Fórum Olavo de CarvalhoArquivo da comunidade do Orkut · 2004–2013

Ciência e Deus

Iniciado por bruno_18 em 16/06/2007 · 45 mensagens

bruno_18#1
Principio da evidencia

"quando a proposição A for contraditória, a proposição inversa de A será verdadeira"

Nas afirmações de Galileu em sua refutação ao próprio Aristóteles(lógica formal).
Conhecido como gedankenexperiment( experimento do pensamento).
" Imagine duas pedra com pesos diferentes, segundo Aristóteles a pedra mais pesada cairia mais depressa que a leve. Agora suponha que estas mesmas duas pedras estivessem em queda, mas amarradas juntas formando um corpo. logo possuo dois raciocínios
que a pedra mais leve caíra lentamente em relação a pesada, portanto está atrasará a queda da mais pesada ( pois cai mais devagar e faz com que a corda faça pressão para cima) que por sua vez acelerá a pedra menor pelo mesmo raciocínio da corda. portanto o conjunto cairia em uma velocidade intermediária ( subtração de velocidade= velocidade da pesada - a velocidade da leve) principio dos delta de uma grandeza

mas como estão unidas pela corda acabam formando um corpo unico composto (pelas duas pedras). Sendo que este corpo tem como massa a somatória das pedras, portanto cairia mais depressa que que a pesada ( soma das velocidades= pedra leve e pedra pesada). principio da associação de forças
portanto o Aristóteles estava sendo contraditório"

toda sistematização dos usos de contrários e contraditórios foi feito pelo Aristóteles no Organon. Que é nítido neste texto raciocinio de soma e subtração
(contrários), e contradição (simultaneadade de contrários). A única diferença é que aristóteles usou este expediente somente com o uso da memória de contemplação... Galileu no experimento e Einstien no demonstração algébrica (álgebra que é nada mais que uma especialização da lógica formal).
Como estes principios são acumulativos não dá para não afirmar

Como este é o mesmo principio da prova da demonstração de Deus, todo aquele que negar deus não é cientista, mas mero decorador de explicações.
joel_2#2
Não diria que não é cientista, mas que decerto comete um erro de raciocínio ao negar a existência de Deus.
gerson#3
Associação forçada ao extremo.
gerson#4
"quando a proposição A for contraditória, a proposição inversa de A será verdadeira"

Poderia demosntrar tbm que a proposição inversa de A contraditória necessariamente não apresentaria alguma contradição.
gerson#5
Ou melhor, se a proposição contraditória de A apresentasse tbm alguma contradição, como ficaríamos?
rafael_9#6
Se isso for verdade, ele errou na primeira proposição. A aceleração da gravidade é igual para todos os corpos. Ou seja, a pedra mais pesada cairia na mesma velocidade que a pedra mais leve.
bernardo_3#7
1) Eu suponho que quando se está dizendo que "uma proposição A é contraditória implica que sua negação seja verdadeira", se esteja caracterizando proposição contraditória como sendo aquela que implica uma contradição - pois é nesse sentido que é usado ao longo do texto.

Em lógica formal, uma proposição contraditória é uma proposição da forma "B e não-B". Então, a negação seria simplesmente "B ou não-B", que é sempre verdadeiro em lógica clássica - isso é chamado de Princípio do Terceiro Excluído.

Agora, suponhamos que A seja contraditória naquele sentido colocado no primeiro parágrafo. Então "A implica B e não-B", para alguma proposição B. Isso significa que A implica algo falso, pelo Princípio da Não-Contradição ("B e não-B" é sempre falso, ou seja, não-"B e não-B" é verdadeiro). Mas só o que é falso pode implicar (corretamente) algo falso, pois o verdadeiro só implica verdadeiro, quando a implicação é verdadeira. Daí, A é falso. Se A é falso, pelo Princípio do Terceiro Excluído, não-A é verdadeiro.

Ou seja, dos dois sentidos de proposição contraditória resulta que, se A é contraditória, então a negação de A é verdadeira.

