"Eu diria que o presidente está tomando uma posição de covarde. Quem não deve não teme." Declaração de Lula, em agosto de 2000, cobrando do então presidente Fernando Henrique a criação da CPI sobre o ex-secretário-geral da Presidência da República Eduardo Jorge.
"Um presidente da República não pode aparecer em público e impedir uma CPI como está fazendo o Fernando Henrique, até porque não é apenas uma denúncia, são muitas." Lula, em abril de 2001, durante a tentativa de criar a CPI mista da Corrupção.
"Pretendemos continuar as investigações e mostrar que a CPI tem de ser de verdade e não uma encenação. Precisamos mudar o sistema financeiro brasileiro. Vamos tentar até a última hora (uma comissão mista)." José Dirceu, presidente nacional do PT, em abril de 1999, quando os petistas pressionavam para que a CPI dos Bancos fosse transformada em comissão mista.
"O governo está agindo como réu confesso ao pressionar contra a CPI." José Dirceu, em maio de 1997. Na época, o PT defendia a CPI para apurar suspeitas de compra de votos na emenda da reeleição.
"Somente uma CPI tem poderes para quebrar sigilos e aprofundar as investigações. A corregedoria só vai pegar os pequenos corruptos porque não disporá dos mecanismos para apanhar os grandes ladrões." Deputado Walter Pinheiro (PT-BA), então líder do PT na Câmara, em abril de 2001, criticando a criação da Corregedoria-Geral da União, hoje ocupada por Waldyr Pires.
"Mesmo sem as assinaturas, a CPI não morre. O governo vai continuar com uma espada na cabeça. Vamos explorar isso até o último dia do mandato do presidente FHC. Ele não vai se livrar da corrupção e nós vamos insistir nas assinaturas." Walter Pinheiro (BA), em abril de 2001, sobre a CPI da Corrupção.
Quem te viu e quem te vê...
"Um presidente da República não pode aparecer em público e impedir uma CPI como está fazendo o Fernando Henrique, até porque não é apenas uma denúncia, são muitas." Lula, em abril de 2001, durante a tentativa de criar a CPI mista da Corrupção.
"Pretendemos continuar as investigações e mostrar que a CPI tem de ser de verdade e não uma encenação. Precisamos mudar o sistema financeiro brasileiro. Vamos tentar até a última hora (uma comissão mista)." José Dirceu, presidente nacional do PT, em abril de 1999, quando os petistas pressionavam para que a CPI dos Bancos fosse transformada em comissão mista.
"O governo está agindo como réu confesso ao pressionar contra a CPI." José Dirceu, em maio de 1997. Na época, o PT defendia a CPI para apurar suspeitas de compra de votos na emenda da reeleição.
"Somente uma CPI tem poderes para quebrar sigilos e aprofundar as investigações. A corregedoria só vai pegar os pequenos corruptos porque não disporá dos mecanismos para apanhar os grandes ladrões." Deputado Walter Pinheiro (PT-BA), então líder do PT na Câmara, em abril de 2001, criticando a criação da Corregedoria-Geral da União, hoje ocupada por Waldyr Pires.
"Mesmo sem as assinaturas, a CPI não morre. O governo vai continuar com uma espada na cabeça. Vamos explorar isso até o último dia do mandato do presidente FHC. Ele não vai se livrar da corrupção e nós vamos insistir nas assinaturas." Walter Pinheiro (BA), em abril de 2001, sobre a CPI da Corrupção.
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