OMC discute novas regras para educação
Quatro propostas sobre regras de educação prometem esquentar ainda mais as discussões na OMC (Organização Mundial do Comércio). Os Estados Unidos, o Japão, a Austrália e a Nova Zelândia querem quebrar as normas existentes hoje. A idéia é que os serviços de ensino sejam comercializados livremente, facilitando operações como a atuação de grupos educacionais estrangeiros e a aprovação de cursos a distância, o que pode alterar leis nacionais.
A mudança atingiria diversos níveis, desde treinamento profissional até cursos de graduação e pós. Os quatro países têm interesse no assunto porque exportam tecnologia de educação.
As propostas já foram entregues aos 140 países-membros da OMC, mas ainda não há prazo para a decisão. A organização, que serve de foro para negociações de regras do comércio internacional, possui um sistema para a solução de controvérsias entre os países.
A OMC, por exemplo, pode concluir que a LDB (Lei de Diretrizes e Bases), que rege as instituições de ensino brasileiras, dificulta a instalação de empresas estrangeiras no país. Nesse caso, o Congresso seria pressionado a mudar a legislação.
O negócio da educação é importante item para a economia da Austrália e da Nova Zelândia, afirma Antonio Carlos Manfredini, professor de economia da FGV-Eaesp (Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas).
Na pauta de exportação de serviços, a educação corresponde ao terceiro produto de maior relevância da Austrália, segundo dados da OECD (Organização para a Cooperação Econômica e Desenvolvimento). Em 2001, o país faturou cerca de US$ 2,5 bilhões.
O Japão, segundo Yuichi Tsukamoto, conselheiro em gestão estratégica e professor de MBA de marketing internacional, poderia estar pensando em uma ação estratégica. O país enfrenta dificuldades para exportar serviços de educação devido à língua. Um de seus principais produtos é a tecnologia de informação.
Quatro propostas sobre regras de educação prometem esquentar ainda mais as discussões na OMC (Organização Mundial do Comércio). Os Estados Unidos, o Japão, a Austrália e a Nova Zelândia querem quebrar as normas existentes hoje. A idéia é que os serviços de ensino sejam comercializados livremente, facilitando operações como a atuação de grupos educacionais estrangeiros e a aprovação de cursos a distância, o que pode alterar leis nacionais.
A mudança atingiria diversos níveis, desde treinamento profissional até cursos de graduação e pós. Os quatro países têm interesse no assunto porque exportam tecnologia de educação.
As propostas já foram entregues aos 140 países-membros da OMC, mas ainda não há prazo para a decisão. A organização, que serve de foro para negociações de regras do comércio internacional, possui um sistema para a solução de controvérsias entre os países.
A OMC, por exemplo, pode concluir que a LDB (Lei de Diretrizes e Bases), que rege as instituições de ensino brasileiras, dificulta a instalação de empresas estrangeiras no país. Nesse caso, o Congresso seria pressionado a mudar a legislação.
O negócio da educação é importante item para a economia da Austrália e da Nova Zelândia, afirma Antonio Carlos Manfredini, professor de economia da FGV-Eaesp (Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas).
Na pauta de exportação de serviços, a educação corresponde ao terceiro produto de maior relevância da Austrália, segundo dados da OECD (Organização para a Cooperação Econômica e Desenvolvimento). Em 2001, o país faturou cerca de US$ 2,5 bilhões.
O Japão, segundo Yuichi Tsukamoto, conselheiro em gestão estratégica e professor de MBA de marketing internacional, poderia estar pensando em uma ação estratégica. O país enfrenta dificuldades para exportar serviços de educação devido à língua. Um de seus principais produtos é a tecnologia de informação.