2) A negação de A não pode encerrar contradição em nenhum dos casos. Se A é contraditória no sentido formal, então não-A é uma tautologia (em sentido formal). A negação de A não é da forma "B e não-B", mas da forma "B ou não-B". Agora, considerando no outro sentido, digamos que a negação de A, não-A, implique uma contradição. Pelo raciocínio anterior, isso significa que não-A é falso. Mas isto significa que "A ou não-A" é falso, o que contraria o Princípio do Terceiro Excluído. Logo, se A é contraditória (nesse sentido), não-A não pode sê-lo. (Eu usei uma reductio ad absurdum nesse último argumento - só para ficar claro, já que estamos falando de lógica.)

Detalhe: todos esses argumentos estão desenvolvidos em lógica clássica. Em sistemas lógicos diferentes, isso pode não ocorrer. Por exmeplo, no intuicionismo, a redução ao absurdo não pode ser feita como na lógica clássica.
priscila#8
Bernardo: clap, clap, clap, e merecidíssimo.
gerson#9
Ok, Bernardo, mas o Bruno citou a seguinte frase:

"quando a proposição A for contraditória, a proposição inversa de A será verdadeira"

Não se trata apenas da negação da preposição contraditória A, mas sim a aceitação como verdadeira de sua proposição inversa. Com tal bobagem o Bruno quis dizer que não é científica a atitude de negar deus, o que não deixa de estar certo, contudo o erro está em querer insinuar que seu oposto está correto, ou seja, atitude científica é reconhecer a exietência de deus.
bruno_18#10
Após Einstien, há uma nítida Distinção do conceito necessário mentalidade científica: não basta mais descrever como que é, mas o que é.

Pois caíra em uma ilusão,por causa da formula E=mc² (c= velocidade da luz, novamente massa vezes velocidade), o que pareceria uma incoerência dele. Mas deve-se lembrar que Einstien reformulou o conceito de grandeza Física (tempo,espaço, energia e matéria) não são mais grandezas distintas que podemos apenas relacionar por proporção, mero tratamento algébrico, e apenas pelas sua propriedades matemáticas. Existe a necessidade de compreensão do que é a grandeza Física, a famosas elevações de Einstien ( observação dos mesmos fenômenos Físicos em planos inerciais diferentes) é uma necessidade de mental para a compreensão Física moderna.

neste ponto é que queria chegar ciências matemáticas apresentam apenas propriedades quantitativas, nunca qualitativas (definiçôes). este modelo mental exigido agora é o mesmo da demonstração da existência de Deus. Percepção do que é, mesmo que seja superior a sua compreensão. mas sem ruptura caminho percorrido até então, senão acaba tendo o problema de voltar a ter os mesmos enganos que eliminou no caminho.

Como o universo é finito, ele apresentará regras de perpetuas (diante a existência) mas nunca eternas ( diante daquilo que é supra universal )em sentido formal. logo para avançar existe a necessidade de saber o campo de intersecção entre eterno e o perpetuo

Depois continuo tenho que sair
a braços a todos
bruno_18#11
Não sei de onde você tirou está afirmação que Einstien era socialista, mas digo que li sua biografia. Por sinal escrita por uma socialista, afinal com abundantes expressões do tipo "um Pequeno burguês nunca entenderá a profundidade de Einstien" só pode vir de um esquerdista; pois é o Insulto Clássico de esquerda para direita. Mas ela mesma diz que Einstien não dava a menor atenção a questão política e social. Se ele fosse socialista tenho certeza que a autora gritaria aos quatro ventos.

Sua história não apresenta qualquer interesse por estas questões. O dilema dele do que queria ser era este: músico Clássico (violino) ou mecânico( Física). Tudo isso por causas do Pais; mãe apaixonada por musica e o pai mecânico. Ele tomou a decisão de seguir o campo das exatas após ler um Livro de Euclides. Formou em uma politécnica, para sustentar-se conseguiu um emprego no departamento de registros de patentes, escriturário (se não me engano, mas algo neste naipe) como o serviço era parco ele ficava remoendo perguntas de Física e foi neste emprego que elaborou a teoria da relatividade restrita.

