A Folha publicou, em seu caderno de opinião, um artigo da Marcia Tiburi, no qual ela prega “a legalização do aborto e o fim da mentalidade arcaica do poder masculino sobre os corpos das mulheres”.
Ela critica a falta de voz política das mulheres, deixando o “poder” de decidir sobre seu corpo aos homens, que, como todos sabem, não podem “parir”.
Até onde eu sei, as mulheres tem o direito ao voto e a se candidatar no Brasil. Acredito que ela, pelo menos nisso, não esteja acusando o “poder e a mentalidade arcaica masculina” de sabotar a participação política feminina.
A arrogância cega. Melhor, a arrogância cega, ensurdece e emburrece.
Mesmo que não carreguemos fetos na barriga, estamos habilitados ao debate. Vamos esquecer por um momento que nós somos os pais da criança, vamos jogar o jogo delas. O que as feministas se esquecem é que a relação de maternidade não se resume ao aspecto feminino. O feto, que essas senhoras carregam na barriga, pode ser um feto masculino, ou seja, o feto pode ser “eu”, o que, novamente, nos habilita para o debate.
Marcia pega pesado, ela acusa as mulheres de agirem em silêncio e de não serem donas de seus próprios corpos: “E, de fato, não o são enquanto continuam na velha economia da sedução, da prostituição, da maternidade, da vida doméstica, do voyeurismo do qual são a mercadoria.”
A autora não quer acabar só com a mentalidade arcaica masculina, ela quer acabar com qualquer resquício de feminilidade na sociedade. Utiliza de todas as armas para isso, até mesmo joga no mesmo saco-de-gatos a prostituição, a maternidade e a vida doméstica. Para a senhora Marcia, o mundo perfeito seria repleto de “machos mal acabados”, enquanto no mundo atual uma mãe de família tem o mesmo valor de uma prostituta.
O que eu posso dizer diante desses argumentos? O homem se tornou o inimigo número um. Estamos cercados. O melhor a fazer é se entregar com as mãos para cima. Todos os nossos anos de opressores acabaram, eles nos pegaram, admito. Por um lado as feministas, nos acusando de nossa mentalidade arcaica que não permite a elas o direito natural ao aborto, do outro lado os homossexuais, nos acusando de preconceituosos, de não aceitarmos que eles trabalhem em nossas empresas de mini-saia. Não há para onde fugir.
De agora em diante passaremos de opressores a oprimidos. Já posso até ver as Ongs sendo criadas em nossa defesa. Ai daquele homem que for pego utilizando de meios repressores como a lâmina de barbear. Ai daquele homem que for pego vendo uma Playboy.
De agora em diante é assim: as mulheres de terno e os homossexuais de mini-saia.
As mulheres ficarão a postos em todas as borracharias. Quando um afeminado furar o pneu elas estarão lá, prontas para trocar.
E os homens? Eles estarão por aí, em alguma área de preservação ambiental.
Diogo, também li o detestável artigo dessa idiota. Estava pensando em enviar o tal artigo para o Olavo e pedir que ele o comentasse em seu talk show. Como você já até escreveu um comentário sobre essa "peça literária", será que você não poderia enviá-la ao professor Olavo?
Um breve comentário sobre o artigo:
"E, de fato, não o são enquanto continuam na velha economia da sedução, da prostituição, da maternidade, da vida doméstica, do voyeurismo do qual são a mercadoria.”
Viram a frase acima?
Agora imaginem se fosse o Clodovil o autor.
