Monumento em homenagem às vítimas do comunismo inaugurado nos EUA
WASHINGTON, 12 Jun 2007 (AFP) - Uma estátua feita sob os moldes da "Deusa da Democracia", que desfilou durante os sangrentos protestos na Praça da Paz Celestial há 18 anos na China, foi inaugurada nesta terça-feira nos Estados Unidos como monumento às vítimas do comunismo no mundo inteiro.
O monumento, localizado nas proximidades de Capitol Hill, onde está o Congresso, prestará homenagem a mais de 100 milhões de pessoas que morreram na Revolução bolchevique na Rússia.
O presidente honorário da fundação é o ex-presidente George Bush, pai do atual chefe de Estado, que se fez presente e discursou.
Vinte anos depois que o então presidente americano Ronald Reagan parou junto à barreira que dividia Berlim e pediu para que a União Soviética "destruisse esse muro", o atual presidente americano aproveitou a homenagem às mais de cem milhões de pessoas que morreram por causa do comunismo para assinalar que os extremistas islâmicos, assim como os comunistas, estão "condenados ao fracasso".
"Como os comunistas, os seguidores do radicalismo islâmico violento estão condenados ao fracasso" afirmou Bush, que geralmente compara os extremistas islâmicos aos nazistas alemães e comunistas soviéticos.
"Ao manter inquebrantável a causa da liberdade, nos asseguramos que um futuro americano não tenha de estar parado num lugar como este e dedicar um monumento aos milhões de mortos por causa de radicais e extremistas no século XXI", enfatizou ainda.
O monumento recorda o que foi feito com papel machê por manifestantes pró-democracia na Praça da Paz Celestial antes de serem brutalmente silenciados pelas tropas chinesas em 1989.
A organização sem fins lucrativos, Fundação para o Monumento das Vítimas do Comunismo, foi criada pelo Congresso em 1993 com o objetivo de imitar os monumentos para as vítimas do nazismo.
"Não podemos permitir que as atrocidades de Lênin, Stalin, Mao e Castro desapareçam na história", disseram.
WASHINGTON, 12 Jun 2007 (AFP) - Uma estátua feita sob os moldes da "Deusa da Democracia", que desfilou durante os sangrentos protestos na Praça da Paz Celestial há 18 anos na China, foi inaugurada nesta terça-feira nos Estados Unidos como monumento às vítimas do comunismo no mundo inteiro.
O monumento, localizado nas proximidades de Capitol Hill, onde está o Congresso, prestará homenagem a mais de 100 milhões de pessoas que morreram na Revolução bolchevique na Rússia.
O presidente honorário da fundação é o ex-presidente George Bush, pai do atual chefe de Estado, que se fez presente e discursou.
Vinte anos depois que o então presidente americano Ronald Reagan parou junto à barreira que dividia Berlim e pediu para que a União Soviética "destruisse esse muro", o atual presidente americano aproveitou a homenagem às mais de cem milhões de pessoas que morreram por causa do comunismo para assinalar que os extremistas islâmicos, assim como os comunistas, estão "condenados ao fracasso".
"Como os comunistas, os seguidores do radicalismo islâmico violento estão condenados ao fracasso" afirmou Bush, que geralmente compara os extremistas islâmicos aos nazistas alemães e comunistas soviéticos.
"Ao manter inquebrantável a causa da liberdade, nos asseguramos que um futuro americano não tenha de estar parado num lugar como este e dedicar um monumento aos milhões de mortos por causa de radicais e extremistas no século XXI", enfatizou ainda.
O monumento recorda o que foi feito com papel machê por manifestantes pró-democracia na Praça da Paz Celestial antes de serem brutalmente silenciados pelas tropas chinesas em 1989.
A organização sem fins lucrativos, Fundação para o Monumento das Vítimas do Comunismo, foi criada pelo Congresso em 1993 com o objetivo de imitar os monumentos para as vítimas do nazismo.
"Não podemos permitir que as atrocidades de Lênin, Stalin, Mao e Castro desapareçam na história", disseram.