Segundo ele era judeu e teve problemas com nazistas, nazi (abreviatura em alemão para Nacional Socialismo). E em toda sua história não apresenta afinidade de com pensamento esquerdista, pois todo esquerdista valoriza a ação e ele valoriza contemplação.E disse algo similar a isso perante a seu convite ao projeto Manattan--Não sou físico de laboratório, mas de lápis e papel. Sou um homem que confronta sua ignorancia com o enigma da criação,sou um teórico. Se quiser corrijo seus cálculos e nada além."

quanto a palavra criação ele mesmo não veria mal algum, pois era judeu convicto. Eu tenho uma foto dele lendo a Torá ( pentateuco na Bíblia) a seus netos. Depois eu coloco a disposição aqui no orkut, quando acha-la e souber com se faz isto.
manoelcarlos#12
quanto a palavra criação ele mesmo não veria mal algum, pois era judeu convicto.
Não concordo com esta afirmação. Ele acreditava no Deus parecido com o do Spinoza, sempre deixou bem claro em suas declarações que não acreditava em um Deus pessoal.

Sempre vejo ateus alegando que Einsten era um ateu convicto, o que também não é verdade. Mas dizer o contrário, também não encontra respaldo na realidade.

Abraços..
bruno_18#13
Por Einstien ser determinista sua afirmação apresenta fundamento correto. Quanto Spinoza, conheço pouco, pois o contato que tive foi através de um amigo e não me despertou interesse (deixei-o para depois). Sim de certa forma ele acredita em um Deus impessoal. em muitas de suas declarações como esta "Deus não joga dados" referência dele a Quântica. Ateu nem pensar.

Quanto eu disse a colocação criação e judeu convicto (que por sinal me expressei muito mal, o que tinha em mente). ele não rejeitava sistema éticos ( onde os operadores são bom ou mal, ao invés de certo ou errado, que são para ciência). ele não rejeitaria estas estruturas de raciocínio. pois da mesma forma que ele usava as elevações nas perspectivas de newton para explicar a relatividade, no campo moral ele usava o judaísmo para fazer elevações éticas. Para ele a intersecção de ética e ciência está somente campo estrutural em resto elas são independentes.

logo rejeitaria ficar discutindo em planos meramente simbólicos (Newton versus Moyses). as regras da natureza (logos) são distintas das regras vida (logos)

Portanto, carnal ( ciência) espiritual (vida) seriam "grandezas" distintas. Mas verá e sua vida inteira que ele acreditava que a verdade era boa e bondade é verdadeira maneira de uma pessoa viver.
uriel#14
.

Einstein não era tão inteligente - li que seu QI estimado era de apenas 165; diz-se que recebia ajuda de sua esposa matemática para a elaboração dos cálculos, os quais ele seria incapaz de fazer e que houve certa dose de plágio em sua teoria ( a equação E=MC2, diz-se, não foi de autoria dele)

aparentemente a inteligência dele era uma inteligência de insight e de colagem.

Gênio sim era (aparentemente) Trotsky. Aliás vários teóricos socialistas (e nazistas, e fascistas etc) têm QI muito acima da média e vários são/foram verdadeiros gênios.

"Ser socialista" nunca dependeu dum mero erro de teoria econômica, me parece. Utopismo, teimosia, fanatismo.. tudo isso independe do QI.
manoelcarlos#15
QI não é um medidor preciso de inteligência. Ficar julgando a inteligência de alguém simplesmente pelo QI é de um reducionismo gigantesco.

Atacar Einsten dizendo que sua esposa o ajudava é algo extramamente subjetivo e digno de quem não entende exatamente o que ele fez. Ainda que tenha recebido ajuda nas equações ou se apoiado em Lorentz para formular a teoria, seus méritos, publicações e palestras demonstram que ele sabia exatamente o que estava falando. E acredite, era um dos poucos físicos, mesmo considerando só a elite intelectual, que compreendia totalmente esta teoria. (Tenho a publicação original se você se interessar).

Sobre socialismo e QI, nem vou me ater. Concordo com suas afirmações no que se refere à uma não relação entre inteligência e socialismo, mas diferente de algumas opiniões postadas, não considero um "monstro" alguém que seja socialista. Apenas uma pessoa que pensa diferente de mim.

