O site da UNE apresenta o perfil da sua nova presidente, Lúcia Stumpf, uma gaúcha de 25 anos.
O interessante é a maneira pelo qual o site apresentava sua nova presidente até ontem (11), mas que foi retirado do ar, colocando uma nova apresentação no link do artigo.
A UNE se referia a Lúcia em sua página principal como: “Lúcia escapa completamente do estereótipo do militante. Ela não é "bicho grilo" e seu cantor predileto não é Geraldo Vandré, tampouco Chico Buarque. Além de jovem, bem articulada e bonita, tem atitude e um visual ousado até mesmo para os mais descolados.”.
Alguém trocou essa mensagem (que está inserida no artigo) por algo mais brando. Mas é interessante como a própria instituição UNE consegue ver em Lúcia apenas suas qualidades físicas. Será que esta estudante que bradou contra os gritos de “gostosa” não tem nada a nos oferecer além de sua bela aparência física? Tem sim, e é isso que vamos mostrar.
O mesmo artigo nos dá um perfil bastante completo das atividades da nova presidente: “Ex-diretora de comunicação e relações internacionais da entidade, ela acumulou força política e ganhou reconhecimento a partir da sua destacada atuação representando a UNE na Coordenação dos Movimentos Sociais (CMS). O musculoso fórum de entidades populares reúne as principais siglas do movimento social brasileiro, como MST, CUT e um grande número de sindicatos e entidades do movimento negro, de moradia, mulheres, entre outros.”
Como podemos ver, Lúcia é uma militante ativa, apesar de não ser um “bicho grilo”, como faz questão de nos dizer o artigo. Ela ocupava seu tempo na Coordenação dos Movimentos Sociais (CMS).
Andei dando uma olhada na proposta de ação dessa CMS e achei algo interessante: “Educação que prepare cidadãos - e não meros reprodutores do sistema capitalista - capazes de assumir o desafio da construção da Nação brasileira.”. Além de muitas outras coisas. Mas pego esse trecho por ele ser bem explicativo a respeito dos objetivos educacionais dessa Coordenação.
O interessante é a maneira pelo qual o site apresentava sua nova presidente até ontem (11), mas que foi retirado do ar, colocando uma nova apresentação no link do artigo.
A UNE se referia a Lúcia em sua página principal como: “Lúcia escapa completamente do estereótipo do militante. Ela não é "bicho grilo" e seu cantor predileto não é Geraldo Vandré, tampouco Chico Buarque. Além de jovem, bem articulada e bonita, tem atitude e um visual ousado até mesmo para os mais descolados.”.
Alguém trocou essa mensagem (que está inserida no artigo) por algo mais brando. Mas é interessante como a própria instituição UNE consegue ver em Lúcia apenas suas qualidades físicas. Será que esta estudante que bradou contra os gritos de “gostosa” não tem nada a nos oferecer além de sua bela aparência física? Tem sim, e é isso que vamos mostrar.
O mesmo artigo nos dá um perfil bastante completo das atividades da nova presidente: “Ex-diretora de comunicação e relações internacionais da entidade, ela acumulou força política e ganhou reconhecimento a partir da sua destacada atuação representando a UNE na Coordenação dos Movimentos Sociais (CMS). O musculoso fórum de entidades populares reúne as principais siglas do movimento social brasileiro, como MST, CUT e um grande número de sindicatos e entidades do movimento negro, de moradia, mulheres, entre outros.”
Como podemos ver, Lúcia é uma militante ativa, apesar de não ser um “bicho grilo”, como faz questão de nos dizer o artigo. Ela ocupava seu tempo na Coordenação dos Movimentos Sociais (CMS).
Andei dando uma olhada na proposta de ação dessa CMS e achei algo interessante: “Educação que prepare cidadãos - e não meros reprodutores do sistema capitalista - capazes de assumir o desafio da construção da Nação brasileira.”. Além de muitas outras coisas. Mas pego esse trecho por ele ser bem explicativo a respeito dos objetivos educacionais dessa Coordenação.