saber que os esquerdistas usam dos artificios mais sutis pra enganar as pessoas, através de discursos sedutores( tentando simplificar o complexo e tornar complexo o simles) é um bom começo.Quem acredita em algumas premissas deles, como por exemplo a questão do aborto não pode se dizer de direita
O que siginifica ser de direita
Ser de direita é ser correto.
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Ser de direita é não ser de esquerda. A definição de direita é negativa.
gosto da definição do A.S.S., engraçadíssima (deve ser a décima vez que cito o blog dele aqui):
Conservadorismo e Moda
Ouço sempre as pessoas falarem, com todo o desprezo que gostam de afetar por modas, que "agora é moda ser conservador". Mas, escuta, não é uma moda - é justamente uma reação contra modas. Ser conservador era o normal na história da humanidade, até que certas modas ridículas e meio bregas – como o socialismo e o casamento aberto – aparecessem. Agora que muitas das modas ridículas dos últimos dois séculos passaram, não se pode chamar esse simples passamento das modas de moda; como se, por exemplo, não usar em 2005 o penteado colméia dos anos sessenta fosse uma moda, e não o simples final de uma moda, o retorno ao que havia antes da moda - e ao natural do cabelo humano.
Imagine, por exemplo, que durante o final dos anos 90 tivesse sido moda ir pra rua usando uma chaleira no alto da cabeça. A moda passou, e agora dois sujeitos com chaleiras na cabeça, sentados num murinho, ficam ridicularizando as pessoas que passam na rua calmamente cuidando de suas vidas, sem chaleiras na cabeça. “Oh, a moda agora é não usar chaleira na cabeça...”. “Não estamos na moda, Sr. Alvarenga”. “Olha, tudo sem chaleira na cabeça... Que chique.” “Oh, fazem tu-do o que está na moda, Sr. Alvarenga”. “O próximo passo é ninguém usar língua-de-sogra enfiada no nariz, Sr. Petronilha.” "Acha mesmo que as pessoas seriam tão ridículas, Sr. Alvarenga?" “Oh, sim - a moda agora é essa...”
Ser de direita é não ser de esquerda. A definição de direita é negativa.
gosto da definição do A.S.S., engraçadíssima (deve ser a décima vez que cito o blog dele aqui):
Conservadorismo e Moda
Ouço sempre as pessoas falarem, com todo o desprezo que gostam de afetar por modas, que "agora é moda ser conservador". Mas, escuta, não é uma moda - é justamente uma reação contra modas. Ser conservador era o normal na história da humanidade, até que certas modas ridículas e meio bregas – como o socialismo e o casamento aberto – aparecessem. Agora que muitas das modas ridículas dos últimos dois séculos passaram, não se pode chamar esse simples passamento das modas de moda; como se, por exemplo, não usar em 2005 o penteado colméia dos anos sessenta fosse uma moda, e não o simples final de uma moda, o retorno ao que havia antes da moda - e ao natural do cabelo humano.
Imagine, por exemplo, que durante o final dos anos 90 tivesse sido moda ir pra rua usando uma chaleira no alto da cabeça. A moda passou, e agora dois sujeitos com chaleiras na cabeça, sentados num murinho, ficam ridicularizando as pessoas que passam na rua calmamente cuidando de suas vidas, sem chaleiras na cabeça. “Oh, a moda agora é não usar chaleira na cabeça...”. “Não estamos na moda, Sr. Alvarenga”. “Olha, tudo sem chaleira na cabeça... Que chique.” “Oh, fazem tu-do o que está na moda, Sr. Alvarenga”. “O próximo passo é ninguém usar língua-de-sogra enfiada no nariz, Sr. Petronilha.” "Acha mesmo que as pessoas seriam tão ridículas, Sr. Alvarenga?" “Oh, sim - a moda agora é essa...”
é ser governo!
[url]/Community.aspx?cmm=32234383[/url]
Essa comunidade foi eu que criei.. Também sou fã de Alessandra por causa do filme NICOLAS E ALESSANDRA.. Por este resumo demonstro o que eu e muitas mulheres sentimos por Leopoldina e Alessandra e , ao meu ver, por direita também.
"Em 1817, a jovem Arquiduquesa Leopoldina da Áustria, da família Habsburgo, a mais importante família da nobreza européia, desembarcava no Rio de Janeiro, onde lhe esperava o seu marido, Príncipe D. Pedro de Bragança, com quem ela havia se casado por procuração, ainda em Viena, na Áustria.
A jovem, cheia de sonhos, criada na mais completa lealdade aos ideais católicos tradicionais, abominando as heresias e a crueldade e anti-religião da Revolução Francesa que havia assassinado sua tia RAINHA MARIA ANTONIETA.
Sabia que, além do amor que já sentia pelo jovem português, teria uma missão a cumprir no Brasil: civilizar aquela terra inculta e impedir aqui uma terrível revolução como a francesa.
