamenta) na idéia de UNICIDADE de cada um, e da conseqüente privacidade absoluta da relação de cada consciência com Deus. A ênfase dada ao amor divino, a noção de Deus como Pai (e não como amo ou professor, apenas) constituem, na minha opinião, a grande força, o maravilhoso cerne da teologia cristã.
Assim, o Cristianismo é abrangente, acolhedor, confortável - propõe uma relação imensamente mais livre, por mais filial, entre Deus e os homens.

O que existe de vagamente assustador (para mim) quando entro em contato com vertentes não-católicas do Cristianismo cujos nomes eu confesso que não conheço direito, e cujas peculiaridades e diferenças também não, é justamente ver que, de certa forma, elas se aproximam do Islam - porque, assim como ele, exigem uma interpretação literal da palavra divina, interferindo assim na particularidade, liberdade e paternalidade da relação entre Deus e os homens - que é a proposta inicial e mais perfeita do Cristianismo.

Me perdoem se ofendo alguém: eu não tenho essa intenção, e posso estar errada, também! Mas não posso deixar de apontar que assisto à disseminação de um tipo de cristianismo que apresenta Deus exatamente como o "amo feroz" do Islam, tornando assim os homens Seus apavorados servos incapazes de olhar ou questionar, e não Seus queridos filhos, que Ele quer próximos - nunca, de modo algum, distantes! Pois se, conforme a idéia Cristã, Deus quis tanto isso que se fêz como os homens, para enfrentar o máximo sofrimento possível, inclusive físico, para celebrar com eles uma transcendente aliança - como é possível imaginar que Ele esteja distante, e queira a devoção cega do susto e do medo, e não a proximidade do entendimento e da compreensão, que existe entre pai e filho? !
priscila#23
Comentem, por favor!
Senão eu fico pensando que todo mundo está interessado só em política, caramba! Que é importante, mas nem tanto!
pedro_17#24
No Catolicismo, assim como em todas as igrejas históricas, existe a fidelidade a uma base que é essencial na fundamentação da Revelação; a Sagrada Escritura, a Tradição e o Magistério. A própria Bíblia, é resultado da vivência e aprofundamento espiritual das comunidades cristãs, estas se alicerçavam no conhecimento vindo diretamente dos Apóstolos, ou seja, o conhecimento oral, a Tradição. Como os protestantes não aceitam esse ponto, não quero entrar numa discussão, fica uma lacuna na formação do cânon, como diria o então Cardeal Ratzinger; "Essa Palavra não caiu de um meteorito vindo do céu". No Islamismo existe tanto o Corão quanto os Ahadiths, estes são a mesma coisa que a Tradição católica, ditos sobre a vida de Maomé, narrados por amigos próximos a ele, que ajudam os muçulmanos na compreensão da sua fé, também podemos dizer que servem como aprofundamento dos ensinamentos corânicos.
catia#25
Já que você comparou Deus a um pai terreno, quando um pai diz a um filho para não mexer na tomada da eletricidade é para protegê-lo da morte e não porque é um pai amedrontador. Mesmo que o filho não entenda, se ele obedecer, estará salvo. A função do pai é informar sobre a verdade para proteger, ao invés de omitir o esclarecimento, deixando o filho a mercê do mal, por mais que esse esclarecimento pareça incompreensível, pois o filho não faz idéia do risco que corre, mas o pai sabe exatamente qual seria o resultado da ação.
A lei de Deus é imutável e não dá margem a mais de uma interpretação. O que pode diferenciar de uma pessoa para outra é a maneira que Deus as alcança, as toca, conforme a individualidade de cada um. Mas, a partir do momento em que o Espírito Santo convence o indivíduo da situação em que ele se encontra, ele vai encontrar na Bíblia os pontos onde necessita mudar para estar a salvo. Agora vou fazer uma comparação com o casamento. Quando esse encontro com Deus é verdadeiro, é como o casamento. Não há lamentação por deixar as programações de solteiro para fazer companhia para a esposa ou esposo. Porque isso ocorre naturalmente e por amor, não pesa, pois o amor à pessoa te leva a uma nova vida, assim como o amor a Deus muda sua maneira de ver a vida e de viver. Você quer conhecer sua vontade, entendê-lo e estar sempre ao lado dele. Ele passa a ser a pessoa mais importante para você. Como se conhece alguém? Conversando com a pessoa. Como conversar com Deus? Orando, quando você fala com Ele e lendo a Bíblia, quando Ele fala com você. Mas a Bíblia é muito mais do que isso, ela não apenas revela a pessoa de Deus, mas revela você mesma, o mundo em que vivemos, passado, presente e futuro. A Bíblia é a prova de que Deus existe. Sabendo disso, Satanás faz tudo para que ela não seja aquilo que Deus falou que ela é: Salmos 119:105 lâmpada para os meus pés é a tua palavra e, luz para os meus caminhos.

