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Isto explica a USP...

Iniciado por lvj_orkut em 11/06/2007 · 14 mensagens

lvj_orkut#1
Esse é um exemplo doque a USP produz de material acadêmico, isento, relevante e sóbrio para a sociedade.

A defesa ocorreu e foi um sucesso.

Como diria um cumpadre meu, "Oremos":
lvj_orkut#2
Assunto: [POS-GRADUANDOS - FEUSP] Convite para defesa.

Car,volta e meia em,s coleg,volta e meia em,s, convido-,volta e meia em,s a assistirem a defesa de minha tese que
acontecerá no dia 28 de maio às 9:00 hs na sala 116-B - FE/USP (Área
de concentração: Ensino de Ciências e Matemática).
Um grande abraço
(...)
SANTOS, Benerval Pinheiro. 2007. Paulo Freire e Ubiratan D'Ambrosio:
contribuições para a formação do professor de matemática no Brasil. São Paulo,
Faculdade de Educação/USP. (Tese de Doutorado).

Resumo
Nossa investigação é uma pesquisa teórica de cunho histórico-filosófico-educacional,
que tem como objetivo principal discutir as contribuições de Paulo Freire
e de Ubiratan D?Ambrosio para a formação do professor de matemática no Brasil.
A dialética e as técnicas de análise de conteúdo constituem a metodologia
adotada. Desse modo, nos impusemos como tarefa analisar a formação do professor
de matemática de modo contextualizado com a nossa realidade social atual
e reconstituindo a função histórica que a nossa escola e a formação docente
desempenharam como reforçadora das desigualdades sociais e mantenedoras do
status quo da sociedade capitalista.

No levantamento histórico, utilizamos as contribuições de G. Freyre, S. B.
de Holanda, C. Prado Júnior, L. Basbaum, C. Furtado, F. de Azevedo, J. K.
Galbraith, O. de O. Romanelli, A. Teixeira, entre outros. E, em nossa análise,
nos valemos das contribuições de K. Marx, F. Engels, A. Gramsci, M. Chauí,
L. Althusser, J. Contreras, O. Skovsmose A. Ponce, M. Gadotti, K. Kosik e
outros referenciais próprios da área.

A formação do professor de matemática é vista como resultado de um processo
histórico-cultural que mantém ainda uma forte herança de elementos de uma
sociedade colonial, corroborado pela não participação democrática do povo
brasileiro em seu processo de constituição sócio-cultural numa sociedade
capitalista e excludente.
lvj_orkut#3
E o trabalho demonstra que os atuais processos de formação de professor de
matemática ainda são fortemente sedimentados numa
formação alienada aos ditames de uma sociedade de classes, que não permite
ao futuro professor compreender e fazer uso da necessária autonomia inerente
à sua atuação, o que o faz atuar como um intelectual orgânico a serviço da
consolidação da hegemonia da classe dominante. Nesse sentido, os constructos
teóricos de P. Freire e de U. D'Ambrosio mostram-se como indicadores de encaminhamentos
possíveis no processo de formação de um professor de matemática crítico/libertador
e, por isso, consciente de sua tarefa como agente ativo na formação de um
educando não especialista em matemática, mas inserido em sua realidade social
como um sujeito transformador e em transformação, que encontra na matemática
uma ferramenta para o processo dialético de sua própria construção.

Assim, a investigação indica a necessidade de uma atuação dos formadores
no sentido de conscientizar os futuros professores de matemática de sua tarefa
como intelectuais orgânicos a serviço da construção da hegemonia dos excluídos,
dos explorados em geral.
Ou seja, a investigação aponta a necessidade de a formação inicial se
constituir como um antidiscurso ao discurso ideológico da classe dominante.
lvj_orkut#4
A PUC de São Paulo está em crise. Nem sempre oque é bom sobrevive.

Pobre paulista...

Pobre São Paulo...

Pobre Brasil.
edgard#5
que encontra na matemática uma ferramenta para o processo dialético de sua própria construção.

Ou seja. Se houver necessidade histórica, 2+2=5
lvj_orkut#6
!
inocncio#7
O Brasil daqui a pouco estará como a China durante a revolução cultural.
zehrique#8
Nossa, quase vomitei quando li esse texto.
bernardo_3#9
Vocês não lembram do Stédile dizendo algo assim:"somos um milhão e eles, 10 mil". Agora só falta "conscientizar" as pessoas que um milhão é maior do que 10 mil e partir para luta armada. Isso sim é que é matemática - nada daquela bobagem de Arquimedes sendo morto ao mandar o soldado deixar os seus círculos em paz...
lvj_orkut#10
SAIBA A VERDADE: OCUPANTES ESTÃO Vinculados aos partidfos de extrema esquerda

SÃO PAULO - A invasão da reitoria da Universidade de São Paulo (USP) não foi um ato espontâneo de estudantes radicais, mas uma ação planejada e sustentada por um grupo de partidos de extrema-esquerda - o PCO, o PSTU e o PSOL -, o Sindicato dos Trabalhadores da USP (Sintusp) e a central Conlutas.

A invasão, ocorrida em 3 de maio, teve marcas evidentes de operação planejada, informaram fontes que a presenciaram ao repórter do Estado Carlos Marchi.

Dez minutos após a invasão, Claudionor Brandão, ex-diretor do Sintusp e líder das chamadas “ações diretas” do sindicato, chegou para instruir os invasores.

Daí por diante, os dias de ocupação começam sempre com uma reunião que junta, no Sintusp, representantes de PCO, PSTU, PSOL, Conlutas e do próprio sindicato. São eles que definem a pauta política a ser cumprida no dia pelos ocupantes.

Depois dela, devidamente instruídos, os estudantes saem para a assembléia dos ocupantes da reitoria para nela “aprovar” a pauta que já foi chancelada antes pelo comando da ocupação.

Veja neste domingo, 10, a reportagem completa no jornal O Estado de S. Paulo.

http://www.estadao.com.br/educacao/noticias/2007/jun/09/115.htm
lvj_orkut#11
O Serra muda a lei... É um frouxo!
david_7#12
...desempenharam como reforçadora das desigualdades sociais e mantenedoras do
status quo da sociedade capitalista.


Cara, essa saiu direto do Opinião Popular, não é possível.

http://opiniaopopular.blogspot.com/2006/11/contra-o-…urgus-e.html
lvj_orkut#13
perdí meus drives...
marcos_12#14
"SÃO PAULO - A invasão da reitoria da Universidade de São Paulo (USP) não foi um ato espontâneo de estudantes radicais, mas uma ação planejada e sustentada por um grupo de partidos de extrema-esquerda - o PCO, o PSTU e o PSOL -, o Sindicato dos Trabalhadores da USP (Sintusp) e a central Conlutas."

A imprensa disse que a invasão era apartidária. A Zero Hora e a televisão publicaram esse anúncio absurdo!! Apartidário é a pqp!!!!!

Mesmo que fosse apartidário, isso não faz do processo algo "neutro", ainda mais uma invasão!!!

Esses imbecis acham que os leitores também são imbecis. Eles merecem é uma "respota universal" (by Olavo). Mais nada!!

p.s: quanto a essa reportagem, era o MÍNIMO que eles tinham que anunciar, coisa que sequer cogitaram anteriormente!! "Apartidário"... ah, vão pro inferno!!

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