D. Leopoldina sofreu muito no Brasil pela incultura e incompreensão, mas nunca perdeu a Fé e Esperança em Deus.
Escreveu cartas maravilhosas e cheias de amor pela irmã, a Imperatriz Maria Luisa.
Deus Salve essa grande mãe dos brasileiros."""
Essa comunidade foi eu que criei.. Também sou fã de Alessandra por causa do filme NICOLAS E ALESSANDRA.. Por este resumo demonstro o que eu e muitas mulheres sentimos por Leopoldina e Alessandra e , ao meu ver, por direita também.
"Em 1817, a jovem Arquiduquesa Leopoldina da Áustria, da família Habsburgo, a mais importante família da nobreza européia, desembarcava no Rio de Janeiro, onde lhe esperava o seu marido, Príncipe D. Pedro de Bragança, com quem ela havia se casado por procuração, ainda em Viena, na Áustria.
A jovem, cheia de sonhos, criada na mais completa lealdade aos ideais católicos tradicionais, abominando as heresias e a crueldade e anti-religião da Revolução Francesa que havia assassinado sua tia RAINHA MARIA ANTONIETA.
Sabia que, além do amor que já sentia pelo jovem português, teria uma missão a cumprir no Brasil: civilizar aquela terra inculta e impedir aqui uma terrível revolução como a francesa.
D. Leopoldina sofreu muito no Brasil pela incultura e incompreensão, mas nunca perdeu a Fé e Esperança em Deus.
Escreveu cartas maravilhosas e cheias de amor pela irmã, a Imperatriz Maria Luisa.
Deus Salve essa grande mãe dos brasileiros."""
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Nossa! quantos anos tu tens, "massa sofrida"??
Nossa! quantos anos tu tens, "massa sofrida"??
Ser de direita, segundo Paulo Ghiraldeli, é ter obsessão por bundas alheias... (independentemente do fato de ele mesmo ter exposto a própria bunda aos alheios...)
Massa Sofrida,
Inevitavelmente a definição de um objeto fluido e histórico como são as correntes políticas cairá em alguma unilateralidade. Mas penso ser a definição de Olavo bastante abrangente e exata. Falando em "direita", todos queremos, naturalmente, excluir a esquerda disso e ao mesmo tempo terminar com a sem-vergonhice das definições pejorativas, tipo "direita é quem deseja o mal para os pobrezinhos. Esquerda é quem tem bom coração". Se você se lembra das célebres definições de direita-esquerda do Emir dos Crentes você me entenderá bem. A definição de Olavo evita esses dois inconvenientes com a vantagem adicional de restringir o objeto o suficiente para incluir tudo o que normalmente denominamos "direita" e excluir fenômenos como o nazismo, a teocracia, a monarquia absolutista, o anarquismo, etc.
Definir é levantar uns quantos traços, umas quantas propriedades comuns, e somente o conjunto das propriedades pode incluir o objeto que se busca definir.
Se pertencer a direita fosse apenas advogar uma "educação clássica", Aristóteles seria o maior pensador da direita e se fosse pela base "judaico-cristã", Agostinho seria o diretor do Kirk Center e Jesus Cristo o próximo candidato a presidência pelo Partido Republicano. Como você pode ver pela brincadeira, falar em "direita" tão amplamente não só é um simples erro histórico, mas também leva a inevitáveis paradoxos cômicos. Por isso a definição deve reunir todas as propriedades comuns. Então teremos o que razoavelmente é denominado um "direitista". Um abraço.
Inevitavelmente a definição de um objeto fluido e histórico como são as correntes políticas cairá em alguma unilateralidade. Mas penso ser a definição de Olavo bastante abrangente e exata. Falando em "direita", todos queremos, naturalmente, excluir a esquerda disso e ao mesmo tempo terminar com a sem-vergonhice das definições pejorativas, tipo "direita é quem deseja o mal para os pobrezinhos. Esquerda é quem tem bom coração". Se você se lembra das célebres definições de direita-esquerda do Emir dos Crentes você me entenderá bem. A definição de Olavo evita esses dois inconvenientes com a vantagem adicional de restringir o objeto o suficiente para incluir tudo o que normalmente denominamos "direita" e excluir fenômenos como o nazismo, a teocracia, a monarquia absolutista, o anarquismo, etc.
Definir é levantar uns quantos traços, umas quantas propriedades comuns, e somente o conjunto das propriedades pode incluir o objeto que se busca definir.
Se pertencer a direita fosse apenas advogar uma "educação clássica", Aristóteles seria o maior pensador da direita e se fosse pela base "judaico-cristã", Agostinho seria o diretor do Kirk Center e Jesus Cristo o próximo candidato a presidência pelo Partido Republicano. Como você pode ver pela brincadeira, falar em "direita" tão amplamente não só é um simples erro histórico, mas também leva a inevitáveis paradoxos cômicos. Por isso a definição deve reunir todas as propriedades comuns. Então teremos o que razoavelmente é denominado um "direitista". Um abraço.