O assassinato de esquerdinhas revolucionários é um ato legitimo e moralmente justificável? Se analisarmos que eles buscam destruir a família, a moral, a religião e a verdade, em suma, a própria civilização; afirmo, categoricamente, que sim. Não há impedimento de ordem moral em matar um esquerdinha revolucionário.
Não como reação, caso eles tentassem tomar o poder, por exemplo; mas como ação ofensiva mesmo, pois uma espécie de “holocausto vermelho” é necessário para que esse país recupere a sanidade mental.
Épocas extraordinárias exigem medidas extraordinárias. Considerem o estrago que eles fazem em nossas escolas, deturpando os valores morais de nossas crianças e ensinando-as a amar a Che mais do que a Deus. Nesse ponto, estou com Gramsci: os intelectuais adversários devem ser executados.
Não estou propondo o assassinato de pessoas a esmo. Essa tarefa exigiria método na execução e clareza na seleção de alvos.
O mundo seria um lugar muito melhor se o “Livro Negro” contabilizasse 100 milhões de “revolucionários” mortos.
Não como reação, caso eles tentassem tomar o poder, por exemplo; mas como ação ofensiva mesmo, pois uma espécie de “holocausto vermelho” é necessário para que esse país recupere a sanidade mental.
Épocas extraordinárias exigem medidas extraordinárias. Considerem o estrago que eles fazem em nossas escolas, deturpando os valores morais de nossas crianças e ensinando-as a amar a Che mais do que a Deus. Nesse ponto, estou com Gramsci: os intelectuais adversários devem ser executados.
Não estou propondo o assassinato de pessoas a esmo. Essa tarefa exigiria método na execução e clareza na seleção de alvos.
O mundo seria um lugar muito melhor se o “Livro Negro” contabilizasse 100 milhões de “revolucionários” mortos.