28 de junho de 2007 - 20:36
Suprema Corte dos EUA rejeita cota racial em escolas
Dividida, Corte derruba planos de admissão de escolas públicas de dois estados
Agências internacionais
WASHINGTON - Dividida, a Suprema Corte dos Estados Unidos rejeitou nesta quinta-feira planos de cota racial em escolas públicas. Por 5 votos a 4, a Corte entendeu que distinção por raça não pode ser fator de exclusão para a admissão de crianças, derrubando projetos de escolas públicas em Seattle, no Estado de Washington, e Louisville, no Kentucky, concluindo que elas se apoiavam em usos inconstitucionais de critério racial.
Planos similares já em vigência ou sendo propostos por todo o país correm sério risco com a aprovação desta quinta, que deve limitar o poder dos governos locais.
A decisão, uma das mais importantes em anos envolvendo quesitos raciais e educação, não elimina inteiramente a etnia como fator de aceitação de estudantes em diferentes escolas, afirmou Anthony Kennedy, integrante da Corte. Mas ela deve obrigar muitos estados a rever seus programas vigentes.
Suprema Corte dos EUA rejeita cota racial em escolas
Dividida, Corte derruba planos de admissão de escolas públicas de dois estados
Agências internacionais
WASHINGTON - Dividida, a Suprema Corte dos Estados Unidos rejeitou nesta quinta-feira planos de cota racial em escolas públicas. Por 5 votos a 4, a Corte entendeu que distinção por raça não pode ser fator de exclusão para a admissão de crianças, derrubando projetos de escolas públicas em Seattle, no Estado de Washington, e Louisville, no Kentucky, concluindo que elas se apoiavam em usos inconstitucionais de critério racial.
Planos similares já em vigência ou sendo propostos por todo o país correm sério risco com a aprovação desta quinta, que deve limitar o poder dos governos locais.
A decisão, uma das mais importantes em anos envolvendo quesitos raciais e educação, não elimina inteiramente a etnia como fator de aceitação de estudantes em diferentes escolas, afirmou Anthony Kennedy, integrante da Corte. Mas ela deve obrigar muitos estados a rever seus programas vigentes.