Gostaria colocar em debate as idéias e a importância dos intelectuais franceses chamados de neo-reacionários, entre os quais se destaca André Glucksmann. Acho animador que na França tenha vencido o Sarkozy e estejam aparecendo intelectuais conservadores, chamados neo-reac, uma espécie de versão francesa dos neo-con americanos.
A Folha de São Paulo entrevistou Glucksmann esses dias, gostei de ele dizer que o anti-americanismo é a religião dos imbecis, bater duro no totalitarismo comunista, etc. Suas palavras são uma vigorosa defesa da liberdade
Um link que reproduz a entrevista é:
http://www.brunogarschagen.com/2007/07/14/maio-de-68…a-da-franca/
Essa influência reacionária francesa logo chegará aqui também.
No artigo de hoje Le Pen volta a denunciar a manobra de aprovar a constituição Européia via Assembléia Nacional.
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mardi 17 juillet 2007
L’aveu de Valéry Giscard d’Estaing
Communiqué de presse de Jean-Marie LE PEN
Valéry Giscard d’Estaing se félicite que la substance de la Constitution européenne soit préservée dans le nouveau traité européen. Selon lui, les modifications « limitées » apportées au texte initial ont été décidées pour « effacer l’image » de la Constitution dans l’esprit des gens, et pour « en faciliter l’approbation ici et là ».
C’est le père de la Constitution européenne lui-même qui souligne l’arnaque : les Français ont rejeté cette Constitution, on la leur fera approuver en abandonnant le mot et en modifiant quelques articles.
Il ne s’agissait donc que de berner les citoyens.
Cet aveu rend encore plus nécessaire l’organisation d’un référendum. Ce n’est pas au Parlement d’avaliser l’arnaque. Les Français doivent savoir de quoi il retourne et se prononcer en connaissance de cause.
não consegui copiar o link , mas onde ele quer chegar eu não entendi. Reclama de que o governo tentou usar palavras doces contra os que queimaram carros.... Ou seja, o governo de direita da França é politicamente correto... é bonzinho para infratores.
E depois, o que fazer? Isso é ser reacionário?
Muito legal a entrevista! Como o autor do blog, apenas discordo do fato de Glucksmann não considerar Stálin, Fidel e derivados de esquerda.
A propósito, sua posição é típica dos franceses: Glucksmann demonstra ter orgulho daquilo que é democrático no sentido geral do termo, como, por exemplo, ao citar o governo Sarkozy e elogiá-lo por ter feito um acordo com o presidente socialista e admirá-lo por ter três ministras imigrantes. Isso me pareceu politicamente correto. Herança da Revolução de 1789.
Mas, como disse, gostei da entrevista. A França precisa de gente assim.
link:
EM RESUMO.. A CULPA NÃO É DOS IMIGRANTES... A FRANÇA JÁ ESTAVA DIVIDIDA ANTES... DIVIDIDA NO QUE ? ELE NÃO DIZ... QUE FRANÇA? NÃO HÁ MAIS AUTONOMIA... VÃO BRIGAR SOBRE O QUE.. E QUEM CONTRA QUEM, SE AS DECISÕES VEM DE BRUXELAS...
---Quand les experts auscultent les "échecs" des "modèles" français ou américain, ils mesurent une dure réalité à l'aune d'une intégration idéale qui n'a lieu nulle part. On rêve d'absorber des éléments extérieurs en les diluant dans une communauté nationale harmonieuse et pacifiée. Tel ne fut jamais le cas.
Les immigrants s'intégraient dans la douleur et dans le drame, lorsque les conflits qui divisaient la France devenaient les leurs. Les immigrants n'entraient pas dans une cité consensuelle et paradisiaque, mais toujours divisée.
Ils se révélaient français à part entière en prenant parti pour un camp contre un autre, quitte à se faire agonir comme "étrangers".--
Acho que é politicamente correto, mas no sentido em que é uma atitute certa de Sarko, principalmente ao incluir imigrantes a direita não pode ser dar ao luxo da alienar aliados que compartilham seu pensamento por serem imigrantes, alias não é a imigração por si o problema, o problema é a imigração que não se adpta ao país, agora os que aprendem a língua e trabalham não podem ser penalizados, em especial se estão legalmente no país.
Sonha com uma França somente branca é tolice...
politicamente corretos?
Ou estou enganada.
O que este cidadão traz de novo?
Pelo que entendi do artigo que li no MONDE, este André não gostou das palavras doces que o governo usou para se referir aos incendiários..
Palavras doces são de politicamente corretos.
E são inaceitáveis.
O que não entendo é , (ele não diz) Qual é o problema da França, então? Também não dá solução. O que divide a França , então, na opinião dele, afinal?