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uriel#26
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A falta de conceito de Trindade no Islam e Judaísmo é algo que me intriga. pois parece que esse conceito aparece em quase todas as tradições religiosas.
priscila#27
Eu acho que a sua idéia de Deus não é igual a minha, Cátia - e está mais próxima da de outras tradições do que da tradição Cristã em seu fundamento. Você é um exato exemplo do que eu quis dizer.

E, entenda bem: eu não estou relativizando a idéia de Deus, nem defendendo que a relação humana com Ele deva ser fraca.
Ao contrário - eu defendo a FORÇA: nenhum mestre, nenhum amo, tem mais autoridade do que um PAI.

A força da autoridade vinculada ao amor é insuperável: e, então, estudando todas as vertentes que conheço, entre todas as religiões que conheço, considero, do fundo do meu coração, que nada supera o Catolicismo.

Ouviram, católicos da comunidade?

Nada supera a idéia advinda de Jesus, preservada pela Igreja Romana, do modo que só ela preservou.
Perdão a todos os outros Cristãos, aos Judeus da minha estirpe étnica, aos Muçulmanos de quem eu descendo também.

Nenhuma instituição ou grupo humano propôs ou descreveu tão fielmente e tão acuradamente o que é a profunda e transcendente relação entre o homem e o Criador quanto o Catolicismo Romano.

Quem me conhece sabe da minha relutância, porque eu jamais defenderia qualquer coisa se não a considerasse verdadeira - e levei muito tempo, e fiz um tremendo esforço, para compreender o que acabo de escrever.

Então, é isso.
priscila#28
Até onde sei, a definição do mistério da Trindade foi pela primeira vez tentada por Teodoro (ou Gregório), o Taumaturgo de Cesaréia, cuja palavra reproduzo abaixo:

"Não existe, então, nada que tenha sido criado, nada que seja maior ou menor, nada que seja superior ou inferior, na Trindade (oute oun ktiston ti, he doulon en te triadi), e nada adicionado, como se não tivesse existido antes. Nunca o Pai sem o Filho, nunca o Filho sem o Espírito, pois esta é a Trindade Imutável e Inalterável, eternamente."
priscila#29
Eu creio na Trindade.
Mas sei que essa idéia é atacada, numa briga importante, por diversos:

"If Paganism was conquered by Christianity, it is equally true that Christianity was corrupted by Paganism. The pure Deism of the first Christians . . . was changed, by the Church of Rome, into the incomprehensible dogma of the trinity. Many of the pagan tenets, invented by the Egyptians and idealized by Plato, were retained as being worthy of belief." (Edward Gibbon's, "History of Christianity");

"Christendom has done away with Christianity without being quite aware of it" (Soren
Kierkegaard, cited in Time Magazine);

"The three-in-one/one-in-three mystery of Father, Son and Holy Ghost made tritheism official. The subsequent almost-deification of the Virgin Mary made it quatrotheism . . . Finally, cart-loads of saints raised to quarter-deification turned Christianity into plain old-fashioned polytheism. By the time of the Crusades, it was the most polytheistic religion to ever have existed, with the possible exception of Hinduism. This untenable contradiction between the assertion of monotheism and the reality of polytheism was dealt with by accusing other religions of the Christian fault. The Church - Catholic and later Protestant - turned aggressively on the two most clearly monotheistic religions in view - Judaism and Islam - and persecuted them as heathen or pagan. The external history of Christianity consists largely of accusations that other religions rely on the worship of more than one god and therefore not the true God. These pagans must therefore be converted, conquered and/or killed for their own good in order that they benefit from the singularity of the Holy Trinity, plus appendages." ( John Ralston Saul, "The Doubter's Companion").

Tem mais. Faz parte da luta contra o Catolicismo Romano, então tem mais...
Comentem!
priscila#30
...
David, desde o começo eu avisei no perfil quem eu era! Cê tem toda a razão!!!!!

Eu sou o quelso do pental genírio
Que salta as rampas do fermim calênio -
Eu carpo as taipas de furor calírio,
E rompo as cavas do hormotonogêneo.
catia#31
O fundamento do cristianismo é o próprio Jesus Cristo
• Atos 4:11 Este Jesus é pedra rejeitada por vós, os construtores, a qual se tornou a pedra angular.
• Efésios 2:20 edificados sobre o fundamento dos apóstolos e profetas, sendo ele mesmo, Cristo Jesus, a pedra angular;
Zacarias 10:4 De Judá sairá a pedra angular; dele, a estaca da tenda; dele, o arco de guerra; dele sairão todos os chefes juntos.
• Isaías 28:16 Portanto, assim diz o SENHOR Deus: Eis que eu assentei em Sião uma pedra, pedra já provada, pedra preciosa, angular, solidamente assentada; aquele que crer não foge.