O feminismo foi a maior desgraça que já aconteceu na história do mundo para as mulheres, pois além de querer torná-las um ser caricato dos homens, ainda quis retirar delas aquilo que elas tem de melhor, ou seja, a sua feminilidade, doçura, e vocação para ser mãe. Toda feminista é antes de mais nada uma mulher frustrada, mal-casada, geralmente de esquerda, anti-cristã, e infeliz, pois desconhecem o papel importantíssimo que DEUS reservou para elas como sendo o esteio da família, isso quer dizer: Que a mulher é fundamental para que a família seja bem estruturada emocionalmente, e espiritualmente. Mas as feministas são contra tudo isso, querendo igualar-se aos homens inclusive naquilo que os homens tem de pior, ou seja, nos seus defeitos. As feministas não são mulheres de verdade, são apenas e tão somente caricaturas ridículas do homem. As não feministas, essas sim são mulheres verdadeiras, porque compreendem seu importantíssimo papel na sociedade, e na vida do homem, e isso ao contrário do que dizem as feministas não as diminui em nada, ao contrário, as engrandece, pois sem uma verdadeira mulher ao seu lado o homem não é nada. Aliás uma das maiores armas da esquerda para desmoralizar a mulher e transformá-la em caricatura masculina, foi justamente o feminismo.
Já vi que vc não entendeu nada. A mulher não é esteio de ninguém ela é a coluna da família e pessoa essencial na formação do seu-humano, seja ele masculino ou feminino, e a função dela não é servir ao homem, mas sim estar ao lado do homem e contribuir com ele na formação e união da família. Agora se isso para vc significa a mulher não ter vida própria então azar o seu meu caro, pois para mim esse papel da mulher é importantíssimo, e fundamental. há e antes que vc pergunte esse papel da mulher não a impede em nada de tb ter uma carreira profissional sólida, e bem estruturada. Procure portanto entender melhor o significado do que é dito ok.
Eu ando feroz, graças a Deus. Deve ser efeito de passar um tempo em outras comunidades, num contato corpo-a-corpo com a imbecilidade coletiva brasileira. De lascar, irrita qualquer um.
Quer dizer então que a dona fulana aí resolveu canalhamente jogar em cima dos homens a responsabilidade por um monte de coisas, pra justificar a feitura de tudo aquilo que ela mesma, o tempo todo, está louca pra fazer.
Torpe, como sempre.
A dona fulana tá a fim de assassinar os filhos, e joga a culpa nos homens, que lhe "fizeram" esses filhos, os quais ela, a pobre imbecil retardada, nunca quis, e assim tem pleno direito de esganar, perfurar e desmembrar. A dona Fulana quer ser puta e faz a maior questão de dar pra todo o mundo, mas protesta contra os machos sem vergonha que aceitam o "domínio" de seu corpitcho "sagrado", que os ditos machos só pensam em "violar".
Nem um zilhão de sacos de vômito são suficientes.
A dona fulana quer abdicar de todas as responsabilidades inerentes à nobre condição feminina, para permanecer num limbo abjeto, onde homens são monstros (embora in-dis-pen-sá-veis instrumentos) , responsáveis por qualquer conseqüência que a imoralidade e a imbecilidade de dona fulana provoquem/consintam - e mulheres são donas de um "poder"de merda, para usar e descartar os monstros, que só servem pra isso, mesmo: pra ser usados, e pra assumir a condição de monstros, com isso livrando a cara de dona fulana em toda e qualquer circunstância.
Vocês, eu não sei.
Mas eu, por mim, acho que a dona fulana merece uns cacetes no quengo, pra aprender a se comportar.
Em nome dos homens, sim: mas SOBRETUDO em nome de nós, mulheres!!!!!
Desde quando algumas mulheres exigiram (e alguns homens adoraram) tratamento idêntico ao dos homens, estes passaram a tratá-las pior do que antes. Se antes era aceitável notar diferenças além das físicas nelas, hoje só é possível concordar que têm as mulheres seios e vagina e nada de diferente além mais disso.
O resultado disso é puxão de cabelo, agarras-agarras e trenzinhos.
Não se aflija, Gustavo: ainda existem mulheres. Como existem homens.
Deus te ajudará, e você mesmo se ajudará, e encontrará uma para que vocês sejam bons companheiros, bons parceiros na vida. A propósito, esse é um dos meus pedidos para os membros da minha querida comunidade, sempre que rezo.
