11/06/2007 - 19h27 Reuters
Uruguai faz abaixo-assinado pró- abortoJovem de 20 anos foi processada por interromper uma gestação.
Escritores, músicos e duas ministras assinaram pedido.
Escritores, músicos e duas ministras do Uruguai aderiram a um abaixo-assinado na Internet pela legalização do aborto, depois de uma moça de 20 anos ser processada por interromper uma gestação.
O aborto no Uruguai é permitido em caso de estupro, de risco à vida da gestante e no caso de grave dificuldade financeira da mulher.
Tramita no Congresso do país uma lei contra essas restrições, que o presidente Tabaré Vázquez, um oncologista socialista, promete vetar. Em 2004, o Senado derrotou um projeto semelhante em prol do aborto, que havia sido aprovado na Câmara.
A mulher foi indiciada no mês passado depois de procurar um hospital público com ferimentos provocados por um aborto clandestino. Ela aguarda o processo em liberdade, mas três mulheres envolvidas no procedimento cirúrgico estão presas até o julgamento, segundo a imprensa local.
"Sentimos que as pessoas precisavam de um lugar para expressar sua indignação com a injustiça feita a esta jovem", disse Rafael Sanseviero, ex-parlamentar comunista e um dos líderes da campanha.
Uma lei uruguaia de 1938 impõe até nove meses de prisão à mulher que fizer aborto. Quem ajudar ou realizar a operação pode pegar até dois anos. Caso a mulher morra devido a um aborto clandestino, a pena salta para seis anos.
Cerca de 3.500 pessoas já assinaram o documento no site http://www.despenalizar.blogspot.com/ desde 1º de junho, inclusive as ministras de Interior e Desenvolvimento Social. O escritor Eduardo Galeano e o cantor Jaime Roos estão entre os intelectuais [hã?] que aderiram.
Uruguai faz abaixo-assinado pró- abortoJovem de 20 anos foi processada por interromper uma gestação.
Escritores, músicos e duas ministras assinaram pedido.
Escritores, músicos e duas ministras do Uruguai aderiram a um abaixo-assinado na Internet pela legalização do aborto, depois de uma moça de 20 anos ser processada por interromper uma gestação.
O aborto no Uruguai é permitido em caso de estupro, de risco à vida da gestante e no caso de grave dificuldade financeira da mulher.
Tramita no Congresso do país uma lei contra essas restrições, que o presidente Tabaré Vázquez, um oncologista socialista, promete vetar. Em 2004, o Senado derrotou um projeto semelhante em prol do aborto, que havia sido aprovado na Câmara.
A mulher foi indiciada no mês passado depois de procurar um hospital público com ferimentos provocados por um aborto clandestino. Ela aguarda o processo em liberdade, mas três mulheres envolvidas no procedimento cirúrgico estão presas até o julgamento, segundo a imprensa local.
"Sentimos que as pessoas precisavam de um lugar para expressar sua indignação com a injustiça feita a esta jovem", disse Rafael Sanseviero, ex-parlamentar comunista e um dos líderes da campanha.
Uma lei uruguaia de 1938 impõe até nove meses de prisão à mulher que fizer aborto. Quem ajudar ou realizar a operação pode pegar até dois anos. Caso a mulher morra devido a um aborto clandestino, a pena salta para seis anos.
Cerca de 3.500 pessoas já assinaram o documento no site http://www.despenalizar.blogspot.com/ desde 1º de junho, inclusive as ministras de Interior e Desenvolvimento Social. O escritor Eduardo Galeano e o cantor Jaime Roos estão entre os intelectuais [hã?] que aderiram.