A Avenida Paulista era um mar de cores. De todas as cores do Arco-Íris.
Talvez empolgados com tanta gente e alegria, os organizadores da 11ª edição da Parada do Orgulho GLBT (gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros) de São Paulo divulgaram que estiveram presentes ao evento 3,5 milhões de pessoas.
Mais gente do que a própria Avenida Paulista comporta.
Uma continha simples comprova. Com 2500m de comprimento e 55m de largura, a Paulista soma 137.500m². Se calcularmos um gay, lésbica, bissexual ou transgênero por metro quadrado, teremos 137.500 participantes. Vá lá, sejamos mais otimistas, tinha muita gente mesmo: três por metro quadrado. Dá 412.500 pessoas. Ok: quatro gays por metro quadrado. São pouco mais de meio milhão de pessoas. Então, de onde tiraram o número de três milhões e meio de participantes? Ainda que o prefeito Gilbeto Kassab endosse os números, ainda que, dos participantes, um milhão seja de heterossexuais, essa conta não fecha.
A polícia paulista não quis divulgar estimativas este ano, mas mesmo que o tivesse feito, com base no cálculo usual de 3 a 7 pessoas por metro quadrado, os números oficiais não passariam de um milhão de pessoas.
Talvez empolgados com tanta gente e alegria, os organizadores da 11ª edição da Parada do Orgulho GLBT (gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros) de São Paulo divulgaram que estiveram presentes ao evento 3,5 milhões de pessoas.
Mais gente do que a própria Avenida Paulista comporta.
Uma continha simples comprova. Com 2500m de comprimento e 55m de largura, a Paulista soma 137.500m². Se calcularmos um gay, lésbica, bissexual ou transgênero por metro quadrado, teremos 137.500 participantes. Vá lá, sejamos mais otimistas, tinha muita gente mesmo: três por metro quadrado. Dá 412.500 pessoas. Ok: quatro gays por metro quadrado. São pouco mais de meio milhão de pessoas. Então, de onde tiraram o número de três milhões e meio de participantes? Ainda que o prefeito Gilbeto Kassab endosse os números, ainda que, dos participantes, um milhão seja de heterossexuais, essa conta não fecha.
A polícia paulista não quis divulgar estimativas este ano, mas mesmo que o tivesse feito, com base no cálculo usual de 3 a 7 pessoas por metro quadrado, os números oficiais não passariam de um milhão de pessoas.