O Globo do dia 29/5 traz duas reportagens que mostram bem como se dá o tratamento do tema do aborto pela mídia. Na página 9, sob o título "ENTIDADES PEDEM REFORÇO PARA EDUCAÇÃO SEXUAL", como não poderia deixar de ser, o que ocorre na verdade é que a reportagem é só um um pretexto para o jornal dar espaço a grupos abortistas, como o Católicas (?) Pelo Direito de Decidir, entre outros.
Segundo Conceição Dantas, uma das líderes nacionais da Marcha Mundial das Mulheres, a decisão do governo em trazer à pauta do tema do aborto serviu para ampliar a discussão sobre a liberação desta prática.
-"Nós achamos que tudo isso passa pelo direito da mulher de decidir port ter ou não filhos", disse Condeição Dantas.
Assim, com um inocente título de "educação sexual", o Globo dá voz a dois grupos abortistas diferentes. É muito comum ainda a cuidadosa utilização de slogans tais como "direitos reprodutivos" ou "saúde sexual".
Na página 11 da mesma edição temos a manchete em letras garrafais: GRÁVIDA É BALEADA E MÉDICOS TENTAM SALVAR O BEBÊ.
Lê-se: " Em um procedimento inédito no Brasil, médicos do Hospital Mário Covas, de Santo André, no ABC, vão tentar manter viva a auxiliar de recursos humanos Flávia... baleada na cabeça.... até que o BEBÊ que ela espera atingir 28 semanas, para que possam salvá-lo.
***
Assim, temos duas situações: Se a reportagem é sobre o aborto, NUNCA se utiliza a palavra "bebê". Utiliza-se: direitos reprodutivos, direito ao próprio corpo, autonomia de vontade, saúde reprodutiva, direitos sexuais etc. Mas no caso do crime, o jornalistas repentinamente descobrem que o está dentro do útero materno é um ser humano vivo, aliás tão humano e tão vivo que os médicos farão de tudo para salvá-lo.
Marketing é tudo: se quiser vender seu produto não esqueça das palavras certas...
Segundo Conceição Dantas, uma das líderes nacionais da Marcha Mundial das Mulheres, a decisão do governo em trazer à pauta do tema do aborto serviu para ampliar a discussão sobre a liberação desta prática.
-"Nós achamos que tudo isso passa pelo direito da mulher de decidir port ter ou não filhos", disse Condeição Dantas.
Assim, com um inocente título de "educação sexual", o Globo dá voz a dois grupos abortistas diferentes. É muito comum ainda a cuidadosa utilização de slogans tais como "direitos reprodutivos" ou "saúde sexual".
Na página 11 da mesma edição temos a manchete em letras garrafais: GRÁVIDA É BALEADA E MÉDICOS TENTAM SALVAR O BEBÊ.
Lê-se: " Em um procedimento inédito no Brasil, médicos do Hospital Mário Covas, de Santo André, no ABC, vão tentar manter viva a auxiliar de recursos humanos Flávia... baleada na cabeça.... até que o BEBÊ que ela espera atingir 28 semanas, para que possam salvá-lo.
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Assim, temos duas situações: Se a reportagem é sobre o aborto, NUNCA se utiliza a palavra "bebê". Utiliza-se: direitos reprodutivos, direito ao próprio corpo, autonomia de vontade, saúde reprodutiva, direitos sexuais etc. Mas no caso do crime, o jornalistas repentinamente descobrem que o está dentro do útero materno é um ser humano vivo, aliás tão humano e tão vivo que os médicos farão de tudo para salvá-lo.
Marketing é tudo: se quiser vender seu produto não esqueça das palavras certas...