Chavéz disse no último domingo (22), em seu programa “Alô, presidente”, que irá expulsar estrangeiros que falem mal do seu governo.
Hugo Chavéz abordou o tema após o presidente da Organização Democrata Cristã da América (ODCA), Manuel Espino, declarar, em Caracas, que o governo da Venezuela é um exemplo dá "tendência demagógica, populista e autoritária que atenta contra as liberdades e direitos fundamentais dos cidadãos".
Manuel Espino cometeu um erro grave, disse ao povo venezuelano o óbvio: Chavéz é um tirano.
Como todo ditador, Hugo Chávez é avesso às críticas, sejam elas internas ou externas. O fim da liberdade de expressão é um ponto fundamental para qualquer um que queira se perpetuar no poder. A receita é velha e conhecida, inclusive por nós, brasileiros.
Qual é a novidade na atitude do presidente, então? O primeiro ataque aberto às células religiosas. Chavéz é um ditador esquerdista, para qualquer ditador esquerdista a idéia cristã de livre arbítrio é uma ameaça constante ao poder.
Os próximos movimentos do governo venezuelano já são previsíveis, perseguição e a proibição de reuniões religiosas, principalmente cristãs, estas, grandes ameaças à revolução. Algo que já ocorre em abundancia na Ilha de Fidel Castro, que é um espelho fiel do que ocorreu na antiga URSS.
Também em seu programa, Hugo Chavéz negou o fim de limite de mandato para cargos inferiores, como prefeitos e governadores.
O limite de mandatos para cargos inferiores, em um primeiro momento, pode até parecer um resquício de democracia na Venezuela, o que de fato não é verdade. Chavéz adotou a mesma medida que todos os ditadores tomaram através da história, a centralização do poder.
Seria muito ameaçador para os interesses do presidente, se outro político adquirisse poderes e popularidade junto ao povo venezuelano. A perpetuação de um governador poderia, a médio e longo prazo, criar um oponente a altura do tirano, que hoje detém o poder judiciário e 100 por cento das cadeiras legislativas.
Hugo Chavéz abordou o tema após o presidente da Organização Democrata Cristã da América (ODCA), Manuel Espino, declarar, em Caracas, que o governo da Venezuela é um exemplo dá "tendência demagógica, populista e autoritária que atenta contra as liberdades e direitos fundamentais dos cidadãos".
Manuel Espino cometeu um erro grave, disse ao povo venezuelano o óbvio: Chavéz é um tirano.
Como todo ditador, Hugo Chávez é avesso às críticas, sejam elas internas ou externas. O fim da liberdade de expressão é um ponto fundamental para qualquer um que queira se perpetuar no poder. A receita é velha e conhecida, inclusive por nós, brasileiros.
Qual é a novidade na atitude do presidente, então? O primeiro ataque aberto às células religiosas. Chavéz é um ditador esquerdista, para qualquer ditador esquerdista a idéia cristã de livre arbítrio é uma ameaça constante ao poder.
Os próximos movimentos do governo venezuelano já são previsíveis, perseguição e a proibição de reuniões religiosas, principalmente cristãs, estas, grandes ameaças à revolução. Algo que já ocorre em abundancia na Ilha de Fidel Castro, que é um espelho fiel do que ocorreu na antiga URSS.
Também em seu programa, Hugo Chavéz negou o fim de limite de mandato para cargos inferiores, como prefeitos e governadores.
O limite de mandatos para cargos inferiores, em um primeiro momento, pode até parecer um resquício de democracia na Venezuela, o que de fato não é verdade. Chavéz adotou a mesma medida que todos os ditadores tomaram através da história, a centralização do poder.
Seria muito ameaçador para os interesses do presidente, se outro político adquirisse poderes e popularidade junto ao povo venezuelano. A perpetuação de um governador poderia, a médio e longo prazo, criar um oponente a altura do tirano, que hoje detém o poder judiciário e 100 por cento das cadeiras legislativas.