Quando o assunto é esculhambar religião a mídia concede espaço monumental ao primeiro picareta que aparecer se intitulando o portador das luzes e da razão "contra o obscurantismo religioso". O caderno Prosa e Verso do sábado (11/08), realiza algo que pode ser qualificado como desproporcional: a concessão de um espaço imenso para expor uma idéia minúscula. Basta qualquer um gritar "Deus não existe, sou cientista e garanto", que os jornalistas abraçam o sujeito, pulam e cima, beijam e prometem juras de amor eterno ao novo paladino da razão.
Richard Dawkins escreveu mais um livro, intitulado "Deus, um delírio". Não me interpretem mal, não quero obrigar ninguém a acreditar na existência da divindade, mas, cá entre nós, os argumentos que esse sujeito usa são de uma boçalidade ímpar. Vamos aos argumentos do autor do livro:
"Deus é uma impossibilidade completa porque sua existência não pode ser comprovada cientificamente". Entenderam? se não posso provar, é porque não existe! E o cara ainda é respeitado como intelequituáu. E mais: "Deus, no sentido da definição, é um delírio; e um delírio pernicioso". O perigo está em qualquer grau de religiosidade e não apenas no que se convencionou chamar de extremismo. Ao postular que se deve acreditar sem provas, a religião é um sério entrave ao conhecimento científico. Mais do que isso, ela incita atos extremos como atentados terroristas, ao pregar obediência cega. As crenças religiosas são irracionais e incompatíveis com a ciência. A bíblia não pode servir como base moral de nada porque seus personagens, para dizer o mínimo, não são bons exemplos de nada. Finalmente, o ápice da criação mental de Dawkins, descrevendo Deus na seguinte forma:
"Ciumento, controlador, mesquinho, injusto e instransigente, genocida étnico e vingativo, sedento de sangue, perseguidor misógino, homofóbico, racista, infanticida, pestilento, megalomaníaco, sadomasoquista, malévolo."
Richard Dawkins escreveu mais um livro, intitulado "Deus, um delírio". Não me interpretem mal, não quero obrigar ninguém a acreditar na existência da divindade, mas, cá entre nós, os argumentos que esse sujeito usa são de uma boçalidade ímpar. Vamos aos argumentos do autor do livro:
"Deus é uma impossibilidade completa porque sua existência não pode ser comprovada cientificamente". Entenderam? se não posso provar, é porque não existe! E o cara ainda é respeitado como intelequituáu. E mais: "Deus, no sentido da definição, é um delírio; e um delírio pernicioso". O perigo está em qualquer grau de religiosidade e não apenas no que se convencionou chamar de extremismo. Ao postular que se deve acreditar sem provas, a religião é um sério entrave ao conhecimento científico. Mais do que isso, ela incita atos extremos como atentados terroristas, ao pregar obediência cega. As crenças religiosas são irracionais e incompatíveis com a ciência. A bíblia não pode servir como base moral de nada porque seus personagens, para dizer o mínimo, não são bons exemplos de nada. Finalmente, o ápice da criação mental de Dawkins, descrevendo Deus na seguinte forma:
"Ciumento, controlador, mesquinho, injusto e instransigente, genocida étnico e vingativo, sedento de sangue, perseguidor misógino, homofóbico, racista, infanticida, pestilento, megalomaníaco, sadomasoquista, malévolo."