Prenderam o sucessor do Escobar. A Polícia Federal provavelmente enviará para os EUA o traficante colombiano Juan Carlos “Chupeta” Ramirez Abadia, onde, também provavelmente, será condenado à prisão perpétua. Algo a se comemorar, certo? Depende.
A Polícia Federal fez seu trabalho, colocou atrás das grades o traficante. Porém, a ação nos leva para outro grande problema brasileiro: a Justiça.
Não há dúvidas que a extradição é o melhor caminho. A Justiça brasileira é conivente com os criminosos. Ninguém, em sã consciência, deseja ver este marginal longe das grades, o que se dá no Brasil com extrema facilidade. Daí a saída: extradita-se.
A extradição, neste caso, é um atestado de incapacidade. Os crimes cometidos pelo “Chupeta” nos EUA não são muito diferentes dos crimes cometidos no Brasil, o diferencial se dá nas penas. Lá os bandidos pagam, aqui eles fazem especialização. No caso do “Chupeta”, ele viria para ser o Reitor.
Isso quer dizer que a culpa é só dos juízes? Tão pouco. Cria-se um mito de Judiciário omisso, quando na verdade a culpa recai, principalmente, sobre o legislativo. O legislativo brasileiro é “muderno” doutrinado nas mais altas acadêmias esquerdistas. Lá se acredita que a culpa é da sociedade, não do criminoso.
O tráfico internacional está ciente da situação brasileira. Isto pode ser notado pela quantidade de traficantes da América-Latina que fixaram residência aqui, acreditando que, se pegos, vão ter penas mais brandas. O Brasil se tornou referência mundial de incapacidade legislativa.
Por que então a extradição? Não seria uma contradição extraditar um bandido “fruto da sociedade” para um país onde ele seja efetivamente punido? O ponto aqui é que: quem analisa o pedido de extradição é o STF, enquanto quem elabora as leis a favor dos “excluídos” é o legislativo. Além do fato do Brasil já ter traficantes demais para chamar de seus.
A Polícia Federal fez seu trabalho, colocou atrás das grades o traficante. Porém, a ação nos leva para outro grande problema brasileiro: a Justiça.
Não há dúvidas que a extradição é o melhor caminho. A Justiça brasileira é conivente com os criminosos. Ninguém, em sã consciência, deseja ver este marginal longe das grades, o que se dá no Brasil com extrema facilidade. Daí a saída: extradita-se.
A extradição, neste caso, é um atestado de incapacidade. Os crimes cometidos pelo “Chupeta” nos EUA não são muito diferentes dos crimes cometidos no Brasil, o diferencial se dá nas penas. Lá os bandidos pagam, aqui eles fazem especialização. No caso do “Chupeta”, ele viria para ser o Reitor.
Isso quer dizer que a culpa é só dos juízes? Tão pouco. Cria-se um mito de Judiciário omisso, quando na verdade a culpa recai, principalmente, sobre o legislativo. O legislativo brasileiro é “muderno” doutrinado nas mais altas acadêmias esquerdistas. Lá se acredita que a culpa é da sociedade, não do criminoso.
O tráfico internacional está ciente da situação brasileira. Isto pode ser notado pela quantidade de traficantes da América-Latina que fixaram residência aqui, acreditando que, se pegos, vão ter penas mais brandas. O Brasil se tornou referência mundial de incapacidade legislativa.
Por que então a extradição? Não seria uma contradição extraditar um bandido “fruto da sociedade” para um país onde ele seja efetivamente punido? O ponto aqui é que: quem analisa o pedido de extradição é o STF, enquanto quem elabora as leis a favor dos “excluídos” é o legislativo. Além do fato do Brasil já ter traficantes demais para chamar de seus.