Angular significa alicerce, fundamento, sendo assim, ele mesmo é a pedra sobre a qual se fundamenta a sua igreja. Não poderia ser diferente, pois sendo Deus infalível não edificaria sua igreja sobre homens falíveis.
Meu entendimento de Deus é exatamente aquele que Ele mesmo revela através da sua palavra, pois a verdade é ela (João 17:17 Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade).
O cuidado que temos de ter é não desenvolver um entendimento baseado em apenas um versículo, separado do contexto bíblico.
catia#32
Quanto à trindade, não há nada que inventar, ninguém inventou nada disso, o mérito é do próprio Deus, pois foi Ele mesmo quem revelou isso. Tudo o que Deus quis revelar está lá onde Ele quis que estivesse, para que nós saibamos, na extensa carta de amor que Ele escreveu:

Lucas 1:35 Respondeu-lhe o anjo: Descerá sobre ti o Espírito Santo, e o poder do Altíssimo te envolverá com a sua sombra; por isso, também o ente santo que há de nascer será chamado Filho de Deus.
• Apocalipse 4:11 Tu és digno, Senhor e Deus nosso, de receber a glória, a honra e o poder, porque todas as coisas tu criaste, sim, por causa da tua vontade vieram a existir e foram criadas.
• Apocalipse 5:13 então, ouvi que toda criatura que há no céu e sobre a terra, debaixo da terra e sobre o mar, e tudo o que neles há, estava dizendo: Àquele que está sentado no trono e ao Cordeiro, seja o louvor, e a honra, e a glória, e o domínio pelos séculos dos séculos.
priscila#33
Eu não disse que Gregório inventou. Eu disse que ele tentou uma definição - francamente, não acho que eu, pelo menos, tenha nascido com a noção de "um só Deus em três pessoas"- mas pode ser uma limitação pessoal. Até onde eu sei, houve uma discussão no Concílio de Nicéia, com Arius de Antióquia defendendo a idéia de que somente o Pai é Deus, e que portanto Jesus não seria Deus. Era apoiado por Alexandre, bispo de Alexandria, e por Eusébio, bispo de Nicomédia - e contestado por Atanásio e por Constantino, Imperador de Roma ( uma personalidade, diga-se de passagem, bastante controvertida).

Citando a Brittanica velha de guerra:

"In his theological interpretation of the idea of God, Arius was interested in maintaining a formal understanding of the oneness of God. In defense of the oneness of God, he was obliged to dispute the sameness of essence of the Son and the Holy Spirit with God the Father, as stressed by the theologians of the Neoplatonic influenced Alexandrian school. From the outset, the controversy between both parties took place upon the common basis of the Napoleonic concept of substance, which was foreign to the New Testament itself. It is no wonder that the continuation of the dispute on the basis of the metaphysics of substance likewise led to concepts that have no foundation in the New Testament--such as the question of the sameness of essence (homoousia) or similarity of essence (homoiousia) of the divine persons."
priscila#34
É óbvio que, para o Cristianismo, o dogma da Santíssima Trindade é essencial - tanto que é um dogma!
O Cristianismo se baseia na fé na divindade de Jesus, e só é cristão quem pensa assim!!!!!
Se o Concílio de Nicéia tivesse decidido diferente, o Cristianismo teria sido anulado ali.
Mas não foi!!!!! Por isso eu digo: embora secundária à fé, a existência de uma Igreja Una é muito importante. Sem Nicéia, o cerne seria truncado e se quebraria em múltiplos pedaços.
priscila#35
Quanto ao Egito, Regina, achei um link interessante:
http://sullivan-county.com/news/mine/egypt.htm

Aliás, na minha última viagem, comprei um daqueles "livros de aeroporto", no qual o autor desenvolve e defende a espantosa tese (e devo dizer que mostra trocentos argumentos arqueológicos pra sustentá-la) de que o rei David é, na verdade, a mesma pessoa que o faraó sei lá o quê (esqueci o nome do faraó, meu Deus! - enfim, um faraó lá) - e a dinastia que chega a Jesus é na verdade advinda de uma dinastia egípcia que meio que se "separou"e migrou pra mais longe, e depois se espalhou, os hicsos, reis pastores.
É interessante, mas eu não entendo nada disso e sou muito cética de modo geral. Também não faria diferença pra mim.