Abraços..
adermir#16
Um QI de apenas 165 o coloca num percentil de, se não me engano, 90 a 95, ou seja, maior do que 95 % das pessoas submetidas a teste de QI. Não há registro de valores muito maiores. Entretanto, como o teste de QI mede apenas a capacidade de raciocínio lógico abstrato, na maioria dos casos, deixa de lado diversos outros tipos de "inteligência" (verbal, social, etc), motivo pelo qual sempre foi contestado até mesmo pelos psicólogos.
De outro lado, não há dúvida de que ser inteligente não quer dizer ser elevado moralmente, como seus próprios exemplos o demonstram.
Quanto a achar que ser socialista é mera questão de opinião, é preciso ter em mente que para professar uma ideologia como esta, é preciso que o indivíduo, de uma forma ou de outra, opere algum tipo de mutilação mental: ou ignora os fatos que demonstram a monstruosidade inerente a esse sistema, ou deliberadamente os oculta. Ser socialista nunca vai coincidir com inteligência e honestidade simultaneamente. Então, não se trata de mera 'divergência de opinião' que se pode estabelecer, por exemplo, ao discutir o clima. Mas admito, em favor de Einstein e de muitos cientistas dos anos 50, que a presença então de um estado soviético prestigiado pela vitória aliada na guerra, com muita propaganda favorável e sem a denúncia explícita dos crimes do regime, podem ter iludido muita gente, como aconteceu. Ser inteligente para física não necessariamente o torna inteligente para as ciências sociais.
bruno_18#17
Não conhecia está afirmação dele, e por sua vida e obra não teria coerência ele ser,pelas razões de do texto que apresentei, além de outras. Senti na obrigação de perguntar. Mas quanto a sua afirmação não entender dele ser socialista. Acho que a resposta era por um defeito notório dele, apesar de percepção profunda era distraído, como este tipo de assunto nunca foi foco de sua atenção provável que ele leu algo achou bonito e aceitou sem muita reflexão (apenas acompanhou o raciocínio)além de seu taleto ser para area de exatas> caiu como patinho.
priscila#18
Apareço apenas para dizer que concordo em que os chamados testes de QI não medem a inteligência - uma vez que, conforme afirmei anteriormente, inteligência é um processo, resultante da interação entre um atributo mensurável e um fator não mensurável - e, como tal, impossível de ser medida, por sua própria natureza.

Como portadora de um índice significativamente alto da parte mensurável (e tendo por causa disso sido submetida por longo tempo a uma bateria estupidíssima de testes até o dia em que pedi para pararem com tamanho besteirol, no que fui atendida), confirmo mais uma vez o que penso: inteligência não pode ser medida, inteligência não é a mesma coisa que QI, inteligência envolve consciência - e o dia chegará em que isto será reconhecido e sabido por todos.
priscila#19
O que quer dizer que Trotsky NÃO ERA inteligente: Trotsky apenas nasceu com um alto índice de racionalidade.
Se Trotsky tivesse, como tinha, uma consciência atrofiada, seu processo de inteligir seria precário, mixuruca, medíocre - e a medição da racionalidade, cqd, não serve para mais rigorosamente nada além de satisfazer uma curiosidade.
É "um dado", só isso.
bruno_18#20
Demonstrando o grau e sua desatenção
Einstien um aluno -- da onde eu vim, do lado esquerdo ou direito do corredor.
aluno -- direito professor.
Einstien-- ah então eu almocei!!

na praia (para ele sua maior derrota em um debate).

um aluno de biologia pegava umas estrelas-do-mar na areia e atirava de volta, era uma espécie ameaçada.
Einstien-- querido, sua atitude é nobre contudo não vai adiantar nada seu ato. precisaria milhares de pessoas para fazer isso um efeito simbolicamente significativo. isso não faz diferença.
aluno-- para esta estrela fez-- e atirou ao mar.
por vergonha começou ajudar o aluno.
priscila#21
Fazendo uma analogia limitadíssima, mas que me ocorreu no momento, e resolvendo seguir o impulso:

Analisando o processo que resulta em, por exemplo, "jogar bem basquete" - verifica-se que, na maioria dos casos, a "altura" (fator mensurável) é importante.
No entanto, "ser alto" não tem uma conexão linear (ou obrigatória) com "jogar bem basquete".
Mais do que isto: pode-se "jogar bem basquete" SEM SER ALTO.

