Público. Adj. 1. Do, ou relativo, ou pertencente ou destinado ao povo, à coletividade. (...) 3. Que é para o uso de todos; comum. 4. Aberto a quaisquer pessoas. (...).
Estatal. Adj. 2 g. 1. Pertencente ou relativo ao Estado [v. estado (10)].
Estado. S m. (...) 10. Dir. Nação politicamente organizada. [Neste sentido, escreve-se com inicial maiúscula.] 11. Organismo político administrativo que, como nação soberana ou divisão territorial, ocupa um território determinado, é dirigido por governo próprio e se constitui em pessoa jurídica de direito público, internacionalmente reconhecida. (...).
Dicionário Aurélio
No pensamento brasileiro persiste um percepção totalmente falsa sobre a natureza dos chamados serviços públicos e sua relação com o Estado: de que serviço “público” é sinônimo de “estatal”. O raciocínio é o seguinte: se um serviço de público for provido pela iniciativa privada, ela vai cobrar por isso, automaticamente excluindo os pobres; já o Estado, por agir em nome do interesse comum, vai prover esse mesmo serviço de forma universal, permitindo que todos se beneficiem. Qualquer um que é contra o monopólio do Estado em áreas como educação, saúde, previdência, ou saneamento básico é automaticamente acusado de elitismo, de querer deixar os pobres à míngua.
É difícil encontrar algum outro exemplo de uma soma tão grande de ignorâncias, falácias lógicas, e confusões conceituais em tão pequeno raciocínio.
O artigo completo está no http://livre-pensamento.blogspot.com/.
Estatal. Adj. 2 g. 1. Pertencente ou relativo ao Estado [v. estado (10)].
Estado. S m. (...) 10. Dir. Nação politicamente organizada. [Neste sentido, escreve-se com inicial maiúscula.] 11. Organismo político administrativo que, como nação soberana ou divisão territorial, ocupa um território determinado, é dirigido por governo próprio e se constitui em pessoa jurídica de direito público, internacionalmente reconhecida. (...).
Dicionário Aurélio
No pensamento brasileiro persiste um percepção totalmente falsa sobre a natureza dos chamados serviços públicos e sua relação com o Estado: de que serviço “público” é sinônimo de “estatal”. O raciocínio é o seguinte: se um serviço de público for provido pela iniciativa privada, ela vai cobrar por isso, automaticamente excluindo os pobres; já o Estado, por agir em nome do interesse comum, vai prover esse mesmo serviço de forma universal, permitindo que todos se beneficiem. Qualquer um que é contra o monopólio do Estado em áreas como educação, saúde, previdência, ou saneamento básico é automaticamente acusado de elitismo, de querer deixar os pobres à míngua.
É difícil encontrar algum outro exemplo de uma soma tão grande de ignorâncias, falácias lógicas, e confusões conceituais em tão pequeno raciocínio.
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