A imprensa está dividida. Uns acreditam que Lula é inteligente, que mesmo com sua infância pobre no sertão nordestino ele conseguiu superar as limitações do seu meio. Ou seja, para estes o presidente é uma espécie de acidente geográfico. Outros acreditam que o Lula não é de fato tão inteligente. Para eles o presidente possui extintos que o guia através da selva política. Nesta opção, o presidente ascendeu como os babuínos: demarcando territórios.
Não acredito que o presidente seja nem uma coisa, nem outra. Admitir tais possibilidades é dar demasiado crédito ao que pouco vale. Lula é o típico fruto do solo tupiniquim, arrasta-se e nos arrasta com sua mediocridade, enquanto quem tenta se destacar mantendo-se erecto é pisoteado pelo resto da macacada.
O último caso do gênero aconteceu com a juíza da Vara da Infância e Juventude de Madureira, no Rio, Mônica Labuto, que queria trabalhar até depois das 21h para poder acompanhar a ação dos comissários da Vara de Infância e Juventude e da Adolescência. O presidente do Tribunal de Justiça negou o pedido, alegando razões de segurança para as instalações do prédio.
A juíza resolveu protestar. Obviamente foi um protesto que deu muito menos prejuízos para sociedade do que o dos metroviários. Para dizer a verdade, foi até melhor para a sociedade. Na última sexta-feira (10), a juíza transformou a calçada em gabinete, e despachou no meio da rua mesmo.
A atitude irritou a direção do Tribunal de Justiça. O presidente do TJ entrou com uma representação contra a juíza, o que pode acarretar até no afastamento da mesma. Trabalhar além do horário é uma atitude que o presidente do TJ não está disposto a tolerar.
Não acredito que o presidente seja nem uma coisa, nem outra. Admitir tais possibilidades é dar demasiado crédito ao que pouco vale. Lula é o típico fruto do solo tupiniquim, arrasta-se e nos arrasta com sua mediocridade, enquanto quem tenta se destacar mantendo-se erecto é pisoteado pelo resto da macacada.
O último caso do gênero aconteceu com a juíza da Vara da Infância e Juventude de Madureira, no Rio, Mônica Labuto, que queria trabalhar até depois das 21h para poder acompanhar a ação dos comissários da Vara de Infância e Juventude e da Adolescência. O presidente do Tribunal de Justiça negou o pedido, alegando razões de segurança para as instalações do prédio.
A juíza resolveu protestar. Obviamente foi um protesto que deu muito menos prejuízos para sociedade do que o dos metroviários. Para dizer a verdade, foi até melhor para a sociedade. Na última sexta-feira (10), a juíza transformou a calçada em gabinete, e despachou no meio da rua mesmo.
A atitude irritou a direção do Tribunal de Justiça. O presidente do TJ entrou com uma representação contra a juíza, o que pode acarretar até no afastamento da mesma. Trabalhar além do horário é uma atitude que o presidente do TJ não está disposto a tolerar.