Pode-se dizer que o QI é a altura: genéticamente determinável, passível de alteração para menos (por atrofia, por privação), e "atributo em princípio desejável", mas jamais indispensável para o "jogar bem basquete" que é o objetivo da análise.

A existência de linhagens com grande capacidade racional, como a existência de linhagens de pessoas altas, é um dado - como a existência de súbitos e inesperados portadores do atributo dentro de uma linhagem que não tenha tal expectativa estatística, também: o mecanismo da herança genética é longo, preciso, e delicado.

Ninguém vai querer negar isto, sob pena de ser considerado "parvo entre parvos" (bom, atualmente, sei lá...). Mas esta consideração não representa absolutamente nada além de uma consideração na análise proposta!

O fator extrínseco a ela, então, é "desprezível"?????
Pois se já de cara vemos que quem é alto não obrigatoriamente joga bem, e quem joga bem não obrigatoriamente é alto - qual deveria ser a nossa conclusão, além de dizer que "a altura é um agente facilitador"?

NENHUMA!!!!!

O que faz um excelente jogador de basquete, como o que torna alguém inteligente - não pode ser medido e ipso facto determinado pela medição da altura (ou do "QI") do Fulano: trata-se de "outra coisa", de outro fator, que a imbecilidade vigente prefere fingir que não existe - mas que, a despeito da patetice, continuará a existir para sempre, sendo como é absoluta - e portanto independente da classificação dos idiotas.
priscila#22
A primeira é completamente lógica, e inclusive habitual, pra mim e (acredito) para o Alberto.
A segunda é completamente impossível pra mim e (acredito) para o Alberto.

Sinto muito, mas é assim! !
bruno_18#23
no segundo exemplo, a desatenção é quanto a motivação do aluno( lógico que ele não sabia que não era significativo). Einstien tinha um grave problema nesta relação, sua 1ª mulher usou e abusou desta ingenuidade e desatenção. Sei que o exemplo não é claro, fica claro em várias gafes que fez, mas enumera-las seria caminho para demonstrar(pois todos cometemos; mas ele neste ponto era imbatível, era direto e reto), o melhor exemplo que encontrei para ser suscito foi este. Afinal não não podia inventar um, quanto a ingenuidade dele diz que ele foi a uma entrevista de emprego (Professor universitário) com o paletó e/ou uma meia de cada par, sua 2ª esposa chamou a atenção e ele falou não tenho vou me atrasar e saiu antes do horário necessário.( não pus este exemplo pois acho que é lenda)
manoelcarlos#24
Ser socialista é igual ser nazista, porque também se prega genocídios para o bem comum. A diferença é que o socialismo matou mais gente
Agora, se você considerar um nazista ou socialista alguém que só pensa diferente de você... Só lamento..

Sempre aquele problema de interpretação. Um socialista que defende o genocídio já merece o meu desprezo. Assim como pessoas com opiniões extremas e reducionistas como a sua.

Abraços..
priscila#25
Ué!
O post acima representa uma concordância, evidentemente!
Apertem as mãos, e shout alleluiah!

Bruno, querido amigo:
É por aí - imagine uma luz que ilumina a sala inteira difusa e intensamente, e imagine um foco de luz extremamente direcionado e perfeitamente preciso.
Da combinação possível que um iluminador hipotético faça das duas opções nascerá o resultado final a ser apreciado - e, eventualmente, julgado!

A inteligência representa tal precisa combinação, embora ela não obrigatoriamente seja simultânea! !
Acontecendo luminosamente e de forma compreensível em 1% dos casos, já estaríamos "num bom patamar"- pra citar os patetas que mandam em nós, e que têm o hábito de se aproveitar de boas expressões que não seriam capazes de inventar!
A compreensão humana é dotada da chamada persistência da imagem na retina , este fenômeno natural que não é exclusivo de eventos visuais - mas extensivo a eventos de outra natureza, mesmo que não sensorial.
adermir#26
Bruno, essa história da estrela do mar não foi com Einstein, mas atribuída a Eisestein, filósofo, se não me engano.
bruno_18#27
Este é assunto abordado, e não inteligência e ideologia (com ataques pessoais), se quiser podemos ter outro fórum. daqui por diante eu ignorarei debate fora de questão.

apenas para ressaltar que já mencionei:
"Como o universo é finito, ele apresentará regras de perpetuas (diante a existência) mas nunca eternas ( diante daquilo que é supra universal )em sentido formal. logo para avançar existe a necessidade de saber o campo de intersecção entre eterno e o perpetuo". estou tentando apenas demonstrar uma unidade(intersecção de estrutura intelectual) entre ciência, filosofia e religião. tento agora fechar o nexo filosofia e ciência.

