Uma notícia grave para Israel e para todas as pessoas preocupadas com os direitos humanos no mundo não circulou imprensa, apesar de divulgada pelas agências de notícias internacionais.
Na seção de 11 a 18 de junho, o Conselho de Direitos Humanos da ONU, sediado em Genebra e criado há pouco mais de um ano para substituir a falida Comissão de Direitos Humanos da ONU, tomou graves decisões em relação à forma como o mundo é visto.
Ao ser extinta a Comissão, parecia que a ONU iria tomar uma lufada de ar fresco, mas ficou com seus fumos estagnados. Os 47 membros do Conselho decidiram que Israel vai ficar sob observação constante pela “violação dos direitos humanos palestinos”, enquanto os observadores da ONU serão retirados da Bielorrussia e Cuba.
Darfur, Sudão, Chechênia, Zimbabwe, Irã, Venezuela e China são apenas alguns dos lugares onde este Conselho de Direitos Humanos não vê necessidade de atuar. A decisão altamente politizada e tendenciosa só não teve apoio do Canadá.
É óbvio que nenhuma condenação ao terrorismo internacional foi feita, como se os atentados terroristas não violassem os direitos humanos das vítimas!
É fácil ver para onde pende a espada cega da justiça neste caso: a Líbia foi eleita para presidir a comissão anti-racismo do Conselho em 2009... O prêmio anual Muamar Kadafi dos Direitos Humanos, premiaçãozinha interna da Líbia, foi entregue, em 2002, ao “grande benfeitor da humanidade e batalhador pelos direitos de todas as pessoas”, o revisionista do Holocausto francês Roger Garaudy, um dos pais dos textos anti-semitas modernos que circulam em todas as línguas, persona gratíssima no Irã. Essa opção pela Líbia vai contra as determinações da Assembléia Geral para o combate ao revisionismo do Holocausto em todos os países.
Entre os países integrantes do Conselho e que votaram a favor está o Brasil. Estes são os membros do Conselho e para que não reste dúvida sobre a gravidade das decisões, marcamos os países que, teoricamente, não deveriam acompanhar o voto árabe.
Na seção de 11 a 18 de junho, o Conselho de Direitos Humanos da ONU, sediado em Genebra e criado há pouco mais de um ano para substituir a falida Comissão de Direitos Humanos da ONU, tomou graves decisões em relação à forma como o mundo é visto.
Ao ser extinta a Comissão, parecia que a ONU iria tomar uma lufada de ar fresco, mas ficou com seus fumos estagnados. Os 47 membros do Conselho decidiram que Israel vai ficar sob observação constante pela “violação dos direitos humanos palestinos”, enquanto os observadores da ONU serão retirados da Bielorrussia e Cuba.
Darfur, Sudão, Chechênia, Zimbabwe, Irã, Venezuela e China são apenas alguns dos lugares onde este Conselho de Direitos Humanos não vê necessidade de atuar. A decisão altamente politizada e tendenciosa só não teve apoio do Canadá.
É óbvio que nenhuma condenação ao terrorismo internacional foi feita, como se os atentados terroristas não violassem os direitos humanos das vítimas!
É fácil ver para onde pende a espada cega da justiça neste caso: a Líbia foi eleita para presidir a comissão anti-racismo do Conselho em 2009... O prêmio anual Muamar Kadafi dos Direitos Humanos, premiaçãozinha interna da Líbia, foi entregue, em 2002, ao “grande benfeitor da humanidade e batalhador pelos direitos de todas as pessoas”, o revisionista do Holocausto francês Roger Garaudy, um dos pais dos textos anti-semitas modernos que circulam em todas as línguas, persona gratíssima no Irã. Essa opção pela Líbia vai contra as determinações da Assembléia Geral para o combate ao revisionismo do Holocausto em todos os países.
Entre os países integrantes do Conselho e que votaram a favor está o Brasil. Estes são os membros do Conselho e para que não reste dúvida sobre a gravidade das decisões, marcamos os países que, teoricamente, não deveriam acompanhar o voto árabe.