É uma grande felicidade poder percorrer a vida bem acompanhado, e ver filhos e netos nascerem, toda uma descendência para amar!
Peço sempre que vocês tenham a mesma alegria que o bom Deus me deu!
nem mais nem menos só diferente. O homem da a ultima palavra em casa SIM, mas não custa consultar a esposa, filhos , cachorros e gatos e tem maisuma mulher de verdade gosta de homem assim não de maricas e os filhos tbém .Agora tem uma coisa, gente pra defender coisa errada tem de monte , agora pra defender gente de bem aí não aparece um cristão.
André já vi que vc é um tremendo "progressista" que entende a mulher da forma como a esquerda lhe ensinou. O que eu disse e repito, para ver se dessa vez vc compreende é que: a mulher não deve ser subserviente a ninguém, muito menos ao seu marido, namorado, ou o que seja, agora igualá-la ao homem é uma estupidez monumental, pois isso seria o mesmo que igualar desiguais, porque a natureza de ambos são absolutamente diferentes uma da outra, para que vc melhor entenda, a natureza masculina é distinta da feminina, isso não significa porém que a mulher seja inferior ao homem, pelo contrário ela é a coluna da família, o complemento do homem. Será que agora deu para entender. Quando eu disse esteio eu quis dizer justamente complemento, apoio, em quem o homem se fortalece com o seu amor. Ficou claro, ou ainda está nublado. E o que o feminismo quis fazer é justamente transformar desiguais em iguais, fazendo de muitas mulheres caricaturas grosseiras dos homens.
Dizer que a mulher é o complemento do homem significa que o homem é o complemento da mulher. "Deixar passar" é absurdo: é verdade, e não caso de "deixar passar", expressão que denota uma concessão.
Já que isso é um debate, então quero debater.
Começando por uma pergunta: você diz que há um desnível na importância social das mulheres e dos homens - vamos começar, então, por este específico ponto.
Quem aponta esse desnível deve saber por que motivo tem esta percepção.
Eu gostaria, antes de mais nada, de saber por que você percebe assim.
Na minha opinião, capacidades diferentes levam a desempenhos diferentes e a situações diferentes. Direitos civis estão além desta consideração, e direitos civis iguais já existem. Exatamente sob que ótica as mulheres estariam desniveladas?
Só pra adiantar: se for pra "passar a régua" em cima de diferenças óbvias, eu considero uma obtusidade! Acho que uma visão humanista inclui em primeiro lugar o reconhecimento dessas diferenças, e uma conseqüente divisão de tarefas. Agora, se qualquer um de qualquer sexo resolver "enxergar"a divisão de tarefas como desigual, eu quero saber POR QUE ele vê assim!
Uma mulher que ache que cuidar de filhos é uma tarefa chata, e queira sair pra trabalhar deixando as crianças com o papai, eu acho esquisitíssimo, porque a tarefa de cuidar dos filhos é um zilhão de vezes melhor, mais criativa, mais divertida, mais TUDO - do que fazer o trabalho do papai! Se resolverem, contudo, fazer a troca, problema deles, que façam!
Como eu penso é que a tarefa de cuidar dos filhos é mais congênere com a persona feminina, e a de sair pra ganhar a vida é mais congênere com a persona masculina, acho que vão todos sair perdendo - mas, como eu já disse inúmeras vezes, "cês qué, cês fáis: cê só não reclama depois!"
Enfim, a pergunta não é essa: diz aí onde está o tal desnível que você aponta, pra podermos começar o debate...
Sabe, André, antes de responder pense no seguinte (eu não vou conduzir você para o ponto no qual eu quero chegar sem te avisar antes: resolvi ser boazinha, hoje): a diferença que você aponta resulta na percepção de imbecis, que assim enxergam.
Quando alguém diz que a posição da mulher não tem o mesmo peso, etc - é porque tal pessoa foi condicionada a pensar assim, e a julgar "mais importantes" determinadas tarefas, e "menos importantes" outras tantas.