Entro agora em quântica (ciência) e Nicolau de cusa (filosofia).A relatividade e quantica são complementares e as ultimas teorias científicas; até agora todo avanço está somente no plano hipotético, quanto a Nicolau o teorema por mim usado encontra-se no jardins das aflições do olavo (se não tiver enganado,pois não estou com os livros).

A Relatividade é aprendida mediante o uso de elevações de Einstien que o meio de sua demonstração, mas a quântica isso não ocorre,a elevação está apresentada em nicolau (como eu penso) para o paradoxo do Spin. Neste ponto demonstro que a maravilhas do pensamento filosófica para ciência

Afirmação da quântica é que ponto de vista do observador um eletron pode ou não pode não existir para este. isso contraria o nexo lógico, lembrado que a álgebra(especialização da lógica) que é até agora a única fonte de captação deste conhecimento. Parece que está faltando a elevação no estilo de Einstien para poder compreender este fenomeno
adermir#28
Mais ainda sobre QI, e concordando inteiramente com você, amiga, a sigla quer dizer 'Quosciente intelectual', ou seja, o resultado da comparação de duas grandezas, originariamente a correlação entre 'idade mental' e 'idade cronológica'. O conceito de QI foi elaborado para avaliar o desenvolvimento mental infantil, estabelecendo escores esperados em termos de capacidade de abstração a cada faixa etária. Popularizou-se o conceito de QI com a generalização pelo Exército americano da aplicação de testes de "inteligência" como método seletivo, e mais tarde na contratação de pessoal. Por outro lado, a melhor, e acredito que a única realmente eficiente, utilização desses testes é no âmbito pedagógico, como medida de prontidão para aprendizagem. Tem muito pouca relevância o QI em adultos, e é um método completamente impreciso para previsão de atitudes comportamentais. Além do mais, há uma discussão muito interessante, porque para determinar um quociente de inteligência é preciso definir o que seja inteligência, que é muito mais, como você demonstrou, do que uma mera correlação entre "idade mental" e "idade cronológica".
adermir#29
Todo o tempo que vejo falar nesse assunto, observo que é necessário um imenso reducionismo tanto para comprovar quanto para negar Deus por meio da ciência, já que esta é limitada a um método de provas e contraprovas que servem tão somente para negar ou não negar proposições mensuráveis. Por outro recorte linguístico, a ciência ocupa-se do mundo das formas, dos receptáculos que contêm a essência, mas não é capaz de tocar diretamente à essência, que sempre lhe escapa. Dissecar um corpo diz muito pouco a respeito da alma; compreender as leis regentes dos fenômenos naturais não alcança sua causa última. O divino está no campo das essências, não negável pelo método.
Agora, Bruno: por que você grafa "Einstien", e não "Einstein"?
bruno_18#30
Posso ter me confundido, pela similaridade de nomes (afinal não sou testemunha ocular). Curioso não lembro de ter lido algo sobre ele, talvez tenha sido erro de quem escreveu a biografia que li, esta hipótese é mais provável, pois é uma citação comum entre físicos( lembro de imediato uns três comentando isso). em minha memória lembro desta citação enquanto estava lendo sua biografia. Mas seja como for digo que fazia gafes neste sentido (a 1ª abusou tanto que qunado ele ganhou um prêmio, deu tudo para ela de forma irônica, com autorização a 2ª). Talvez por similaridade de nomes acabam confundindo a registrando errado (registrar por ouvido),observe o enredo de alguns eventos.
Sua saída da Alemanha é todo feito por amigos e cientistas que o admiravam, tentou dar aulas a nazistas enquanto gritavam -- isto é ciência de judeu--, neste ponto ele podia ter sido linchado. fazia perguntas impertinentes a seu professor de física que era nazista, e depois quando já pertencia ao corpo docente entrou em atrito com este ( se não fossem seus amigos teria sido morto por delinquentes, ou usado por astutos de lá)
bruno_18#31
desculpe quanto Einstien( estava usando ctrl+ v) para não ficar escrevendo toda hora e digitei errado e não notei.