Você já ouviu essa história, Uriel (que sempre sabe desses enredos)?
pedro_17#36
A Trindade é Amor, um Deus que na Sua Eterna Doação se reduz a um Verbo encarnado, o Pai que se lança completamente no Filho, este é toda a herança, por ser a plenitude. O Espírito Santo como o Amor entre o Pai e o Filho. A quênose intratrinitária é esse constante esvaziamento do amor de Deus, um amor que não é retido.

Muitas heresias não conseguiam compreender como um Deus Pai se doa totalmente ao Filho, e pior, se encarna; é humilhado, flagelado e crucificado. Dessa falta de entendimento surge o subordinacionismo , que culminará com Ário, este enxerga Deus quase como um deísta, para ele o Logos é criatura de Deus, e é esse o responsável por criar o mundo e se encarnar em Jesus, que por sua vez seria apenas um meio. Posteriormente outras heterodoxias irão renegar a encarnação do Verbo Divino como verdadeiramente homem e verdadeirmanete Deus.
catia#37
Você apenas não se dedica ao estudo da Bíblia. Essa passagem não deixa nenhum rastro de dúvida.
"No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e O VERBO ERA DEUS. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e, sem ele, nada do que foi feito se fez.
A vida estava nele e a vida era a luz dos homens...
O Verbo estava no mundo, o mundo foi feito por intermédio dele, mas o mundo não o conheceu.
Veio pra o que era seu, e os seus não o receberam.
Mas a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber aos que crêem no seu nome; os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus.
E O VERBO SE FEZ CARNE E HABITOU ENTRE NÓS, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do UNIGÊNITO DO PAI." (João 1:1-14)
aldo#38
Aqui no Egito tenho vivenciado a grande influência que o Islamismo exerce sobre o dia-a-dia das pessoas.

Além das cinco rezas diárias (os muezins sao um porre, ficam berrando aquela cantiga monocórdia pelos alto-falantes), consulta-se o Corao para absolutamente tudo e assim as sharias sao usadas para decidir sobre juros, internet, homem na lua, cassino nos hotéis e a tal história do haxixe. Quando nao acham no Corao, vao aos hadiths, que sao relatos da vida do Profeta Maomé (a paz esteja sobre ele).

O que mais me impressiona no Islamismo nao é a fé, mas a submissao (aliás, "Islam" significa "submissao"). Ninguém "conversa" com Alá, ninguém pára para fazer uma reflexao e olhar para o alto em busca de solucao ou iluminacao. Ao contrário, é uma religiao de subserviência, de medo, de forca da espada, como bem disse nosso Papa. A fé é mais por medo do purgatório do que por disciplina consciência.
catia#39
Ai de quem quiser abandonar o islamismo, o Corão manda matar. Quando Maomé morreu envenenado pela esposa de um homem que ele matou, as pessoas começaram a abandonar o islamismo, e o seu sucessor tratou de impor o retorno delas matando muitos por haverem abandonado, pois são considerados infiéis.
uriel#40
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/CommMsgs.aspx?cmm=44668&tid=2536683482603790088&na=4
marcos_8#41
"No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e O VERBO ERA DEUS. Ele estava no princípio com Deus. "

Se não me engano, as Testemunhas de Jeová se utilizam de uma possível ambivalência na tradução e lêem S. João assim:

"... e o Verbo era UM Deus".

É por isso que eles falam de N.S. Jesus Cristo como "uma poderosa pessoa espiritual", etc.
luizpaulo#42
Engraçado esse vínculo entre a esquerda ocidental e o Islã.Uma vez entrei na comunidade ¨Palestina Livre¨ e vi um tópico com o título ¨Por que o Ocidente apoia Israel?¨.Várias pessoas falaram que o motivo era o imperialismo americano,petróleo,afinidade religiosa,etc.Mas o que mais me chamou a atençao foi um cara muçulmano brasileiro que havia estado no Líbano durantes uns tempos e disse que o verdadeiro motivo do apoio ocidental a Israel eram as ¨pragas¨ compartilhadas por ambos e que os judeus levaram à cidade sagrada: drogas,prostituição,parada gay,feminismo e ateísmo.Ele disse que os palestinos residentes em Israel tinham um verdadeiro ódio aos judeus muito mais pelo cárater progressista do que religioso dos mesmos.E realmente,pra quem acha que em Israel só há judeus ortodoxos se engana...lá tá cheio de traidores.
Agora vai falar isso pra algum esquerdista ocidental,que tudo que eles mais gostam é objeto de ódio dos palestinos! O mediador quis até expulsar esse muçulmano da comunidade por ter dito essas verdades.

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