De fato, há papéis, tarefas e desempenhos mais importantes - e conseqüentemente há papéis, tarefas e desempenhos menos importantes. Acontece que o papel, a tarefa e o desempenho naturais da mulher são dificilmente superados por QUALQUER OUTRO, em grau de importância!
Pra conseguir adotar um discurso feminista como "possível", a primeira coisa que você (ou qualquer um) tem que fazer é DESTRUIR o paradigma natural, ou seja: negar a importância fundamental desse papel, e transformá-lo em "outra coisa", uma coisa "menor".
Já vimos que a estratégia gramscista consiste em primeiro distorcer uma realidade, depois negá-la - e finalmente substituí-la por um conjunto de falsidades que não tem mais nenhuma conotação com a realidade, aquela que foi deixada láááá atrás, bem presa dentro de um buraco tampado.
O palavrório da dona Márcia Tiburi é isso: uma construção aparentemente lógica, levantada em cima de uma "irrealidade", distante da fundamental verdade da qual ela resolveu não tomar o menor conhecimento!
Pode ser que ela, ou qualquer um dos que pensam como ela, sejam apenas imbecilizados, e não exatamente malévolos mal-intencionados: de qualquer maneira, o Imbecil Coletivo é o que mais eficientemente está destroçando a humanidade em geral, e cada um de nós em particular.
Olha André eu desisto de debater com vc, pois a percepção que tens da realidade é absolutamente distorcida, deturpada, e equivocada. Jamais rebaixei a mulher, ao contrário a exaltei, e a exalto todos os dias, pois se não fosssem as mulheres a formação de qualquer Ser-Humano estaria irremediavelmente comprometida. Agora ser complemento não significa rapaz ser inferior, ao contrário, significa ser A COLUNA , A VIGA MESTRA DE UMA FAMÍLIA, mas se isso para vc é um papel secundário azar o seu, porque para mim é um papel mais do que principal, é um papel FUNDMAMENTAL, E SÓ PASSÍVEL DE SER REALIZADO PELA MULHER, pois jamais o homem teria condições de realizar tal tarefa árdua e indispensável para a formação do SER-HUMANO com a competência e a capacidade da mulher, por mais esforçado que fosse. Você ainda que não perceba, pensa, age, e reproduz a contento e com muita competência por sinal o discurso falacioso, e invertido do seu verdadeiro sentido real que a esquerda através do feminismo tão fortememte incutiu nas pessoas. O feminismo não eleva a mulher a DIMINUI, justamente por considerar aquilo que é próprio da natureza feminina como sendo algo inferior, menor, desimportante, quando na verdade a verdadeira natureza feminina que o feminismo deturpou, atacou, e arrasou, não é algo somente importante, é DIVINO, pois é essa verdadeira natureza feminina que faz com que um homem no futuro possa desenvolver suas potencialidades máximas, e colocá-las em prártica no seu dia-a-dia. Agora infelizmente, muito infelizmente o feminismo veio a solapar com aquilo que a mulher tinha de melhor, com o pretexto de trasformá-la em algo "igual" ao homem, quando na verdade é na diferença que está toda a beleza, e importância da mulher. E é do feminismo tb que surgem todas as demais deturpações como: aborto, mulher ter vida sexual promíscua, afinal não é o feminismo que diz que a mulher deve ser "livre" para ser inclusive uma puta, rebaixar o papel da mãe na família, entre outras aberrações que a meu ver meu caro, isso sim, diminuí, e diminuí
muito o verdadeiro valor da mulher na sociedade, ou seja, o pior inimigo da mulher é o feminismo, pois ele sim a rebaixa a um nível jamais antes visto. Agora infelizmente eu vejo que essa ideologia maldita de esquerda já entranhou-se por todos os segmentos sociais, e isso Para o infortúnio da própria mulher.
Eu já saquei a idéia, André: "ninguém complementa ninguém, e cada um preserva uma identidade até as últimas conseqüências", é isso?
