O estupidíssimo (na minha opinião) Richard Dawkins, que resolveu se apoderar da ciência para fazer dela um instrumento de divulgação ideológica - a propósito: o que ele proclama aos quatro ventos ser ciência é "ciência", mas tem muita gente que não vê a diferença - deu uma entrevista ao Globo, na qual afirma que "Deus é um delírio", e que "religiosos são insanos".
Como um imbecil sólido, cimentado pela burrice bem socada, sua argumentação para a não existência de Deus se resume à pergunta "Quem teria criado Deus? Ele teria que ter evoluído a partir de algo!", ou seja, um primor de estupidez, de cabo a rabo, esse infeliz!
Mas o principal não é isso, porque que o cara é estúpido todo o mundo já sabe - é que me chamou a atenção a seguinte resposta:
O Globo: O senhor argumenta como cientista. E é claro que os religiosos não vão aceitar esse argumento, porque a existência de Deus seria algo sobrenatural.
Dawkins: Claro, mas não podemos permitir que esse tipo de raciocínio prossiga.
Priscila, a matéria e as perguntas da entrevista foram nojentas, não acha? Tietagem explícita na capa, levantando a bola pr'ele cortar na página dois... "Você acha que a religião desistimula as pessoas a entenderem o mundo?" "Sim, claro". Pff...
O "não podemos permitir" é uma clara intenção de se banir arbritrariamente aquilo que não se concorda.
Toda a esparrela anti-religiosa cai num pensamento tirânico justamente porque considera a religião tirânica. Ou seja: contra os tiranos, temos de ser tiranos e implantar a nossa tirania. Isso sim é crença, e pior: crença numa "cientificidade" terrena, banal e grosseira, tal qual eles vêem as religiões que combatem.
A ateísmo militante é uma das coisas mais estúpidas que conheço, e do pouco que conheço do Dawkins até agora só vi ele falar merd*.
Nojentas, mesmo, Márcio.
O entrevistador era um lambe-botas dos mais abjetos, tentando puxar o saco o tempo todo!... Viu a preocupação do cara em "não ofender"?
Não é a questão de uma mente revolucionária apenas. Precisamos saber até que ponto a ciência ou homem intelectual buscam a Verdade.
Dawkins é apenas um raminho de uma erva daninha muito maior que ele.
Raminho torpíssimo, esse sujeito. A entrevista, como o Márcio disse, é nojentinha do começo ao fim.
O sujeito é um imbecil prepotente, naquele estilo que dá vontade de esganar.
Hoje Na Veja tem também uma reportagem sobre uma índiazinha que foi marcada para ser morta porque era pequenina demais, e que um casal de missionários protestantes que estava na aldeia quis adotar - quase não conseguiu, porque a FUNAI, ou sei lá que órgão, achou muito feio isso! Achou uma interferência indevida nos belíssimos hábitos dos índios, esses intocáveis! Como assim, um casal querendo impedir o assassinato ritual de uma criança?!
Foi a maior luta, mas graças a Deus o casal conseguiu! A meninazinha, que hoje tem 12 anos, foi tratada do hipo-tireoidismo que tinha, e hoje vive com seus pais adotivos. Agora, imaginem quantos não são assassinados mesmo!!!!!
Um outro meninozinho seria enterrado vivo, não sei por causa de qual mal-formação, coitadinho. Também conseguiram salvá-lo, mas sob protestos da tal órgão do governo.
Eu começo a ler essas coisas e não consigo terminar, palavra. Me dá uma agonia!
Deus me perdoe pela vontade que tenho de entrar pela Funai adentro pra matar essa gente infame, um por um.
O liberalismo ateu, de forma ou de outra, acaba por cair no relativismo e, portanto, no multiculturalismo. Afinal, que bases morais há de ter uma sociedade onde a liberdade pura e simples manda em tudo?
Aí podem aparecer os movimentos de minorias reivindicar "liberdades" com fundo histórico, e reclamar igualdade de cultura. Não me surpreende sacrificios humanos e piedade cristão serem niveladas lado à lado.