Eu juro que tentei. Por mais que as vaias tenham me agradado, eu juro que tentei ficar longe deste assunto. Todos já sabiam o que iria acontecer, Lula iria se fazer de vítima e todos começariam a procurar da onde haviam saído as “injustas vaias”. Até aí tudo bem, o que me incomoda é os petistas acharem que o povo é burro, que são todos do mesmo “tipinho” que eles.
Desde ontem começaram a aparecer vários jornalistas e amadores “desmascarando” a “fraude” das vaias no Maracanã. O que eu me pergunto é: qual fraude? Vou me ater apenas ao blog do Paulo Henrique Amorim, por ser o jornalista de maior relevância que deu atenção à suposta fraude.
Ele apresenta alguns argumentos divulgados pelo blog “http://cidadania.com/” - que eu nunca ouvi falar -, vamos aos seus argumentos.
O blog afirma que há indícios que o prefeito Cesar Maia (DEM) promoveu uma ampla distribuição dos ingressos de R$20,00 para funcionários aos quais ele exerce poder de coação, fazendo com que a população mais pobre não tivesse acesso à abertura dos jogos.
Bom, eu não sei em que sentido eles usam a palavra “coação” nesse argumento, eu apenas comento os fatos. Primeiro, isso é apenas uma suposição. Não se sabe se o prefeito Cesar Maia realmente distribuiu esses ingressos, tão pouco se sabe - caso ele realmente tenha feito a distribuição - se ele adquiriu esses ingressos de forma ilícita. Mas realmente cabe uma investigação nesse caso. Se ele pagou do próprio bolso, seria uma atitude condenável moralmente, mas nem de longe é um crime, visto que os ingressos estavam disponíveis à população de um modo geral.
Eles também levantam a hipótese de que houve uma saída de diversos ônibus da prefeitura em direção ao Maracanã, ocupados por esses servidores a quem Maia supostamente entregou os ingressos.
Humrum, e daí? Há algum mal em sair um grupo da prefeitura? Por acaso lá não é um espaço público? Reafirmo: Só há algum crime se Maia tiver se apoderado dos ingressos de forma ilícita.
Por último aquele vídeo dos ensaios das vaias.
Desde ontem começaram a aparecer vários jornalistas e amadores “desmascarando” a “fraude” das vaias no Maracanã. O que eu me pergunto é: qual fraude? Vou me ater apenas ao blog do Paulo Henrique Amorim, por ser o jornalista de maior relevância que deu atenção à suposta fraude.
Ele apresenta alguns argumentos divulgados pelo blog “http://cidadania.com/” - que eu nunca ouvi falar -, vamos aos seus argumentos.
O blog afirma que há indícios que o prefeito Cesar Maia (DEM) promoveu uma ampla distribuição dos ingressos de R$20,00 para funcionários aos quais ele exerce poder de coação, fazendo com que a população mais pobre não tivesse acesso à abertura dos jogos.
Bom, eu não sei em que sentido eles usam a palavra “coação” nesse argumento, eu apenas comento os fatos. Primeiro, isso é apenas uma suposição. Não se sabe se o prefeito Cesar Maia realmente distribuiu esses ingressos, tão pouco se sabe - caso ele realmente tenha feito a distribuição - se ele adquiriu esses ingressos de forma ilícita. Mas realmente cabe uma investigação nesse caso. Se ele pagou do próprio bolso, seria uma atitude condenável moralmente, mas nem de longe é um crime, visto que os ingressos estavam disponíveis à população de um modo geral.
Eles também levantam a hipótese de que houve uma saída de diversos ônibus da prefeitura em direção ao Maracanã, ocupados por esses servidores a quem Maia supostamente entregou os ingressos.
Humrum, e daí? Há algum mal em sair um grupo da prefeitura? Por acaso lá não é um espaço público? Reafirmo: Só há algum crime se Maia tiver se apoderado dos ingressos de forma ilícita.
Por último aquele vídeo dos ensaios das vaias.