Mexicano: Novas Maravilhas estimula desigualdade
A escolha das Sete Novas Maravilhas do Mundo, promovida pelo cineasta suíço Bernard Weber, é "uma atividade discriminatória que estimula a competição e a desigualdade", protestou hoje o diretor da região arqueológica mexicana de Chichén Itzá, Eduardo Pérez.
A cidade maia, localizada no estado de Iucatã (sudeste), é uma das candidatas para integrar as sete novas maravilhas do mundo, escolhidas por uma consulta mundial pela Internet.
O Cristo Redentor, a Acrópole de Atenas, e a Grande Muralha da China são outros dos concorrentes na disputa.
O resultado final será divulgado em 7 de julho em Lisboa.
O arqueólogo Eduardo Pérez disse que a escolha das sete novas maravilhas começou como um simples concurso da Internet, mas foi adquirindo "uma força midiática muito grande", porque as autoridades dos países candidatos "se deram conta da capacidade deste fenômeno para promover o turismo".
A escolha das Sete Novas Maravilhas do Mundo, promovida pelo cineasta suíço Bernard Weber, é "uma atividade discriminatória que estimula a competição e a desigualdade", protestou hoje o diretor da região arqueológica mexicana de Chichén Itzá, Eduardo Pérez.
A cidade maia, localizada no estado de Iucatã (sudeste), é uma das candidatas para integrar as sete novas maravilhas do mundo, escolhidas por uma consulta mundial pela Internet.
O Cristo Redentor, a Acrópole de Atenas, e a Grande Muralha da China são outros dos concorrentes na disputa.
O resultado final será divulgado em 7 de julho em Lisboa.
O arqueólogo Eduardo Pérez disse que a escolha das sete novas maravilhas começou como um simples concurso da Internet, mas foi adquirindo "uma força midiática muito grande", porque as autoridades dos países candidatos "se deram conta da capacidade deste fenômeno para promover o turismo".