concordo com vc. essencialmente é isso

Estou apenas defendo a argumentação do próprio Ari, Aquino, etc. Estou defendo sua argumentação contra aqueles que dizem isso contradiz a ciência, sendo que o principio das argumentação da impossibilidade de sua inexistência é o mesmo que funda nossa ciência antiga moderna e contemporânea ( ari, galileu-newton, e Einstien)

não apresentei os argumentos da existência, deixo para eles ari e aquino só digo que tal prova... não pode ser simplesmente descartada como mera crendice metafísica. Muitos acreditam naquele francês que disse que o conhecimento humano evolui do religiosos para filosófico e finalmente científico . Como se fossem estágios a serem superados e abandonados, só digo que são um processo continuo e necessário no campo do saber e que bebem da mesma fonte.
bruno_18#32
teve um tópico mais ao menos no sentido deste.

muitos alardeavam que não era lógico e impunha a ciência acima para jugar se era racional ou não. Na abertura deste tópico entrei direito na questão, que a ciência herdou seus fundamentos da filosofia(lógica a racionalidade) e continuam necessária para tal intento, e que esta mesma herança da prova da existência. Para evitar um "evolucionismo" de araque ( isso é coisa do passado estamos na era relatividade e quantica) sinto obrigado comentar por meios filosóficos.

depois apresentarei os efeitos desta hipótese, na própria ciência
bruno_18#33
seu comentário vez lembrar um outro sabe de quem é? por acaso. é mais ou menos assim.

"Diante da escuridão do enigma da existência, cabe a nós acender uma vela"
uriel#34
.

Ora, usei o termo "inteligência" no sentido estrito de raciocínio lógico do tipo que é colocado à prova em teste de QI. Ninguém está falando em amor à verdade, honestidade ou nada disso. Nesse sentido estrito é óbvio que Trosky, Gramsci, Lenin etc eram inteligentíssimos. Consta que quando foi feita a autópsia de Trotsky ele tinha um cérebro acima do tamanho normal.

Há gênios de verdade que têm QI acima de 180. O QI estimado de Leonardo da Vinci era 220; o de Voltaire 190; Sidi e Nicolas Tesla tinham atingiam mais de 200 pontos em testes de QI. Newton, 190 e Galileu 185.
Ora, gênios, por definição, são raríssimos. Uma percentagem ínfima da população.

Marilyn Ann Mach (Marilyn vos Savant) quando criança tinha um QI estimado entre 250 e 300 (e o mais incrível é que se trata de uma mulher!). Com dois anos de idade ela já sabia grego e latim; quando adulta falava mais de 40 línguas, que aprendeu sozinha obviamente. Foi professora de matemática porém por menos de um ano e não conseguia durar muito tempo em nenhum emprego porque se entediava e faltava-lhe motivação.
Chris Langan, o maior QI dos EUA, começou a falar com seis meses de idade e tinha um QI de 195. Aprendeu a ler sozinho com 4 anos de idade. Ele foi entrevistado pela imprensa devido a seu QI e viram que morava sozinho e tinha um emprego banal pois não queria fazer nada.

Gandhi e Sharon Stone aliás têm/tinham o mesmo QI de Einstein: 165. O de Madona é 140 (é sério!)
uriel#35
.

QI não é tudo mas ao mesmo tempo subestimar tanto o QI é um erro. e há uma campanha estúpida da esquerda nos EUA contra o próprio conceito de inteligência e contra os testes de QI. Há vários estudos que mostram haver sim uma correlação estatística entre o QI e sucesso profissional e acadêmico. Acho que um QI se não garante tal sucesso ao menos é um pré-requisito ou facilita muito. Em outras palavras, uma pessoa inteligente aprende mais rápido e mais facilmente. Mais é preciso querer aprender..

o Bell Curve e outros trabalhos demonstram isso (a importância do QI) irrefutavelmente.
mateus_5#36
QI sempre foi uma medição polêmica. Apesar de realmente haver, aparentemente, uma correlação entre inteligência e QI, muitos portadores de altos QIs têm o problema de não conseguir "alcançar" o que se espera deles, o que leva uma larga escala de pessoas a questionar sua validade. Marilyn vos Savant teve como mais alta medição 228.

