Eu desisti. É impossível levar o Brasil a sério, o máximo que se pode fazer é ignora-lo, ou melhor ainda, rir dele. Não há melhor programa humorístico do que ver as trapalhadas do governo em pleno horário nobre.
Para quem não tem gosto por humor pastelão só resta uma saída: “Brasil: ria ou deixe-o”.
A seriedade não tem vez por aqui, isso de coerência e capacidade administrativa não combina com samba e carnaval.
Já até pensei em fugir do país, mas quem se arriscaria a utilizar os aeroportos? Isso até explicaria o esforço dos governistas para ignorar o caos aéreo que o Brasil vive há já dez meses, é uma forma de nos manter presos aqui. Sortudos são os cubanos que ainda podem fugir, podem se lançar ao mar em um fusca adaptado.
Os seguidores do grande irmão Lula já nos deram o recado: aqui é “top, top, top”. Isso de decoro só vale para nós, meros “proles”. Marco Aurélio Garcia é uma espécie de Dercy Gonçalves do lulismo, o seu melhor só vem a tona na espontaneidade.
Mas esse programa não se restringe apenas a imagens capitadas furtivamente no Palácio do Planalto. O melhor acontece em plena luz do dia, com toda pompa disponível. Foram condecorados os diretores da Anac com a medalha do mérito Santos Dumont. Aqui tem humor para todas as vertentes, inclusive o humor-negro.
Só em um país que não se leva a sério, os diretores da Agencia Nacional de Aviação Civil receberiam medalhas de mérito três dias após o seu maior acidente da história, dez meses após o segundo maior.
Diz o governo que a medalha é destinada aos civis e militares pelos serviços prestados à Aeronáutica. Creio que algumas famílias não aprovariam esses serviços.
Há também o caso das “caixas-pretas”, ele exemplifica bem o esmero com qual o governo lida com o acidente. A Aeronáutica mandou o que ela acreditava ser as duas “caixas-pretas” do avião para um laboratório nos EUA, chegando lá os especialistas descobriram que apenas uma era realmente uma “caixa-preta”, a outra – creio eu – deva ser algum destroço do avião.
Para quem não tem gosto por humor pastelão só resta uma saída: “Brasil: ria ou deixe-o”.
A seriedade não tem vez por aqui, isso de coerência e capacidade administrativa não combina com samba e carnaval.
Já até pensei em fugir do país, mas quem se arriscaria a utilizar os aeroportos? Isso até explicaria o esforço dos governistas para ignorar o caos aéreo que o Brasil vive há já dez meses, é uma forma de nos manter presos aqui. Sortudos são os cubanos que ainda podem fugir, podem se lançar ao mar em um fusca adaptado.
Os seguidores do grande irmão Lula já nos deram o recado: aqui é “top, top, top”. Isso de decoro só vale para nós, meros “proles”. Marco Aurélio Garcia é uma espécie de Dercy Gonçalves do lulismo, o seu melhor só vem a tona na espontaneidade.
Mas esse programa não se restringe apenas a imagens capitadas furtivamente no Palácio do Planalto. O melhor acontece em plena luz do dia, com toda pompa disponível. Foram condecorados os diretores da Anac com a medalha do mérito Santos Dumont. Aqui tem humor para todas as vertentes, inclusive o humor-negro.
Só em um país que não se leva a sério, os diretores da Agencia Nacional de Aviação Civil receberiam medalhas de mérito três dias após o seu maior acidente da história, dez meses após o segundo maior.
Diz o governo que a medalha é destinada aos civis e militares pelos serviços prestados à Aeronáutica. Creio que algumas famílias não aprovariam esses serviços.
Há também o caso das “caixas-pretas”, ele exemplifica bem o esmero com qual o governo lida com o acidente. A Aeronáutica mandou o que ela acreditava ser as duas “caixas-pretas” do avião para um laboratório nos EUA, chegando lá os especialistas descobriram que apenas uma era realmente uma “caixa-preta”, a outra – creio eu – deva ser algum destroço do avião.