Meu caro, cada um de nós é, sim, filho querido de Deus e portador de uma consciência única - esta noção é, mesmo, fundamental. No entanto, estamos aqui falando, e inclusive dentro de uma argumentação proposta por você, de realidades pertinentes ao convívio, ao "viver com" humano, a nossa teia de ligações com nossos irmãos, dentro da grande sociedade humana.
Dentro deste grande conceito, tão abrangente, homens e mulheres são, sim, complementares. Pode-se viver, por escolha interior e séria, que implica em esforço e sacrifício, fora desta complementaridade - uma renúncia consciente, feita por dedicação a uma outra maneira de servir a Deus. E que é uma imensa, e muito respeitável, escolha - justamente porque implica numa imensa, e muito respeitável, renúncia!!!!!
A complementaridade é tão óbvia, e tão evidente, que acho desnecessário sequer discutí-la!
Quanto aos fatos que você menciona - eles exatamente foram GERADOS pela quebra do modelo óbvio, natural! A estupidez humana levou multidões a acreditar num modelo completamente absurdo, e fadado ao fracasso!
Sei perfeitamente que existem muitas mulheres que precisam, por absoluta necessidade mesmo, ganhar sua vida, e manter seus filhos. A essas heróicas irmãs, eu rezo pedindo a Deus força e coragem, e todas contam com minha solidariedade, e minha compreensão pelo esforço feito! Mas não é dessas que estamos falando aqui, e nem a Márcia Tiburi! Ou quem é pateta o bastante, e manipulador o bastante, pra dizer que é?!
Conheço DEZENAS de mulheres que saem de casa todos os dias para o tal emprego, largando os filhos na creche ou com a babá, para no final do mês pagarem, com o dinheiro do salário, a dita creche ou a dita babá, e ponto final! Não é, portanto, o "ganho financeiro"que as faz se comportar tão estranhamente: elas conseguiriam o mesmo exato balanço financeiro se ficassem em casa, cuidando de seus filhos (isso muitas vezes é verdadeiro também e da mesma forma para a babá, que entrega os seus filhos para que outro alguém tome conta deles, e pagam para isto - numa infindável corrente de absurdos, que ninguém em sã consciência consegue entender!).
Mas, é claro, teriam uma monumental vantagem humana, um monumental conforto moral, ético - e até físico, se fizessem as coisas do modo lógico!
É dessas mulheres que estamos falando, é claro: das que acham muito justificável empurrar os filhos pro canto, para que possam "investir na carreira", ou seja lá em que for. Eu não teria rigorosamente NADA a ver com isso, se não fosse pelas pobres crianças empurradas: porque criança me aflige o coração quando as vejo abandonadas, largadas, sem segurança afetiva, como se fossem pequenos estorvos atrapalhando a "carreira", ou a "vida sócio-sexual-imbecilóide"da irresponsável e odienta "mamãe"!!!!!
Já viu um programa chamado "Mothern", transmitido pela GNT????? Veja: o modelito tá ali, escrachado e aplaudido, como se fosse uma gracinha! A catástrofe está ali, realisticamente mostrada, a tragédia da estupidez que grassa entre as ditas "informadas" mulheres do mundo.
Os filhos são "negociados"entre papá e mamã, para que mamã tenha o direito de também sair pra naite, como faz o papá, e ganhar sua grana, pra frequentar a academia e comprar a roupitcha legal. Papá fica puto, mamã fica mais ainda - e a criancinha ali no meio, jogada pra lá e pra cá, feito um trambolho, que de fato é, para papá e para mamã! Mamã não pode ser menos promíscua que papá - afinal, direitos são iguais, e pela promiscuidade, hoje, se mede também o poder de um humano: sua capacidade de sexo com inúmeros parceiros, o parvíssimo "poder de sedução", que de sedução não tem nada, e é nada mais nada menos que uma zorra de símios!
A merda segue por aí afora, meu caro; e a merda vai longe!
