Blog “El Cafe Cubano” destaca que“ Censurarán en Cuba documental de Maikel Moore(sic).”
Isso mesmo! Enquanto Moore é aplaudido pela esquerda em seus ataques – quase sempre infundados- ao sistema de saúde americano comparado ao cubano, em Cuba seu “documentário” (merece as aspas pela falta de distanciamento crítico dos seus assuntos) “Sicko” foi censurado. Ou seja, o povo cubano não pode ver esta propaganda dos seus serviços de saúde. Por quê será?
O “Café”, transcrevendo notícia publicada no Cuba, Democracia y Vida pelo Dr. Darsi Ferrer (diretor do Centro de Saúde e Direitos Humanos Juan Bruno Zayas) sobre o documentário do “ aliado” de Fidel, Maikel (sic), “ mesmo que pareça contraditório, a propaganda que permeia o filme para desqualificar o sistema de saúde dos Estados Unidos e destacar as bondades do cubano, resulta subversiva neste país, por sustentar-se com mentiras grosseiras que em nada representam o drama da saúde em Cuba”. Destaca ainda, que o líder máximo do país, Fidel Castro, “ apelou para um médico espanhol quando o seu estado de saúde agravou-se. Do mesmo modo que Domingo, médico integrante da equipe pessoal de Castro e chefe de docência do Hospital CIMEQ, recorreu a serviços oftalmológicos da Inglaterra.” (...)
http://la3.blogspot.com/2007/08/de-michael-moore-cen…cuba_13.html
Isso mesmo! Enquanto Moore é aplaudido pela esquerda em seus ataques – quase sempre infundados- ao sistema de saúde americano comparado ao cubano, em Cuba seu “documentário” (merece as aspas pela falta de distanciamento crítico dos seus assuntos) “Sicko” foi censurado. Ou seja, o povo cubano não pode ver esta propaganda dos seus serviços de saúde. Por quê será?
O “Café”, transcrevendo notícia publicada no Cuba, Democracia y Vida pelo Dr. Darsi Ferrer (diretor do Centro de Saúde e Direitos Humanos Juan Bruno Zayas) sobre o documentário do “ aliado” de Fidel, Maikel (sic), “ mesmo que pareça contraditório, a propaganda que permeia o filme para desqualificar o sistema de saúde dos Estados Unidos e destacar as bondades do cubano, resulta subversiva neste país, por sustentar-se com mentiras grosseiras que em nada representam o drama da saúde em Cuba”. Destaca ainda, que o líder máximo do país, Fidel Castro, “ apelou para um médico espanhol quando o seu estado de saúde agravou-se. Do mesmo modo que Domingo, médico integrante da equipe pessoal de Castro e chefe de docência do Hospital CIMEQ, recorreu a serviços oftalmológicos da Inglaterra.” (...)
http://la3.blogspot.com/2007/08/de-michael-moore-cen…cuba_13.html