Ola amigos!
To lendo um livro bacana (titulo acima, editora Alameda) de textos selecionados por Plinio Junqueira Smith.
Contem trechos de Aristoteles, Cicero, Sexto Empirico, S. Agostinho, Tomas de Aquino e Hume, dentre outros.Tudo sobre a existencia de Deus.
Tomo a liberdade de sugeri-lo, pois embora seja "leigo" no assunto achei interessante.
Este livro é a primeira parte de uma obra dupla que se seguirá com o livro "Dez Provas da Inexistência de Deus". Plínio Smith é um cético de velho estofo, um pensador bastante interessante apesar de visivelmente inferior aos Quatro Grandes (e ao quinto: Olavo de Carvalho), e está justamente lançando um livro aqui em Salvador hoje, mais precisamente a essa hora, na LDM. Então, meus amigos, boa leitura e não se esqueçam de ler também o outro livro, sobre as provas da Inexistência de Deus quando ele sair. Poderíamos até promover um debate sobre estes dois livros no futuro.
basta observar a natureza e ver que o homem não seria capaz de tal obra.Deus se mostra através da perfeição da natureza e do universo.Negar a existencia de Deus ou duvidar de sua existencia é também assumir uma postura arrogante , que muitas pessoas desprovidas de determinado conhecimento adotam
9:10 pm(10 minutes ago) basta observar a natureza e ver que o homem não seria capaz de tal obra.Deus se mostra através da perfeição da natureza e do universo.Negar a existencia de Deus ou duvidar de sua existencia é também assumir uma postura arrogante , que muitas pessoas desprovidas de determinado conhecimento adotam
O texto selecionado de Santo Agostinho segue essa linha (mais que argumento, demonstracao!). Cara, sensacional!
Deus existe, logo existimos. Não existe essa de "deduzir" Deus. Não "pensamos" e existimos como disse Descartes. Pensamos muito pouco e existimos menos ainda. Só existe existência plena em Deus.
Mas o Homem é seu Sol. Proclamaria com Goethe o perfeito autocentrismo e, extático com minha imagem no espelho, daria aos meus pensamentos uma centelha divina. É uma perspectiva admissível e até certo ponto também gloriosa. Aprecio esta glória mundana como um elemento de inegável beleza artística. A idéia é um excercício de equilíbrio entre dois mundos: o sensível que nos atrai, doce como um fruto dos trópicos, e o mundo arquetípico, sublime e exato como fórmula perfeita. Se o Homem sabe equilibrar-se nesta tensa região então porque ele necessita de um anteparo metafísico? Ele resume a metafísica toda que precisa: ergo sum.
censorship:Descartes
Descartes (in Descartes, René: Final years and heritage)
...least because all the papers, letters, and manuscripts available to Clerselier and Baillet are now lost. In 1667 the Roman Catholic church made its own decision by putting Descartes's works on the Index Librorum Prohibitorum (Latin: “Index of Prohibited Books”) on the very day his bones were ceremoniously placed in Sainte-Geneviève-du-Mont in Paris. During his...
Descartes (in philosophy, Western: The rationalism of Descartes)
...being taught in the universities. Precisely for this reason it constituted a serious threat to established religious authority. In 1663 the Roman Catholic Church placed Descartes's works on the Index Librorum Prohibitorum (“Index of Forbidden Books”), and the University of Oxford forbade the teaching of his doctrines. Only in the liberal Dutch universities, such as...