Então, vamos debater dentro do escopo do debate: podemos ainda falar da destruição da grande família estendida, que tinha pais, avós, tios, primas - toda uma rede afável e ligada por laços de afeto, e que foi simplesmente destruída, em três décadas, e substituída pela família-nuclear, vulnerável e frágil, facilmente arrasável!
Sei perfeitamente que sou uma chefe de clã, uma matriarca - que mantém a família junta e unida, mesmo que, muitas vezes, geograficamente distante. Minha mãe foi matriarca antes de mim, e pergunta o tamanho, hoje, do clã que ela compôs e manteve, que eu continuo a manter, e que minhas filhas foram ensinadas a igualmente defender e manter? Pergunta se algum velho, doente, ou enfraquecido por qualquer motivo deixa de ter o amparo do clã inteiro, material e espiritual? Pergunta se algum teme ser mandado pra uma casa de repouso, largado lá com a baboseira de que está "muito melhor" entre os da idade dele, em vez de participar até o fim da vida da convivência com os que os amam?????
A propósito: eu conheço outros clãs, iguais ao meu: e um deles, forte e sólido, é o da minha antiga empregada Maria de Lurdes, que é uma pessoa de recursos modestos, e que vive em perfeita união numa grande família estendida, como eu. Tenho sempre muito mais assunto pra conversar com ela do que tenho com a maioria das pessoas!
O estúpido modelo gramscista é falso, e é preciso se afastar de toda a imbecilidade que ele representa, porque daí vem todo o Mal.
Uma moça chamada Ester, na comunidade "Brasil", explicou que "EMO é uma expressão criada por jovens semi-analfabetos. Na verdade queriam dizer hemorróida, mas não sabiam como escrever isso..."
a maioria dos relacionamentos é assimétrico e é natural que seja assim.
Mulheres em geral gostam de homens que se impõem e tomam decisões sem ficar toda hora dizendo "você quem sabe, querida".
veja essas comunidades do orkut:
[url]/Community.aspx?cmm=1632949[/url]Detesto Homem sem iniciativa
members: 13,395
Claro que isso não é a mesma coisa que a caricatura do macho tirano doméstico. O outro extremo é o "banana".
É meio constrangedor ter que explicar isso, pois é bom senso. E não, não é "cultural". É genético, biológico, fisiológico e observável em outras espécies de mamíferos e répteis. É justamente uma característica cultural humana que permite que os machos se controlem, dialoguem e não sejam tão agressivos e dominadores quantos os das espécies "irracionais". Mas o impulso é de demarcar território, puxar pelo cabelo, matar os rivais.. (e também cuidar e proteger a fêmea e a prole). Todo homem sabe disso. Só não fazemos isso de forma tão bruta porque não vivemos mais na "idade da pedra".
uma das características do patriarcado civilizado é que ele dá poder às mulheres. Em muitas sociedades tradicionais (no Oriente, partes do México etc) a mulher reina absoluta na esfera doméstica. A mama é quem sabe e decide. No que diz respeito à sua esfera de poder.
É uma divisão de trabalho, de poder, de funções, de prerrogativas.
"Ser homem não é apenas uma questão de ser do sexo masculino e atingir uma certa idade. Esses são atos da natureza; ser homem é um ato de manter o caráter. Não é mais fácil se tornar um homem do que se tornar virtuoso. Na verdade, os dois são a mesma coisa. A raiz dessa palavra fora de moda, "virtude", é a palavra "virtus" em Latim, um derivado de "vir", ou homem. Como entendido por Aristóteles, virtude é uma "moderação" entre os extremos de excesso e deficiência. Muitas vezes, entre os jovens de hoje, os extremos predominam. Um extremo sofre de excesso de masculinidade, ou energias masculinas mal direcionadas e não refinadas. O outro extremo sofre de falta de masculinidade, uma total escassez do espírito masculino. Chamemo-los de bárbaros e bolhas. Esses dois tipos de erro são tão comuns que a prescrição para esses males pode ser reduzida a duas instruções simples: não seja um bárbaro, não seja um bolha. O que restar, ceteris paribus, será um homem."
- Terrence Moore.