Quem achou que as retaliações demorariam, se enganou. Os lulistas já começaram com os ataques.
Primeiro foi o movimento “Cansamos” idealizado pela CUT, antiga aliada do Lula; agora com a sua mais nova cara: a greve dos metroviários.
A não participação efetiva do governo de São Paulo no acidente da TAM se tornou um rancor petista. Lula e seus seguidores (ou melhor, fiéis) não se contentam em ter que carregar sozinhos o peso político de 199 vítimas da irresponsabilidade governamental.
Como desvincular a imagem do governo federal deste acidente é impossível, o melhor é desviar o foco. Lula joga com as armas que tem à mão, mesmo que veladamente. Os sindicatos foram colocados em ação. A CUT está ensaiando a ida à rua, enquanto o Sindicato dos Metroviários não perdeu tempo, chamou a briga para si.
Desde ontem o Metrô de São Paulo não funciona. Não funciona sequer o quantitativo mínimo exigido pelo Ministério Público de 85% no horário de pico. As catracas foram liberadas, uma tentativa patética de conseguir o apoio popular para o movimento. Os metroviários não querem saber de conversa, todas as três propostas oferecidas pelo Metrô foram recusadas sem ao menos uma negociação, estão irredutíveis em fazer “terrorismo”.
Que o governo do José Serra é irritante ao petismo, nós já sabemos e não é de hoje. Basta rever a ocupação da reitoria da USP há pouco tempo atrás.
O que chega a ser irônico nisso tudo, é a procura de um fiel amigo psdbista quando a crise aperta. Lula descobriu o óbvio, os petistas não tem competência.
Jobim chegou falando muito, mas já vai recuando nos pontos principais, como, por exemplo, a demissão em massa da Anac.
O governo vem minando a situação, os ataques a dita “mídia golpista” com o “Cansamos” e agora o ataque ao (o que se tornou) seu oposto natural, José Serra.
Primeiro foi o movimento “Cansamos” idealizado pela CUT, antiga aliada do Lula; agora com a sua mais nova cara: a greve dos metroviários.
A não participação efetiva do governo de São Paulo no acidente da TAM se tornou um rancor petista. Lula e seus seguidores (ou melhor, fiéis) não se contentam em ter que carregar sozinhos o peso político de 199 vítimas da irresponsabilidade governamental.
Como desvincular a imagem do governo federal deste acidente é impossível, o melhor é desviar o foco. Lula joga com as armas que tem à mão, mesmo que veladamente. Os sindicatos foram colocados em ação. A CUT está ensaiando a ida à rua, enquanto o Sindicato dos Metroviários não perdeu tempo, chamou a briga para si.
Desde ontem o Metrô de São Paulo não funciona. Não funciona sequer o quantitativo mínimo exigido pelo Ministério Público de 85% no horário de pico. As catracas foram liberadas, uma tentativa patética de conseguir o apoio popular para o movimento. Os metroviários não querem saber de conversa, todas as três propostas oferecidas pelo Metrô foram recusadas sem ao menos uma negociação, estão irredutíveis em fazer “terrorismo”.
Que o governo do José Serra é irritante ao petismo, nós já sabemos e não é de hoje. Basta rever a ocupação da reitoria da USP há pouco tempo atrás.
O que chega a ser irônico nisso tudo, é a procura de um fiel amigo psdbista quando a crise aperta. Lula descobriu o óbvio, os petistas não tem competência.
Jobim chegou falando muito, mas já vai recuando nos pontos principais, como, por exemplo, a demissão em massa da Anac.
O governo vem minando a situação, os ataques a dita “mídia golpista” com o “Cansamos” e agora o ataque ao (o que se tornou) seu oposto natural, José Serra.