Derruba até aeronave
Polícia faz operação na Vila Cruzeiro e apreende metralhadora antiaérea, que também eperfura blindagem do Caveirão da PM
Vânia Cunha
Rio - Numa ação calculada e precisa, 25 policiais do 16º BPM (Olaria) entraram, na madrugada de sábado, na Favela Vila Cruzeiro, no Complexo da Penha, e apreenderam o armamento mais ‘estimado’ pelos traficantes da região: a metralhadora antiaérea ponto 30. A arma — capaz de derrubar aeronaves e perfurar até três centímetros da blindagem do Caveirão da PM — foi encontrada pouco depois que três bandidos foram baleados no confronto. Há suspeita de que um deles, identificado como Branquinho, tenha matado um policial do Batalhão de Operações Especiais (Bope) durante operação no dia 1º de maio.
A ação foi realizada depois de vários monitoramentos sobre os traficantes. Os PMs descobriram o local onde o bando se reunia para embalar drogas e, pouco depois das 2h, subiram a favela a pé. “Saímos escondidos do batalhão, sem o blindado, para não chamar a atenção dos bandidos”, contou um tenente, um dos sete oficiais que trocaram a folga de sábado para participar da operação, que durou quase quatro horas.
Depois de intenso confronto, os criminosos deixaram a metralhadora e oito quilos de pasta de cocaína numa casa e fugiram.
Além do gerente das bocas-de-fumo Branquinho, também estariam feridos bandidos identificados como Tunga e Morcego. A polícia interceptou conversa por radiotransmissor, em que criminosos dizem que os três comparsas não voltaram à favela. Há suspeita de que estejam mortos, mas os corpos não apareceram no Hospital Getúlio Vargas nem no Instituto Médico-Legal.
Polícia faz operação na Vila Cruzeiro e apreende metralhadora antiaérea, que também eperfura blindagem do Caveirão da PM
Vânia Cunha
Rio - Numa ação calculada e precisa, 25 policiais do 16º BPM (Olaria) entraram, na madrugada de sábado, na Favela Vila Cruzeiro, no Complexo da Penha, e apreenderam o armamento mais ‘estimado’ pelos traficantes da região: a metralhadora antiaérea ponto 30. A arma — capaz de derrubar aeronaves e perfurar até três centímetros da blindagem do Caveirão da PM — foi encontrada pouco depois que três bandidos foram baleados no confronto. Há suspeita de que um deles, identificado como Branquinho, tenha matado um policial do Batalhão de Operações Especiais (Bope) durante operação no dia 1º de maio.
A ação foi realizada depois de vários monitoramentos sobre os traficantes. Os PMs descobriram o local onde o bando se reunia para embalar drogas e, pouco depois das 2h, subiram a favela a pé. “Saímos escondidos do batalhão, sem o blindado, para não chamar a atenção dos bandidos”, contou um tenente, um dos sete oficiais que trocaram a folga de sábado para participar da operação, que durou quase quatro horas.
Depois de intenso confronto, os criminosos deixaram a metralhadora e oito quilos de pasta de cocaína numa casa e fugiram.
Além do gerente das bocas-de-fumo Branquinho, também estariam feridos bandidos identificados como Tunga e Morcego. A polícia interceptou conversa por radiotransmissor, em que criminosos dizem que os três comparsas não voltaram à favela. Há suspeita de que estejam mortos, mas os corpos não apareceram no Hospital Getúlio Vargas nem no Instituto Médico-Legal.