Que eu saiba, Einstein tinha sim um QI enorme, e era justamente um dos que não conseguia realizar coisas consideradas "básicas". E que essa história da dependência para com sua mulher é apenas difamação, não havendo fatos que provem isso.

Quanto aos maiores QIs, sempre li que os gênios da música eram tidos como os maiores QIs, com Mozart e Beethoven sendo dois dos mais altos. Se não me engano, isso consta até na "Enciclopédia Britânica".
adermir#37
O problema é saber como conseguiram aferir o QI desses personagens históricos. QI é uma tentativa de mensuração objetiva de um dado muito difícil de definir que é a inteligência. Agora, realmente há correlação entre grau de QI e sucesso, mas não o inverso, ou seja, para ter sucesso é preciso ter QI, mas ter QI não assegura que terá sucesso. (isso sem entrar na questão do que seja "sucesso"). O fato é que sua mensuração é imprecisa e alguém precisa definir qual é o dividendo e o divisor desse "quosciente" no caso de adultos, já que o conceito foi definido inicialmente para avaliar o desenvolvimento infantil.
bruno_18#38
Para compreender a elevação:

Para entender quero relacionar duas definições imanência e transcendência, para compreender que afirmação da Relatividade de uma grandeza chamada de tempo-espaço ao invés de tempo e espaço (distintos). Partirei da uma afirmação

"A realidade provoca a imanência conhecimento na mente que é a semente para transcender ao realismo (conceito de realidade na mente)."

Portanto Kant está errado. A percepção da realidade gera conhecimento (razão) e não o contrário, você primeiro aprende (percebe) depois ensina (razão). A lógica Clássica é a semente para gerar conhecimento, pois aquela que estrutura para a percepção. É o caminho para demonstrar ( fazer perceber) uma teoria.

Para isso Einstien deixou a certeza (Newtoniana) para poder ter o certo (relatividade).

Demonstrando muita pessoas tentam perceber a relatividade pelo gráfico VT( velocidade / tempo) que é uma reta concluirá que se tratá de uma Progressão aritmética, por causa da formula V=vi+at. Mas o correto é olhar para o gráfico ET ( espaço / tempo) em um movimento uniformemente variado, que resulta em uma parábola, onde é necessário o conceito de limite etc...
alexandre_9#39
DEUS é o Alfa e o Ômega o princípio e o fim de todas as coisas. Não explica-se DEUS com fórmulas, porque ele é bem maior e mais complexo que isso.
alexandre_9#40
Tentar resumir ou provar a existência de DEUS através de equações é no mínimo ingênuo.
alexandre_9#41
Para concluir DEUS não se prova, DEUS se reconhece.
manoelcarlos#42
Concordo Alexandre. Também penso que é impossível provar a existência de Deus apenas por formas racionais, um passo pela fé é obrigatório.

Abraços...
adermir#43
Não, Manoel, não é só uma questão de fé. O problema é que se tenta excluir o elemento místico do debate, como não científico, por meio de um reducionismo. Se é uma questão de fé, torna-se indiscutível, e se é indiscutível, também é incognoscível.
Entretanto, há o que se conhecer para além do que o método científico pode alcançar. A ciência exprime o mundo do aparente; é ela que tem limites precisos para o que pode alcançar.
manoelcarlos#44
A ciência exprime o mundo do aparente; é ela que tem limites precisos para o que pode alcançar.
A ciência é completamente limitada neste aspecto e impor ateísmo penso ser um apelo a ignorância. Penso que a partir do ponto que o método científico é capaz de alcançar é preciso ter humildade de saber as nossas limitações e aceitar a fé de cada um.
adermir#45
'A ciência é completamente limitada neste aspecto e impor ateísmo penso ser um apelo a ignorância."

De acordo. O ateísmo é mais dependente da fé do que a religião. é preciso muita fé para ser ateu.

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