"O problema do Brasil, no fundo, não é o esquerdismo, não é a corrupção, não é a violência, não é nem mesmo o “poder secreto”. É o desprezo atávico pelo conhecimento, ao lado de um amor idolátrico aos seus símbolos exteriores: diplomas, medalhas, honrarias acadêmicas, títulos honoríficos." - Olavo de Carvalho
É exatamente isto: o grande acontecimento do século foi a ascensão espantosa e fulminante do idiota. (Nelson Rodrigues)
Dentro da minha tese que diz que a inteligência é um processo, uma interação entre razão e consciência, nada mais obviamente capaz de destruir o mencionado processo do que a atrofia (até a completa anulação, se possível) de um de seus componentes: no caso, a consciência.
Porque atrofiar a razão até o ponto de sua anulação completa é tarefa complicada: a razão é estimulada de forma concreta e contundente por eventos cotidianos, banais, visíveis - e atacá-la é difícil e (digamos) "caro".
Os sinais do ataque são facilmente identificáveis, e a relação custo/benefício é desfavorável...
Já fazer a mesma coisa com relação à consciência é infinitamente mais viável: não se pode medí-la, e a marca do ataque fica assim "invisibilizada", difícil de ser mostrada em público, impossível de ser provada tecnicamente.
Todo o trabalho malévolo se torna, portanto, invulnerável a comprovações indesejáveis: quem poderá provar que jamais foi feito?????
Como se vê, a relação custo/benefício, neste caso, é muito melhor!
Qualquer uma das duas escolhas tem, contida em si, o mesmo efeito final e letal - o impedimento que a inteligência aconteça, exista, se dê.Ininteligente, o homem torna-se o "macaco pelado", primo pobre e mixa do chimpanzé, incapaz de perceber nada além das bananas que lhe fornecem combustível, da procriação que é fonte imediata de gratificação, e dos predadores que podem matá-lo com um único golpe.
É exatamente isto: o grande acontecimento do século foi a ascensão espantosa e fulminante do idiota. (Nelson Rodrigues)
Dentro da minha tese que diz que a inteligência é um processo, uma interação entre razão e consciência, nada mais obviamente capaz de destruir o mencionado processo do que a atrofia (até a completa anulação, se possível) de um de seus componentes: no caso, a consciência.
Porque atrofiar a razão até o ponto de sua anulação completa é tarefa complicada: a razão é estimulada de forma concreta e contundente por eventos cotidianos, banais, visíveis - e atacá-la é difícil e (digamos) "caro".
Os sinais do ataque são facilmente identificáveis, e a relação custo/benefício é desfavorável...
Já fazer a mesma coisa com relação à consciência é infinitamente mais viável: não se pode medí-la, e a marca do ataque fica assim "invisibilizada", difícil de ser mostrada em público, impossível de ser provada tecnicamente.
Todo o trabalho malévolo se torna, portanto, invulnerável a comprovações indesejáveis: quem poderá provar que jamais foi feito?????
Como se vê, a relação custo/benefício, neste caso, é muito melhor!
Qualquer uma das duas escolhas tem, contida em si, o mesmo efeito final e letal - o impedimento que a inteligência aconteça, exista, se dê.Ininteligente, o homem torna-se o "macaco pelado", primo pobre e mixa do chimpanzé, incapaz de perceber nada além das bananas que lhe fornecem combustível, da procriação que é fonte imediata de gratificação, e dos predadores que podem matá-lo com um único golpe.